A importância do Aprendizado Contínuo Brasília, DF

Atualmente estudar é preciso. Isso é regra no mercado de trabalho do século 21. E vale pra quem tem 15 anos ou para quem tem 50 anos.A informática facilitou inúmeros processos e trocas de informações, também trouxe rapidez e praticidade.

Apoio Telecom
(61) 3223-2331
SDS BL Q s 307
Brasília, DF
 
Altaide Eletricista
(61) 3274-1603
SCLRN 708 BL C ap 101 en 16
Brasília, DF
 
S.o.s Pague Menos Elétricos e Hidráulicos
(61) 3347-2002
SCLRN 704 BL C lj 20
Brasília, DF
 
Francisco Bombeiro Hidráulico Eletricista
(61) 3233-3684
SHCES Q 303 BL C Comércio lj 47
Brasília, DF
 
Elétrica e Hidráulica Sadan
(61) 3399-5976
QS 14 c 3 cj 10B
Brasília, DF
 
Circuitu´s Instalações e Reformas
(61) 9333-2430
CLN 406 BL A lj 8
Brasília, DF
 
Alencar Instalações
(61) 3245-2104
CRS 513 BL B s 203 en 9
Brasília, DF
 
Elétrica Hidrowat
(61) 3340-1841
SCLRN 716 BL A lj 21
Brasília, DF
 
Divino Instalações Elétricas
(61) 9998-1466
QI 8 cj D
Brasília, DF
 
Marcelo Eletricista
(61) 3355-6395
QN 3 CJ 5 c 22
Brasília, DF
 

A importância do Aprendizado Contínuo

Embora o conhecimento sempre tenha sido necessário para a vida de todos, concluir o ensino fundamental, o ensino médio, fazer uma faculdade, isso já não mais tão relevante. A importância de se "ter estudo" ultrapassou a barreira do fundamental, sua importância aumentou vertiginosamente com o desenvolvimento da ciência e da tecnologia, particularmente nas últimas décadas do século XX.

É fundamental saber como utilizar as informações e o conhecimento já existentes. Aquilo que já aprendemos na escola ou faculdade. O mercado exige muito mais hoje. Cursos, aperfeiçoamento constante. É Claro que as práticas dos grupos e a experiência acumulada pelas pessoas ao longo da vida também servem para aumentar sua produtividade e conquistar novas oportunidades.

Para entender melhor a situação, vamos, voltar um pouco no tempo.

Há cem anos, oito de cada dez brasileiros eram analfabetos. O simples fato de saber ler e escrever já garantia um emprego razoável. Foi só a partir da década de 40 que as empresas passaram a exigir o diploma do curso primário. Quinze anos depois, a exigência passou a ser o ginásio completo. Hoje, as nossas crianças que aprendem a digitar em casa, e sozinhas, talvez não entendam por que seus avós tiveram que aprender a digitar num curso que durava seis meses. As empresas exigiam o diploma de datilografia.

Lá pela metade dos anos 60, só um, em cada cinco mil brasileiros, tinha um curso superior. A partir da década de 70 começou a proliferação de faculdades no Brasil. De repente, um diploma - de qualquer faculdade, mesmo desconhecida - começou a ser um grande diferencial e garantia um ótimo emprego.

Na década de 80, quando faculdade já havia deixado de ser privilégio de uma minoria, o diferencial passou a ser um curso de inglês. Na década de 90, o conhecimento da informática. Nos últimos 10 anos, uma pós-graduação, ou um MBA, que é uma pós-graduação com um nome mais sonoro.

Na década de 60, um jovem precisava de 3.000 horas de estudo para conseguir um emprego, ganhando três salários-mínimos por mês. Hoje para conseguir o mesmo emprego ganhando os mesmos três salários-mínimos, um jovem precisa de 12.000 horas de estudo. Quatro vezes mais tempo estudando, para ganhar a mesma coisa. Isso é justo? Isso é a realidade do mercado de trabalho.

Quem não tem condições de fazer um MBA caríssimo pode fazer cursos de curta duração. Isso mostra disposição e interesse em aprender. E as empresas valorizam esse esforço.

Portanto, estudar é preciso. Isso é regra no mercado de trabalho do século 21. E vale pra quem tem 15 anos ou para quem tem 50 anos. - Reportagem do Fantástico.

A evolução é vista todos os dias. A informática facilitou inúmeros processos e trocas de informações, também trouxe a rapidez, praticidades. Hoje é necessário ter pessoas preparadas para lidar com o avanço, por isso é muito importante investir em treinamentos e estudos constantemente;

O emprego não é eterno, eles existem por enquanto, mas para quem for profissional sempre haverá uma oportunidade de trabalho.

O aprendizado contínuo para quem é profissional é um DEVER!

Sobre o Autor
Economista pela UFSM, MBA em Gestão de Empresa pela FGV-POA, Practitioner em Programação Neurolingüística (Porto Alegre). É especializado em: Relações Humanas, Comunicação Eficaz e Liderança pelo Dale Carnegie Training Santa Maria, assim como em Eneagrama pelo Instituto Eneagrama Florianópolis-SC e Coaching pela Sociedade Brasileira de Coaching - SP.

Diretor Geral do CEEVEM - Centro de Evolução Empresarial, Consultor de Negócios da Cia do Sono da Região Centro do RS.
Palestrante Motivacional e Consultor Empresarial nas Áreas de Vendas, Gestão de Pessoas e de Processos.

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