Acidentes de Avião Cuiabá, Mato Grosso

Voar é o meio de transporte mais seguro. Mesmo assim, acidentes ocasionais acontecem, e para cada acidente, uma longa investigação é iniciada para achar as causas. E faz-se a pergunta, é possivel contratar um advogado e processar a companhia aérea?

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Acidentes de Avião

~Considerando um Processo Legal?^ Se você decidir abrir um processo contra um acidente aéreo, há algumas coisas importantes a considerar. A lei da aviação pode ser extremamente complicada, então é melhor localizar advogados com experência suficiênte nesta área. A natureza internacional da aviação significa que diferentes leis and acessos para os destroços podem dificultar um processo judicial. Uma vez comprometidos com seu caso, advogados especialistas em aviação deveriam começar tentando preservar os destroços. Qualquer destroço pode formar uma grande parte de seu processo, o que faz essencial que seu advogado garanta que as autoridades locais estão preservando tudo corretamente. Advogados deveriam então checar todas as gravações da cabine, vozes e dados, ambos serão localizados. Dados de controle aéreo também devem ser averiguados; estes normalmente provam ser a peça de evidencia mais vital de um processo judicial aéreo. Seu advogado deveria agora começar a avaliar o direito das partes envolvidas no acidente; uma vez que um culpado foi encontrado, mais poderá ser adicionado afrente com a recuperação de evidências. Seu advogado deveria proteger seus direitos em todas as entrevistas que você for requerido fazer. Um especialista em aviação poderia ser procurado para dar conselhos específicos e ajudar a determinar os direitos da vítima. Mais importante de tudo, é essencial que você escolha um advogado que possa provar sucessos em processos anteriores no campo das leis da aviação, e um que sinta-se confortável com tal assunto. Uma decisão de abrir um processo judicial contra uma companhia aérea devido a um acidente, pode ser o começo de uma longa jornada. A maioria das investigações levam décadas para finalizar, e nenhum caso pode ser levado à corte até que todos os fatos sejam estabelecidos. Isso significa um tempo muito longo, e às vezes muito caro, para se esperar. ~Ação Judicial Coletiva Aberta Contra Air France^ Em 2 de Agosto de 2005, um vôo da Air France saiu da pista de Toronto do Aéroporto Internacional Pearson. O avião parou em um barranco quase duzentos métros depois do final da pista, onde todos os duzentos e noventa e sete passageiros e doze atendentes de bordo foram evacuados com sucesso. Comparações foram feitas entre este acidente e aquele com o vôo 189 da Air Canada, o qual bateu no mesmo barranco em 1978 e matou dois passageiros. A investigação do vôo 189 questionou o tamanho da area no Aéroporto Peason em Toronto, e a existência de um barranco no final da pista. Todos os processos contra aviões pareciam excluídos efetivamente quando o principal investigador Réal Levasseur disse aos repórteres que a aeronave estava funcionando apropriadamente como deveria estar. “ Após pouso, quando o trem de pouso toca o chão, vemos que os breques frearam imediatamente, vemos os spoilers baixarem para diminuir a velocidade do avião, vemos os reversos totalmente preparados,” Em 8 de Agosto de 2005, três dias após a colisão, Advogados Hotz de Toronto abriram um processo coletivo contra Air France. Em uma declaração eles dizem, “O relatório advoga alegações muito específicas contra os piloto e co-piloto, Air France e Air France como responsável pelos piloto e co-piloto, e contra as Autoridades dos Aéroportos de Toronto, Airbus S.A.S., NAV CANADA, e Goodrich Inc.” Reivindicando danos de $75,000,000 (dólares), a Advocacia Hotz disse “[...] pequenos detalhes nas áreas referidas à pavimentação e dimensões da pista, erro do piloto, possível falha mecânica, falhas no projeto da aéronave e da pista, e melhorias que deveriam ter sido implementadas em radares, controles aéreos, e sistemas de pouso.” Parece que neste caso, danos podem ser pagos. Mas quantos casos além desse há envolvidos em uma colisão de aéronaves? ~Colisao do Concorde – Quem é o culpado?^ O primeiro e único jato supersônico comercial, Concorde foi como um sonho realizado para muitos. Más em 25 de Julho de 2000, o sonho foi destruído com a colisão de um Concorde da Air France lógo após a decolagem, matando todos os cento e nove passageiros e quatro pessoas no chão. Uma investigação começou imediatamente e apareceu que a queda começou com um pneu estourado, causado por um pedaço de metal deixado na pista por uma aéronave da Continental Airlines. A asseguradora La Réunion Aérienne, que tinha cobertura primária para as perdas da colisão, abriu um processo contra a Continental. Um ano após o dia da colisão, famílias de cinco dos tripulantes do Condorde também abriram um processo contra a Continental Airlines e Goodyear Pneus & Borracha Co. Ambas companhias negaram as alegações. Em 14 de Dezembro de 2004, um juiz afirmou que a Continental Airlines deve aceitar “reponsabilidade conjunta” para a Colisão do Concorde, tendo notado que a peça de metal na pista foi o causador principal do acidente. Em 10 de Março de 2005, um magistrado Frances colocou a Continental Airlines formalmente sob investigação. Parece que somente o tempo poderá dizer se o processo contra a Continental Airlines será bem sucedido. ~Processos do Acidende de 11 de Setembro^ As atrocidades terroristas cometidas nos Estados Unidos em 11 de Setembro de 2001 resultaram em uma gigantesca perda de vidas. Dois aviões foram usados para chocarem-se no World Trade Centre, um para atingir o Pentágono e um que caiu no Estado de Pennsylvania. As famílias dos passageiros desses aviões poderiam abrir processos contra a companhia aérea? Pouco depois dos incidentes de 11 de Setembro, o Cogresso dos Estados Unidos iniciaram o “Ato de Segurança e Estabilização do Sistema de Transpote Aéreo” (Lei Pública 107-42) que incluiu um fundo para compensar as vítimas e as famílias de vítimas. Inclusos neste Ato que todos os que aplicarem para esta compensação devem desistir de abrir processos contra as aérolinhas envolvidas. Entretanto, se um indivíduo escolhesse não aceitar a fundo de compensação, poderia então abrir um processo contra as aérolinhas envolvidas. Ellen Mariani, a qual o marido morreu abordo do segundo avião que atingiu as torres, foi umas das que abriu um processo. Mariani disse para a Fox News que a escolha foi devido, “eu quero justiça. Eu quero responsabilidade. […] Eu quero a verdade.” Mariani não foi a única pessoa a escolher rejeitar o fundo do governo e abrir um processo; de acordo com USA Today quase cem processos e ações coletivas foram abertos contra as aérolinhas. A disvantagem de abrir mão do fundo e escolher processar parece ser o tempo envolvido com este tipo de processo. Como ja temos visto em outros exemplos, abrir um processo contra uma companhia aérea por um incidente que precisa ser completamente investigado pode lever décadas. ~Procéssos em Acidentes do NASCAR^ Em Outubro de 2004, um avião Beechcraft King Air colidiu com uma montanha, sete milhas do Aéroporto Blue Ridge de Virgínia. A aeronave era propriedade de Hendrick Motorports e carregava vários membros da família Hendrick, incluindo o presidente da companhia John Hendrick e seu irmão, piloto-automobilístico corredor da NASCAR Ricky Hendrick. Todos os dez passageiros abordo da aéronave foram mortos. Uma investigação pela United States National Transportation Safety Board (NTSB) – Comitê Nacional de Segurança do Transporte dos Estados Unidos – achou que erros do piloto estavam entre as causas da colisão. A NTSB achou que o avião falhou na primeira tentative de pouso e mudou de direção, também falhou em subir para a altutide necessária de 2.600 pés. O relatório da NTSB também sugeriu que os pilotos falharam em usar os auxíllios de navegação para confirmar a posição da aéronave durante a aproximação. Em 7 de Fevereiro de 2006, parentes de duas das vítimas abriram um processo. O processo culpa parcialmente John Hendrick, alegando que ele mostrou “consciente e intencional desprezo” com os passageiros abordo da aéronave em um telefonema antes da viagem. Foi alegado que Randy Dorton, um passageiro abordo, ligou para sua esposa dizendo que o vôo não sairía devido às condições atmosféricas. Entretanto, o vôo partiu apesar das condições climáticas após Hendrick dizer não querer chegar atrasado para sua corrida. O vôo original estava marcado para ser de helicóptero, más quando o clima foi confirmado muito ruim, eles remarcaram com o avião da Hendrick Motor aircraft. ~Aérolinhas baratas economizam em Segurança?^ Pousando no Aéroporto Internacional Midway de Chicado, o vôo 1248 da Southwest Airlines derrapou para fora do fim da pista e para uma via pública, colidindo com três carros e matando uma criança de seis anos de idade. O acidente aconteceu em 8 de Dezembro de 2005, com a tentativa da tripulação de pousar o Boeing 737 durante uma tempestade de neve severa na área de Chicago. A NTSB identificou a pressão sob os pilotos para pousar a aeronave, ao invéz de direcionar-se para um aéroporto com uma pista mais longa, para baixar o custom para Southewest Airlines. O relatório afirmou que o Capitão perdeu a zona de pouso e então procedeu em deslizar sobre a neve, quebrando as barreiras de colisão e finalmente indo para a Avenida Central. Todos os passageiros foram evacuados com sucesso através de escorregadores e escadas. Esta colisão gerou grandes comparações para outro acidente envolvendo um avião da Southwest Airlines em Burbank, Califórnia em 5 de Março de 2000. Neste acidente, outro Boeing 737 derrapou para fora da pista e também invadiu uma via pública. Este incidente em particular terminou sem fatalidades, más trouxe atenção para os “atos de perigo” que podem ser cometidos por pilotos. Logo após a colisão, diversos processos foram abertos contra Southwest, Boeing, a cidade de Chicago e o operador do aéroporto. A advocacia especialista em leis de aviação Kreindler & Kreindler LLP abriram um processo, protestando que seus clientes sofreram abalos físicos e psicológicos como resultado do acidente. A advocacia apela que a tripulação da Southwest foi negligente e treinados imprópriamente para o uso do sistema de frenagem. Alegando que o primeiro oficial não tinha o acento em uma posição que pudesse alcançar o freio, e isso poderia ter causado o atraso de dezoito segundos em aplicar o mecanimos ‘reverso’ de frenagem. O processo judicial também apéla que o computador de bórdo usado para calcular a distância de pouso foi “negligentemente projetado e programado”. Em 7 de Abril, a advocacia Clifford de Chicago e a Schlyer & Associates de Merrillville, Indiana abriram um processo a favor de Lisa e Leroy Woods, parentes da criança morta com o resultado da colisão. O Boeing 737 da Southwest Airlines atingiu o carro que eles estavam viajando, ainda causando ferimentos para os três outros passageiros do veículo. ~A Colisão da Comair foi resultado de Erro do Piloto?^ Em 27 de Agosto de 2006, o vôo 5191 da Comair colidiu no final da pista do Aéroporto de Bluegrass em Kentucky, matando quarenta e nove dos cinquênta abordo. A tripulação do Jato da Bombardier Canadair Regional alinhou a aeronave para a pista errada, a qual era muito curta para decolagem. Após confirmar a pista correta com a torre, o convés superior de porta-aviões do vôo 5191 falhou em perceber que a aeronave estava na pista errada, ao invés, a um passo de um desastre. A NTSB relatou que os pilotos “não se precaveram em re-availar se estavam na pista correta.” Um acidente similar ocorreu no Aéroporto de Blue Grass em 1993, quando um jato comercial foi liberado para decolar na Pista 22 más foi para a Pista 26. Nesta ocasião, a tripulação percebeu o erro assim como a torre de controle abortou a decolagem. A NTSB também afirmou que o gravador de voz da cabine mostrou violação da “regra estéril de cabine”; os pilotos discutiam suas vidas domiciliares, trabalho e animais de estimações. No dia primeiro de Setembro de 2006, um processo foi aberto por uma família de uma vítima do vôo 5191 da Comair. O advogado disse, “Esta foi uma tragédia desnecessária. A conduta da Comair e do controle de tráfego foi absurda [...] Esta conduta que causou a colisão do avião foi entre as mais ultrajantes que eu ja vi em todos os meus anos de prática no litígio aviacional.” A família de Cecile Moscoe também abriu um processo contra a Delta Airlines, o dono da Comair, e a fábrica da aeronave. Os advogados deles alegaram que o projeto da aeronave não protegia os passageiros do combustível flamável e que os computadores de bórdo não avisaram os pilotos que eles estavam na pista errada. Outro processo no caso está atualmente buscando por estatus de ação coletiva. ~O Maior Desastre Aéreo do Brasil Vira Processo^ Cento e quarenta e oito passageiros e seis tripulantes morreram em 29 de Setembro de 2006 no maior desatre aéreo do Brasil até agora. Um Boeing 737 da Gol Airlines mergulhou na floresta Amazônica depois de uma colisão aérea com uma aeronave ExcelAire da Embraer Legacy. A aeronave ExcelAire fez uma pousagem bem sucedida pouco após a colisão em uma base da força aérea. Seguindo da colisão, as autoridades brasileiras confiscaram os passaportes dos dois pilotos da aeronave ExcelAire, sob o relatório de que o mecanismo de comunicação do avião havia sideo displicentemente deligado. Os Transponders, mecanismos de envio e recebimento de sinais, enviam informações para a torre de controle, indicando a posição do avião e alerta os pilotos quando uma aéronave se aproxima. Advogados Americanos representando as famílias das vítimas da Gol Airlines abriram processo contra a ExcelAire Service Inc. e Honeywell International Inc., fabricantes do transponder, alegando que a sua negligência causou a colisão. O precesso alega que a aeronave ExcelAir estava voando na altitude incorreta quando a colisão ocorreu. O advogado também alegou que o transponder na aeronave não estava funcionando corretamente. ~A Causa da Colisão do Helios foi Despressurização?^ O vôo 522 da Helios Airways colidiu com as montanhas do norte de Marathon na Grécia, matando todos as cento e vinte pessoas abordo. A colisão, que ocorreu em 14 de Agosto de 2005, foi causada por uma despressurização que matou os pilotos. Os pilotos de combate Gregos, despachados para fazer contato visual com a aeronave, acharam os pilotos curvados nas poltronas da cabine. Em 2 de Fevereiro de 2006, a advocacia de Lieff, Cabraser, Heimann & Bernstein, LLP, em cooperação com a advocacia de Phoebus, Christos Clerides, N. Pirilides & Associados, situada em Cyprus, que eles estariam representando famílias das vítimas do vôo 522 da Helios Flight, anunciou que, abriram um processo contra a Boeing Company no Distrito da Corte dos Estados Unidos em Chicago, Illinois. As advocacias adquiriram serviços de avaliação do especialista Hans-Peter Graf, que comentou. “A lista de tarefas que a Boeing compôs e recomendou para a aeronave 737 fazia com que os tripulantes decolassem e voassem com o sistema de pressurização ativados incorretamente. Os alertas e avisos dados à tripulação foram indescupavelmente vagos e atrasados. O projeto e implementação do sistema superior seria de baixo custo. Assim, eu estou firmemente convencido que a Boeing e seus sócios fizeram papel substancial nesta colisão e eles poderiam ter previnido isto com a construção de um dispositivo apropriado para alertar os tripulantes.” O processo implicou que negligência por parte dos pilotos parece ter ocorrido e a responsabilidade também fica por conta do fabricante da aeronave, a Boeing.