Aprenda a escrever bem Brasília, DF

O artigo traz cinco orientações resumidas de como elaborar um texto claro e conciso. O autor também comenta as diferenças existentes entre a língua portuguesa e inglesa. Saiba como melhorar sua escrita.

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Aprenda a escrever bem

Como escrever bem


"A diferença entre o escritor e o escrevedor está sobretudo na economia vocabular. Conseguir o máximo com o mínimo - eis um sábio programa." (Celso Pedro Luft)

Após essa maravilhosa citação de Celso Pedro Luft, começamos a desenvolver a habilidade de escrever aplicando uma máxima geralmente usada no mundo da moda, onde diz que “menos é mais”. Sendo assim, deixemos de lado, as enrolações, o emaranhado de preposições que apenas dificultam o entendimento e apenas causam danos ao bem escrever. Lembremos ainda, que a melhor forma para escrever bem como sempre digo, é escrever! Esse é o modo eficaz, esse é o segredo. E existem várias outras atividades que podem melhorar seu writing. Entre elas:

· escrever um diário

· ter um pen pal em outro país

· guardar exemplos de textos variados em Inglês

· guardar tudo o que você escreve em Inglês

· copiar textos

Mas é claro que podemos ajudar com algumas regras básicas que tornará a sua forma de aplicar essa habilidade muito mais lapidada:

1. Organize suas idéias em itens

Itemizar os pontos importantes da idéia possibilita disciplinar seu pensamento, estabelecendo uma seqüência lógica entre os elementos da idéia. Possibilita também relacionar todos os pontos importantes e estabelecer uma hierarquia de importância entre eles. Um outline ou esboço normalmente contém uma introdução, desenvolvimento da idéia com discussão de todos os elementos, e conclusão.

2. Certifique-se de que cada oração tenha um sujeito e que o sujeito esteja antes do verbo.

Em português freqüentemente as frases não têm sujeito. Na falta de um sujeito específico, muitas vezes o pronome IT deve ser usado. Além disso, em português muitas vezes o sujeito aparece no meio ou no fim da frase. Em inglês ele deve estar sempre antes do verbo (a não ser no caso de frases interrogativas), e de preferência no início da frase. Ex: (Aff) I like to wear pink clothes. (Int) Do you like to wear pink clothes?

Ao formar uma frase, o aluno deve acostumar-se a pensar sempre em primeiro lugar no sujeito, depois no verbo. O pensamento em inglês estrutura-se, por assim dizer, a partir do sujeito. A ordem natural e até certo ponto rígida dos elementos da oração em inglês é: Sujeito - Verbo - Complemento.

3. Use frases curtas.

A idéia a ser comunicada deve ser dividida em partes na medida do possível. Uma frase excessivamente longa, além de aumentar as chances de erro, é sempre mais difícil de ser lida e entendida do que uma série de frases curtas. Textos em inglês normalmente contêm mais pontos finais e menos vírgulas do que em português.

4. Seja objetivo; apresente fatos em vez de opinões.

Em qualquer idioma fatos sempre informam mais do que opiniões subjetivas. O texto deve se limitar o mais possível a fatos, ficando a conclusão reservada para o leitor. Não imponha ao leitor o seu julgamento; permita-lhe formar o seu próprio. É sempre desejável ser o mais claro e específico possível, substituindo palavras de mero efeito ou de significado vago, pela respectiva explicação.

5. Cuidado com o uso de voz passiva.

Voz passiva consiste em trocar o sujeito e o objeto direto de posição. O objeto assume a posição do sujeito, mas permanece inativo, isto é, passivo. No português, o uso da voz passiva é extremamente comum e apropriado ao idioma. O tom vago de uma voz passiva sem agente, assim como um sujeito indeterminado, são características típicas do português. No inglês moderno, por outro lado, a voz passiva chega a ser quase proibitiva porque destoa em relação à necessidade de clareza e de presença de fatos, limitando-se seu uso a casos em que o agente da passiva é desconhecido, irrelevante ou subentendido.

BIBLIOGRAFIA

Azar, Betty Schrampfer Understanding and Using English Grammar. Englewood Cliffs, New Jersey: Prentice-Hall, 1989.

Luft, Celso Pedro Dicionário Gramatical da Língua Portuguesa. Porto Alegre: Globo, 1967.

McArthur, Tom The Oxford Companion to the English Language. New York: Oxford University Press, 1992.

RightSoft, Incorporated Right Writer User Manual. Sarasota, Florida: RightSoft, 1988.

Thomson, A.J., and A.V. Martinet A Practical English Grammar. Oxford, England: Osford University Press, 1986.

Milena Queiróz Gonçalves

Fluente em Inglês, Graduada em Letras/Inglês, pós graduada em tradução simultanea,professora de Inglês, tradutora, autora da coleção "Amazing English" (níveis 1,2,3,4), Coordenadora Pedagógica dos siteswww.inglescurso.net,www.profissionalizando.com

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