Aprenda sobre a deficiência auditiva Brasília, DF

Confira a lista de fatores de risco referentes ao desenvolvimento da deficiência auditiva para bebês. Verifique também as consequências da falta de estimulação auditiva sobre a função da linguagem. O autor afirma que, "no Brasil a deficiência auditiva tem sido detectada muito tardiamente, impedindo uma melhor qualidade de vida para a criança".

Ana Cláudia da Câmara Sousa
(61) 3226-2477
Srtvs Q 701 - Conjunto L Bloco 02 N 30 Sala 115
Brasilia, DF
Especialidade
Nutrologia

Dados Divulgados por
Andrea Franco Amoras Magalhaes
(61) 3429-5246
Scn Qd 06 Conj a Bl C 2 - Asa Norte
Brasilia, DF
Especialidade
Medicina do Trabalho

Dados Divulgados por
Ursula Tatiana Farias Rodrigues
(61) 3321-0005
Shs Bloco C Sala 302 - Edifício Brasil 21
Brasilia, DF
Especialidade
Nutrologia

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Alano Batista Maranhão
(61) 3468-3979
Ql 04 - Conj. 05 - Casa 10
Brasilia, DF
Especialidade
Medicina do Trabalho

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Neurofis
(61) 3328-7551
scn Qd 5 Bl A, s/n s 913 Asa Norte
Brasília, DF

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Tatiana Maia Jorge de Ulhôa Barbosa
(61) 3245-6668
Setor Hospitalar Local Sul 716 - Qda 716 Conjunto &Quot;C&Quot;
Brasilia, DF
Especialidade
Medicina Intensiva

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Pasteur Medicina Diagnostica
(61) 3346-3121
Seps 712 - /912 Conj. B Bloco 04 Lojas 02/03 Sl 103
Brasilia, DF
Especialidade
Genética Médica

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Maria da Graca dos Santos
Shls 716 - Torre Ii Sala 120 Centro Clínico Sul
Brasilia, DF
Especialidade
Patologia Clínica/Medicina Laboratorial

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R.C
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Litus Medicos
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Aprenda sobre a deficiência auditiva

Qualquer indivíduo que não é exposto à estimulação auditiva nos primeiros anos de vida apresentará uma defasagem em seu desenvolvimento lingüístico. A prevenção da perda auditiva é uma forma de proteger e impedir que o indivíduo sofra as conseqüências da falta de estimulação auditiva sobre a função da linguagem.

Os primeiros anos de vida têm sido considerados como o período crítico para o desenvolvimento das habilidades auditivas e de linguagem. Esse é o período de maior plasticidade neuronal da via auditiva, ou seja, quando a audição mais se desenvolve. Nesse período, o sistema nervoso auditivo central pode ser modificado de maneira positiva ou negativa, dependendo da quantidade e qualidade dos estímulos sonoros captados.

O diagnóstico audiológico realizado durante o primeiro ano de vida possibilita a intervenção médica e/ou fonoaudiológica, ainda nesse período crítico, permitindo um prognóstico mais favorável em relação ao desenvolvimento global da criança.

Em 1994, o Comitê Americano sobre Perdas Auditivas (Joint Committe on Infant Hearing), elaborou uma lista de fatores de risco para a deficiência auditiva para bebês, entre eles:

-antecedentes familiares de perda auditiva hereditária;

-consangüinidade materna;

-infecções congênitas (rubéoloa, sífilis citomegalovírus, herpes e toxoplasmose);

-peso de nascimento inferior a 1.500 gr.;

-hiperbilirrubinemia;

-medicação ototóxica (aminoglicosídos, associação com diuréticos, agentes quimioterápicos);

-meningite bacteriana;

-ventilação mecânica e permanência na incubadora por mais de 7 dias;

-alcoolismo materno ou uso de drogas pscicotrópicas na gestação, entre outros.

As crianças consideradas de risco para a deficiência auditiva devem ser submetidas a uma avaliação auditiva denominada Exame da Orelhinha. Este exame ainda não é oferecido pelo SUS, sendo realizado apenas em clínicas particulares. Mas dada a importância dele, já existe um projeto de lei onde solicita que ele se torne obrigatório assim como o Exame do Pezinho.

No Brasil, a deficiência auditiva tem sido detectada muito tardiamente, impedindo uma melhor qualidade de vida para a criança com deficiência auditiva. É necessário uma maior conscientização por parte dos profissionais, que entram em contato primeiramente com o recém-nascido, para que eles possam auxiliar na detecção precoce da deficiência auditiva, fazendo a identificação dos bebês de alto risco. Além disso, o fonoaudiólogo é o profissional capacitado e habilitado dentro dessa área, para poder ajudar essa criança no processo de aquisição de linguagem.

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