Aprendendo a evitar o câncer de pele Cuiabá, Mato Grosso

Aprenda no artigo abaixo como evitar o câncer de pele. Veja uma breve análise sobre os raios solares. Os raios nocivos do sol podem causar envelhecimento precoce e câncer de pele.

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Aprendendo a evitar o câncer de pele

Editoria: Vininha F. Carvalho26/1/2004

Os raios nocivos do sol podem causar envelhecimento precoce e câncer de pele

Quando se trata de sol e de filtros solares, muitas pessoas ainda se encontram no escuro. Os raios nocivos do sol podem causar queimaduras, envelhecimento precoce, rugas, problemas nos olhos e até câncer de pele.

O Ministério da Saúde, através do Instituto Nacional de Câncer (INCA), estima que 80.000 novos casos da doença serão diagnosticados e cerca de 1800 brasileiros morrerão devido ao câncer de pele.

A dermatologista Wânia Del Fávero explica que a pele possui uma proteção natural contra os raios ultravioletas através da camada córnea da epiderme e da melanina. Esta camada é formada por queratina, semelhante a uma parede de tijolos e reflete 5 a 10% da incidência de luz. A melanina possui também um poder fotoprotetor.

“A radiação ultravioleta A (UVA) penetra até a derme provocando alteração do colágeno e elastina, e conseqüente modificação na pele, tornando-a mais espessa, seca e envelhecida. A radiação ultravioleta B (UVB) penetra na epiderme causando queimadura, alteração celular e câncer de pele”, destaca Wânia .

O envelhecimento e os cânceres de pele são processos biológicos formados por uma engrenagem, que em dado momento, pode ser afetada pela excessiva exposição solar. O envelhecimento prematuro da pele ocorre em razão dos efeitos nocivos das radiações UV ao longo do tempo.

Já o câncer de pele é o resultado da mutação de um gene (p53) induzido pelas radiações UV ao longo do tempo. Aqui vão algumas dicas sobre as informações nos rótulos nos protetores solares:

Filtro UVA:

Protege contra os raios UVA, que penetram na pele, provocando lesão celular cutânea através da formação de radicais livres. As rugas surgem devido à alteração da síntese de colágeno e elastina.

Os raios UVA podem influenciar, também, o desenvolvimento de alguns tipos de câncer de pele. Para reduzir os danos causados por este raio, recomenda-se a aplicação de filtros UVA, como a avobenzona ou butilmetoxidibenzoilmetano.

Esta substância fornece proteção contra o mais amplo espectro do raio UVA, que o intercepta mesmo antes que atinja a pele. Pode ser encontrado, comercialmente, sob o nome Parsol 1789, considerado, por muitos especialistas, como o melhor protetor contra os raios UVA disponível no mercado.

Filtro UVB

Bloqueia os raios UVB, que penetram na epiderme, provocando queimaduras e lesão celular que, a longo prazo, pode resultar em câncer de pele. Um dos filtros UVB mais utilizado é o octilmetoxicinamato, comercializado sob o nome de Parsol MCX.

Vitaminas C (ácido ascórbico) e E (tocoferol)

Evidências científicas sugerem que estes antioxidantes, em conjunto com os filtros UVA/UVB, maximizam a proteção da pele contra os danos causados pelos radicais livres, que se formam por indução dos raios UV e aceleram o envelhecimento da pele.

Proteção de Amplo Espectro

Os raios UVA e UVB são considerados carcinogênicos. Os produtos contendo proteção de amplo espectro oferecem a melhor cobertura contra os dois tipos de raios.

FPS – Fator de Proteção Solar

É seguido por um número (2 a 60), que indica o período que a pessoa pode se expor ao sol, sem provocar vermelhidão na pele. Por exemplo, se a pele, normalmente, torna-se vermelha após 20 minutos de exposição direta ao sol, um protetor solar com FPS 10 multiplicará por 10 este tempo, ou seja, 200 minutos. Use sempre produtos com FPS 15 ou maior.

O FPS mede o nível de proteção contra os raios UVB, que causam as queimaduras, mas não se relaciona aos raios UVA, que provocam o envelhecimento precoce da pele.

Cobertura

Não há filtro solar que forneça proteção para todo o dia. É necessário reaplicar o produto a cada 2h ou de acordo com as instruções na embalagem. Lembre-se de usar protetor solar mesmo em períodos curtos de exposição ao sol. Ainda que os efeitos dos raios na pele possam levar anos para surgir, 15 minutos diários de raios UVA/UVB são suficientes para causar sérios danos futuros.

Resistência à água

Nenhum filtro solar é completamente à prova d’água. Os produtos “resistentes à água” protegem a pele por um período de imersão contínua de até 40 minutos e os “protetores à prova d’água”, de até 80 minutos.

Também vale a pena saber:

-Pele e intensidade solar

A alteração maléfica da pele à exposição solar depende basicamente da intensidade da radiação solar e da cor da pele. Países com latitude acima de 60o, como na Suécia e Dinamarca, têm incidência de câncer de pele entre 5 e 19 casos por 100 mil habitantes. Já em países com latitude como Austrália, Brasil e África do Sul o número chega a 100 casos por 100 mil habitantes.

-Época do ano

No verão a incidência dos raios é maior na intensidade e na duração do dia.

-Exposição de áreas do corpo

Cerca de 90% do corpo estão em área exposta, como face, pescoço, mãos e braços.

-Roupas

A proteção depende do tipo de tecido, cor e espessura. Portanto, tramas mais fechadas, roupas superpostas e escuras protegem mais. Veja alguns exemplos:

-algodão estampado trançado marrom 0,3 1000

-algodão estampado trançado Creme 0,336

-bouclet de poliester tricotado Laranja 0,433

-bouclet de poliester tricotado Roxo 0,4 51

É sempre interessante lembrar que materiais molhados transmitem a luz com mais eficácia do que quando estão secos. As radiações UVA penetram mais na água. Portanto, tecido molhado diminui em um terço a proteção da roupa e pessoas dentro dágua sofrem maior incidência de UVA.

Usar camiseta molhada, hábito comum entre os jovens, apesar da sensação de “frescor”, facilita um problema de pele com mais facilidade do que a mesma camiseta seca.

-Cor de pele

Independentemente da latitude, a cor de pele está geneticamente constituída. Sabe-se que indivíduos de cor preta têm, em áreas expostas do corpo, incidência baixíssima de ceratose actínica, epiteliomas e melanomas (15 vezes menor que na cor branca).

Em contrapartida, albinos (racialmente pretos) têm frequência muito alta; e, corroborando este fato, índios albinos do Caribe morrem quase todos na idade adulta jovem vitimados por câncer cutâneo.

Foi desenvolvido um sistema para identificar o indivíduo que está mais propício a desenvolver câncer de pele. Consiste de uma escala (grupos I, II, III, IV, V e VI), baseada na cor da pele e na facilidade de bronzeamento. Pessoas do grupo I e II têm alto risco de desenvolver câncer de pele.

-tipo de pele

cor da pele (sem exposição solar),cor dos cabelos e cor dos olhos resposta da pele à exposição solar

I-pele branca, muito fina,olhos azuis, cabelos vermelhos sempre queima, nunca bronzeia

II-Branca, olhos azuis/verdes, cabelos loiros sempre queima, bronzeia discretamente

III-discretamente morena, olhos e cabelos castanhos queima e bronzeia com moderação

IV-um pouco mais morena, olhos e cabelos castanhos escuros queima pouco,bronzeia bastante

V-mestiços, índios, hindus, olhos e cabelos negros queima raramente,bronzeia muito

VI-Preta nunca queima,bronzeia intensamente

Fonte: Attachée de Press e Comunicação

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