Breve estudo sobre a Modernidade e as Relações Públicas Brasília, DF

A leitura dessa obra permite ao leitor, um esclarecimento a respeito da influência da modernidade e como a velocidade das transformações garante ou não, a estabilidade da instituição diante de seus públicos.

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Breve estudo sobre a Modernidade e as Relações Públicas

KUNSCH, Margarida M. K. Relações públicas e modernidade: novos paradigmas na comunicação organizacional. São Paulo: Summus, 1997.

O capítulo a ser resenhado foi: Relações públicas e comunicação organizacional: no caminho da modernidade. A autora mostrou como a modernidade influencia no processo comunicacional, como é importante para uma empresa se adequar as mudanças que a globalização impõe.

A leitura dessa obra permite ao leitor, um esclarecimento a respeito da influência da modernidade e como a velocidade das transformações garante ou não, a estabilidade da instituição diante de seus públicos. Mostra a evolução histórica da economia e deixa bem clara sua posição a favor do capitalismo coletivo, pois se acredita que o individualismo não pertence mais ao modelo atual, pois ele promove a responsabilidade social. Abordou como o profissional de Relações Públicas pode ser agente decisivo nesse processo. Pois o profissional deve adotar um posicionamento mais ativo na empresa, agindo como estrategista numa comunicação integrada, transformando vários setores de comunicação num só departamento e bem mais acessível aos públicos da organização, estabelecendo uma comunicação simétrica com via de mão dupla.

Para entender bem esse capítulo há necessidade de um conhecimento prévio a respeito de alguns assuntos, como por exemplo: os modelos de relações públicas criado por Grunig e Hunt, pois esclarece bem o que é a comunicação simétrica com via de mão dupla; também se faz necessário saber o que é comunicação integrada, pois assim saberá a contribuição sendo ela institucional, mercadologia ou corporativa, que proporciona a empresa.

A autora se baseia em vários autores, mas cita, principalmente, Cristovam Buarque, que defende a melhoria da educação e tendo como conseqüência uma sociedade mais ética e ciente de seus direitos e deveres e empresas mais responsáveis com seus públicos. E o R.P. ajudando a promover esse processo.

Este capítulo mostra sim, claramente, o posicionamento da autora, mas como se utiliza muitas citações o leitor fica querendo saber mais qual é a opinião dela sobre todo o assunto. O pensamento coletivista que ela apresentou, tem uma visão futurista e de acordo, completamente, com atividade de relações publicas e do cidadão que cumpre seus deveres. A linguagem utilizada é bastante clara, porém parcial.

Não só o Capítulo 5, mas a obra como todo, é necessária para qualquer estudante de comunicação tomar como referencial teórico pra toda vida profissional, pois é inovador e de fácil compreensão. E para melhor aproveitamento da obra é interessante contextualizar com a situação economia mundial e o política da responsabilidade social adotada pelas empresas.

Sobre o Autor
Estudante do 7º período de Relações Públicas da Escola Superior de Relações Públicas- Esurp, técnica em turismo eplo CEFET-PE, 20 anos.

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