Cirurgia Plastica - Rinoplastia São Luís, Maranhão

Rinoplastia: Saiba como a cirurgia pode melhorar problemas respiratórios e realçar as feições do rosto. A Rinoplastia ou cirurgia do nariz está entre os procedimentos estéticos mais procurados pelos brasileiros. Entenda mais no artigo abaixo.

Icem-Instituto de Cirurgia e Endoscopia
(98) 3232-3011
Rua dos Afogados 241
Sao Luis, Maranhão
Ademar Branco Bandeira
(98) 3232-3820
R Sao Pantaleao 1131
Sao Luis, Maranhão
Gam Grupo de Assistencia Medica
983-2365
Av Jeronimo de Albuquerque 540 - Hospital Sao Domingos
Sao Luis, Maranhão
Moacir de Moraes Silva
(98) 222-8303
pc Santaninha, 185, Centro
São Luís, Maranhão
Domingos S Costa
(98) 222-8753
r Rita Santa, 514, sl 202, Centro
São Luís, Maranhão
Jayron Alberto Aires C.Guimaraes
222-4252
Rua dos Afogados 731
Sao Luis, Maranhão
Sebastiao Porfirio da Silva
(98) 3235-1464
Av.do Valeqd. 23 - Lote 09 Ed. Carrarasala 112 e 113
Sao Luis, Maranhão
Domingos da Silva Costa
(98) 3222-8753
R Santa Rita 514 - Sala 202 Ed Catu
Sao Luis, Maranhão
Jose Ulcijara Aquino
(98) 3227-7769
Av. Colares Moreira 7 - Ed. Planta Towerqd. 01Sala 312
Sao Luis, Maranhão
Caio J Carvalho Fl
(98) 232-6906
r Alecrim, 415, sl 406, Centro
São Luís, Maranhão
Dados Divulgados por
 

Cirurgia Plastica - Rinoplastia

A técnica Rinoplastia Estruturada preserva a naturalidade do rosto, realça as feições e não fragiliza a região do nariz.

A Rinoplastia ou cirurgia do nariz está entre os procedimentos estéticos mais procurados pelos brasileiros, segundo dados da Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, um ranking que tem a lipoaspiração, em primeiro lugar, seguida da mamoplastia.

“Por estar numa posição central na face, o nariz é responsável, em grande parte, pela harmonia do rosto, por isso considero esse procedimento um dos mais fascinantes em cirurgia plástica”, explica Dr. Alan Landecker, membro Titular e Especialista em Cirurgia Plástica pela Sociedade Brasileira de Cirurgia Plástica, especialista em rinoplastia e autor do livro Cirurgia Plástica – Manual do Paciente.

A cirurgia do nariz corrige também defeitos congênitos, seqüelas de traumatismos, rinoplastias feitas anteriormente que não deram certo, além de ajudar na solução de problemas respiratórios, como alterações do septo nasal, seios da face e cornetos. Por meio das técnicas operatórias, o cirurgião pode reduzir ou aumentar o tamanho do nariz, alterar a forma do dorso, diminuir o tamanho das narinas ou refinar a ponta e alterar o ângulo entre o nariz e o lábio superior.

Indica-se a realização da cirurgia a partir dos 16 anos de idade, quando as estruturas ósseas e cartilaginosas do nariz e da face estão totalmente desenvolvidas. É importante que o paciente fale claramente o resultado que espera para que o médico possa discutir as possibilidades e fazer com que as expectativas correspondam à realidade.

Rinoplastia estruturada - A técnica denominada rinoplastia estruturada tem como princípios básicos separar a pele do nariz das estruturas ósseas e cartilaginosas, esculpir as cartilagens e os ossos de forma simétrica sob visão direta, melhorar o sistema respiratório e fortalecer o esqueleto nasal por meio de enxertos e pontos de fixação. O resultado é um nariz com estrutura esculpida e fortalecida. “Essa técnica difere da tradicional rinoplastia redutora, que reduz o esqueleto do nariz por meio da retirada de cartilagem e osso, enfraquecendo a sua sustentação e deixando o nariz vulnerável às forcas de distorção causadas pela respiração e pelo tecido de cicatrização”, esclarece Dr. Alan.

As diferentes técnicas de rinoplastia podem ser realizadas através de duas vias de acesso: ‘aberta’ ou ‘fechada’. A técnica fechada é feita por dentro do nariz e a visualização das cartilagens e dos ossos é limitada e incompleta. No procedimento aberto, realizado através de incisões por dentro do nariz e uma pequena incisão externa na columela, a visualização é completa, oferecendo maior facilidade e precisão ao cirurgião. A cicatriz externa é praticamente imperceptível na maioria dos casos.

“Considerando estes fatores, a abordagem que oferece os resultados mais previsíveis, consistentes e duradouros atualmente é a rinoplastia estruturada pela via aberta” diz Dr. Alan.

A anestesia utilizada é, na maioria das vezes, a geral, mais segura para o paciente. Uma cirurgia primária dura de duas a três horas. A secundária (que é o conserto) é mais complexa e pode durar de quatro a seis horas.

No final da cirurgia, a pele é readaptada sobre a nova estrutura. Um curativo de imobilização é aplicado para auxiliar a cicatrização dos tecidos. Na maioria dos casos, coloca-se uma pequena placa de silicone dentro das narinas para evitar sangramentos, auxiliar na estabilização das estruturas e possibilitar a respiração durante o pós-operatório. “A grande vantagem é a eliminação do uso de tampão. O paciente sai do hospital respirando pelo nariz”, complementa.

A cicatrização da cirurgia de nariz é demorada. Provavelmente 80% do inchaço desaparecem nos primeiros 90 dias, mas os 20% restantes demoram de 6 meses a 1 ano.

Algumas orientações pós-cirurgia.: Siga as orientações e a prescrição médica com rigor | . Não fume por 1 mês nem faça uso de bebidas alcoólicas por 14 dias | . Não faça nenhum esforço físico nem carregue peso por pelo menos 1 mês, as atividades físicas devem ser evitadas de 3 a 4 semanas | . Não se exponha ao sol por 2 a 3 meses. | . Não mexa ou molhe o curativo até a retirada | . Mantenha repouso absoluto por 7 dias, a cabeça sempre elevada, durma com 2 travesseiros durante 2 semanas | . Evite alimentos que necessitam de mastigação excessiva por 1 semana | . Mantenha a parte interna das narinas limpas utilizando um cotonete embebido em água oxigenada | . Não utilize óculos apoiado no nariz por pelo menos 1 mês | . Pode usar cremes hidratantes após 2 semanas | . O retorno ao trabalho é permitido após 1 semana | . Evite relações sexuais por 2 semanas | . A ponta do nariz pode ficar dormente, a sensibilidade retorna gradativamente após 6 a 12 meses | . O resultado final pode ser visto somente após 6 meses a 1 ano.

Clique aqui para ler este artigo no Guia da Plastica