Como diferenciar pensamentos de sentimentos Rio Branco, Acre

Saber distinguir entre pensamentos e sentimentos pode ser um grande fator de enriquecimento para seus relacionamentos interpessoais.Pensamentos não são sentimentos, mas idéia de como você deveria se sentir. Quando os sentimentos e pensamentos se confundem é difícil enxergar a verdade.

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Como diferenciar pensamentos de sentimentos

Pensamentos são baseados em experiências anteriores e na experiência observada de outras pessoas.

Sentimentos são a sua verdade.

Pensamentos não são sentimentos, mas idéia de como você deveria se sentir. Quando os sentimentos e pensamentos se confundem é difícil enxergar a verdade.

As experiências anteriores não são indicadores de verdade, porque a verdade pura é criada aqui e agora, não representada.

O passado e o futuro só podem existir no pensamento.

Os sentimentos existem no agora...

Por exemplo: Você irá conhecer alguém, mas antes uma pessoa lhe diz que este alguém não é bom, que teve uma experiência ruim com esta pessoa e que você deve tomar cuidado com ela.

Quando esta pessoa aparece em sua frente... você já está com o pensamento baseado no que a outra pessoa pensa ou sente, não na realidade que você sente naquele exato momento.

Você poderá olhar para a pessoa e acha-la boa, pode conversar com ela durante horas e acha-la inteligente, maravilhosa e sentir que gosta dela. Mas sempre algo lá no fundo irá lhe dizer... não pode confiar nesta pessoa, ela fez algo que desagradou a outra pessoa, poderá fazer comigo também... na realidade não deixa o seu verdadeiro sentimento fluir e sim um pensamento do que você acha que deve sentir.

Quando alguém que você confia lhe narra um fato... com os pensamentos dela, sentimentos baseados em uma experiência desagradável a qual ela vivenciou. Acreditamos fielmente no que a pessoa está nos narrando. Então esta pessoa é mentirosa? Claro que não, ela apenas está te demonstrando os pensamentos e sentimentos dela em relação ao fato, isso não significa que seja o que você realmente sente pelo ocorrido. O desconforto, tristeza ou seja lá o que for que você sentir está baseado no pensamento e não no sentimento verdadeiro.

Darei um exemplo que aconteceu comigo. Ouvi durante três anos falar de uma pessoa maravilhosa, feliz, um espírito de luz, uma pessoa com dádivas divinas.

Mesmo sem a conhecê-la eu gostava imensamente desta pessoa... sentia por ela um grande carinho e tinha a certeza em meu coração que quando eu a visse pessoalmente o sentimento continuaria, porque eu realmente acreditava naquele pensamento.

Enfim, chegou o grande dia de conhecer pessoalmente esta pessoa maravilhosa... ao nos cumprimentarmos, senti que era um presente estar ao lado finalmente daquela pessoa.

Conversamos durante alguns minutos... percebi que ela não me dizia nada em especial, que não fazia minha alma vibrar quando a encontrei novamente, mas continuei a acreditar que gostava dela, afinal todos sem exceção afirmavam que ela era maravilhosa e que eles eram privilegiados por terem a amizade dela e até então ela não provara ao contrário, nada havia feito de grave, então eu ainda acreditava que realmente gostava dela, mesmo porque se dissesse as outras pessoas o que eu estava sentindo, poderiam me interpretar mal ou mesmo achar que eu estava com inveja ou sei lá mais o que.

Então me calei, guardei o sentimento de que na realidade eu não gostava dela.

E jamais me atreveria a dizer as outras pessoas que convivem conosco (eu e ela) que eu não tinha o mesmo sentimento por ela.

Tudo isso foi baseado em pensamento e não em sentimento.

Se você realmente quer saber alguma coisa sobre alguém, procure sentir e não pensar.

O cérebro trabalha por repetição, por crenças anteriores, o sentimento flui da alma... e não adianta tentar enganar a alma.

Como sabem, enganamos o cérebro facilmente (através das ondas eletromagnéticas), mas a alma, essa não há como enganar.

Sobre o Autor
•PhD em Administração de Empresas pela Flórida Christian University (EUA)
•PhD em Psicologia Clínica pela Flórida Christian University (EUA)
•Psicanalista e Diretora de Assessoria Geral da Sociedade de Psicanálise Transcendental.
•Mestre em Administração de Empresas pela USP.
•Especialista em Estratégias de Marketing em Turismo e Hotelaria pela USP, MBA em Gestão de Pessoas e Especialista em Informática Gerencial.
•Psicanalista voluntária na Casa de Apoio à Criança Carente com Câncer e na Universidade da Terceira Idade.
•Professora da FGV do Rio de Janeiro e de mais 03 universidades.
•Empresária no ramo moveleiro
•Responsável e Membro do Conselho Editorial da Revista Empresa Familiar.
•Coordenadora do grupo de Excelência de Empresa Familiar do Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA.
•Diretora da DS Consultoria S/S Ltda, especializada em Empresas Familiares.
•Conciliadora, Mediadora e Árbitra Empresarial.
•Membro do Conselho Editorial e responsável pela Revista Empresa Familiar.
•Autora do livro O Perfil do Empreendedor e co-autora do livro Empresa Familiar: Conflitos e Soluções, juntamente com Domingos Ricca, Roberto Gonzalez e José Bernardo Enéas Oliveira.
•Vários artigos publicados na área de Administração, Tecnologia da Informação e Psicanálise em revistas especializadas.

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