Como escolher a profissão certa Brasília, DF

A escolha da profissão deve ser baseada na procura de fazer algo que gosta, o que o realiza, o que o faz feliz, o que faz com que se sinta íntimo e dominador, o que faz você se sentir um ser humano útil para a sociedade ou parte dela.

Apoio Telecom
(61) 3223-2331
SDS BL Q s 307
Brasília, DF
 
Elétrica Hidrowat
(61) 3340-1841
SCLRN 716 BL A lj 21
Brasília, DF
 
Alencar Instalações
(61) 3245-2104
CRS 513 BL B s 203 en 9
Brasília, DF
 
Francisco Bombeiro Hidráulico Eletricista
(61) 3233-3684
SHCES Q 303 BL C Comércio lj 47
Brasília, DF
 
Elétrica e Hidráulica Sadan
(61) 3399-5976
QS 14 c 3 cj 10B
Brasília, DF
 
S.o.s Pague Menos Elétricos e Hidráulicos
(61) 3347-2002
SCLRN 704 BL C lj 20
Brasília, DF
 
Circuitu´s Instalações e Reformas
(61) 9333-2430
CLN 406 BL A lj 8
Brasília, DF
 
Altaide Eletricista
(61) 3274-1603
SCLRN 708 BL C ap 101 en 16
Brasília, DF
 
Divino Instalações Elétricas
(61) 9998-1466
QI 8 cj D
Brasília, DF
 
Marcelo Eletricista
(61) 3355-6395
QN 3 CJ 5 c 22
Brasília, DF
 

Como escolher a profissão certa

O tempo passou e não foi percebido. Em vez de ter reclamado que ainda eram 10h, você lamentou que já eram 17h. Ao longo do dia de trabalho, por vários momentos, você não sentiu onde estava sentado, deixando de ter consciência do ambiente onde estava, se transportando para o mundo de suas tarefas. E quando alguém, de repente, chamou você, num susto, subitamente a sua consciência voltou ao mundo temporal. As oito horas de trabalho passaram e você nem notou; parece que trabalhou só a metade do tempo decorrido, e o pior, nem ficou cansado e ainda ficou um gostinho de quero mais.

Não se espante. Se você nunca se viu enquadrado nesta situação, acredite, é possível. Isto acontece quando você faz algo que lhe dá a sensação de estar sendo útil. Quando, independente das obrigatoriedades empresariais das tarefas, essas mesmas tarefas, quando consumadas, lhe massageiam o ego. Que o digam os workaholics.

Maldita frase: "Se você não faz o que gosta, procure gostar do que faz". N Â O! Procure fazer o que gosta, o que o realiza, o que o faz feliz, o que faz com que se sinta íntimo e dominador, o que faz você se sentir um ser humano útil para a sociedade ou parte dela. Porque, como falo em minhas palestras, "Se você faz o que gosta, 80% do seu sucesso está garantido; o resto é tempo".

Está totalmente caduca a idéia de que o jovem escolhia a profissão antes de entrar para a faculdade, ou até mesmo para o segundo grau profissionalizante, e existia um compromisso de fidelidade a ela para o resto da vida. Tem que existir uma reformulação geral nos conceitos de qualificação dos testes vocacionais. Inclusive os RH's deveriam aplicar testes vocacionais nos processos de seleção para cargos ocupados por recém-formados, para garantir que realmente aquele profissional está na oportunidade certa. Pois sabemos que muitas vezes o estudante escolhe uma cadeira para seguir na faculdade por influência e motivos adversos ao autêntico, por exemplo: por ser pouco concorrida, por influência da família, por ser a mais barata, etc. Onde a preocupação mais importante é ter nível superior, ou seja, divide o pagamento do diploma, na maioria das vezes, em 48 parcelas. Acaba a faculdade e vai correndo na secretaria pegar o diploma. Não sabe nem se vai conseguir um trabalho, muito menos conquistar um emprego. O diploma tem que ser uma conseqüência natural, não a causa da graduação.

Em relação às características intangíveis dos candidatos, que não tem como mensurar com testes escritos, objetivos, entrevistas, dinâmicas, os RH's das empresas só conseguirão descobrir essas verdadeiras características de comportamento, personalidade, etc., se desenvolverem mecanismos para perceberem os comportamentos dos mesmos em simulações de situações verdadeiras. Assim, o candidato não sabe que está sendo observado ou avaliado, se comportando da maneira natural, como ele realmente é. Outra maneira é verificar a vida social / profissional pregressa dele.

Segundo uma pesquisa da KPMG, feitas com pessoas recém-demitidas, 80% das demissões foi em função de comportamento, e só 20% por motivos técnicos.

Para complicar um pouco mais, as atividades humanas aumentaram não só em número, mas na complexidade e adversidade também, aumentando o universo de escolha para a realização pessoal (profissional e particular). Em função de tudo isso, ao longo do tempo a pessoa fica cada vez mais exposta e vulnerável às mudanças em sua vocação. Temos muitos exemplos por aí: Engenheiros Eletrônicos que são gerentes de marketing, etc. O ideal é fazer o que gosta e, por conseqüência natural, ganhar dinheiro com isso.

Você pode gostar de fazer várias coisas. Seja especialista no que faz, mas generalista nas idéias, independente da área em que elas possam surgir.

Quantos cursos de desenvolvimento pessoal, programas motivacionais e tempo do Departamento Pessoal estão sendo gastos sem necessidade e/ou com pessoas erradas? É como se quisesse alimentar peixe de aquário com alpiste. Vai ser difícil comer, e se comer não vai ser digerido, muito menos apreciado. E o pior, o dono nem percebe que está jogando dinheiro fora com alimento errado para o animal errado (sem falar no aumento da taxa de turnover).

Existem muitos profissionais que estão em seus empregos por conveniência financeira, estabilidade empregatícia, status, etc. Tá certo que essas são, muitas vezes, fortes causas motivacionais, mas são causas exógenas. A mais forte, autêntica, natural e perene é o regozijo do espírito, que é uma causa endógena. Quando a causa motivacional não norteia a vocação profissional, com raras exceções, o profissional será sempre mediano.

Portanto, siga a vocação sugerida pelo seu instinto humano, e SEJA FELIZ !!!!!!!.

Alexandre S. Girão - asgirao@attglobal.net www.alexandregirao.zip.net

Sobre o Autor

BRIEFING DO CV *<<<<#


Consultor, Congressista, Professor e Palestrante, com atuação nacional. Pós-graduado, MBA em Marketing-FGV. Administrador de Empresas. Trabalhou 15 anos na IBM. Foi Consultor comercial da Microlins-Master/RJ. Atualmente é Diretor de Relações Institucionais da Associação Brasileira de Administração – ABRA, Prof. de graduação na UNIGRANRIO e Sócio da PDC Consultoria. Practitioner em Programação Neurolingüística-INAP. Formado em Qualidade pela BVQI-Bureau Veritas. Professor no SEBRAE, SENAC e Fundação Bradesco. Professor de cursos de extensão na Universidade Estácio de Sá. Certificado no treinamento de docência no projeto QTC do SEBRAE. Consultor do Site Businesscom. Consultor e Prof. do Instituto do Varejo-IVAR do CDL. Vários cursos e seminários nas áreas de Marketing, Qualidade e Desenvolvimento pessoal. Treinou e lecionou para mais de 4.200 pessoas.


AUTOR DE ARTIGOS PUBLICADOS NAS MÍDIAS *<<<<#


Jornais "A Notícia" de Sta. Catarina e "Folha dirigida" do RJ; Revista Tendências do trabalho; Sites Catho, Conselho Regional de Administração, K&J RH, Businesscom,VendaMais, RHSocial, xvalley e Profissão Mestre, Nextel, etc.


ALGUNS DE SEUS CLIENTES *<<<<#


Sul América Seguros, Assembléia Legislativa do RJ, Shopping Bay Market, Móveis Dell Anno, Displaron, Esil, AHRP, MWANNA, ABRA, FEMAR, Microlins-Master, ABERJ, Fundação Bradesco, Proconsumidor, Universidade Estácio de Sá, Novezala, UBQ, SINTAERJ, UFRJ, UFRRJ, CEFET, FABES, UNISUAM, UGF, ARGUS, UNIGRANRIO, ETEVM, UFF (nesses dois últimos homenageado com placa de prata).


PORTFOLIO *<<<<#


Especialista nas áreas: - Desenvolvimento pessoal. - Marketing. Temas de Palestras, Treinamentos e Cursos já montados: - Como se comunicar em público – Técnicas de Apresentação e Oratória. - Excelência no atendimento ao CLIENTE / PROSPECT. http://www.youtube.com/watch?v=8rwN3gLaKdo - Preparando-se para o mercado de trabalho. - Marketing Pessoal Estrutural. - Relacionamento interpessoal. - Administração de Marketing. - Marketing básico. - Programação Neurolingüística-PNL. - Gestão da Qualidade Total em Serviço. - Liderança e trabalho em equipe. - Capacitação para Liderança e Gerenciamento. - Gestão do tempo.


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