Como o Cérebro Distingue Emoção e Sentir Cuiabá, Mato Grosso

O cerebro faz uma clara distinção entre emoções e sentimentos. Ao contrário de emoções, sentimentos não são instintivos, eles estão conscientes e discriminatórios porque são baseados na memória, no conhecimento, e no sentido da autobiografia. Analize o artigo abaixo e saiba mais.

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Como o Cérebro Distingue Emoção e Sentir

As funções básicas de emoções são predefinidas: elas são "dispositivos que são instintivos e autônomos".

As primárias emoções como medo, felicidade, tristeza, raiva, surpresa, e repugnância, o autor afirma que elas são universais emoções devido à sua aparição em primatas, o aparecimento precoce no desenvolvimento humano. Estas emoções primárias são curiosas adaptações, são parte integrante das máquinas com os organismos que regulam a sobrevivência e originários do sistema límbico. Todas as entradas sensoriais do corpo são enviadas para a amígdala e córtex, através do tálamo. Fisiologicamente falando, a amígdala, aproxima duas estruturas de tamanho no sistema límbico, e o emocional age como filtros de informações sensoriais, especialmente o medo.

A amígdala é o principal jogador, na medida em que ambos os envia e recebe informações de muitas outras partes do cérebro. Se a amígdala avalia esta entrada como tendo alto conteúdo emocional, que prioriza a entrada e envia imediatamente aos neurotransmissores sinais que vêm de várias partes do cérebro, (tais como o hipotálamo), e corpo, (como o coração), para agir, usa-se a analogia. Porque os gânglios do neocórtex levam mais tempo do que a amígdala para processamento da informação, é possível que a amígdala cause um efeito de curto-circuito no cérebro.

Entretanto, as mesmas informações sensoriais são enviadas para outras partes do cérebro, tais como a gânglios basais e do neocórtex, onde o conhecimento e memória são acessados e incluídos na avaliação sensorial de entrada. Esta combinação de fatores de produção e avaliação atinge um nível de consciência e as emoções torna-se então um sentimento, ou o que ele chama o sentimento de emoção, que é definido como "a representação do mesmo transiente que causa mudança no organismo estatal em termos de padrões neurais e daí imagens".

Ainda de acordo com Damásio (2000), somos nascidos com os mecanismos neurais necessários para gerar órgão ou somáticos estados, como o medo, em resposta a certos estímulos sensoriais. Quando o medo ou repugnância, por exemplo, são geradas certas respostas corporais correspondem a cada uma dessas emoções. Estas respostas são amplamente universais: por exemplo, os bebês respondem ao medo causado por um súbito e forte choro, pelo ruído incomum estiramento muscular, acelerando a freqüência cardíaca.

Com o passar do tempo, porém, enquanto reações corporais ou somáticas que correspondem a essas emoções como medo continuam a ser os mesmos, a máquina de emoções desenvolve mais sofisticadas vieses através da autobiografia da recolha de memórias. Para exemplo, se essa criança vive em uma zona de guerra onde altos ruídos são freqüentes e normais e a criança venha a não reagir como significativa ou medrosamente a ruídos altos. Do mesmo modo, a pessoa na analogia vai lembrar que nem todos os ursos são perigosos.

É importante notar que a entidade ou estados somática pode ser positivo ou negativo.
Negativo: organismo afirma desacelerar o processamento de imagens e de limitar a diversidade de imagens que podem ser tratados, limitando assim a eficiência do raciocínio, mas que permita o corpo de chamar a atenção para o objeto causando a emoção negativa.

Positivo: estados reforçados com rápida geração de diversas imagens, e o raciocínio são acelerados, mas não necessariamente eficientes. Felicidade, por exemplo, também tem específicos órgãos que marcam a sua ocorrência, de forma específica que experimentos delinear claramente a diferença entre um verdadeiro ou emocional sorriso e um sentimento artificial.

O estudo mostra que não só são diferentes vias neurais ativadas, mas também diferentes estados são promulgadas corpo, incluindo a utilização de diferentes músculos faciais. Estas vias neurais específicas que servem emoções refere-se como mapas neurais, e as respostas corporais que acompanham específicas emoções, ele se refere como mapas corporais. Isso corresponde com a descrição de William James "emoções padrão", como o medo e a raiva, quando ele afirma que sentimentos são baseados em uma percepção dos estados corporais.

Objetos percebidos pelos sentidos são avaliados para conteúdo emocional e marcados. Essa marcação pode ser feita com base em mapas neurais antes e / ou mapas corporais associados com o objeto, ou baseados em geral nas associações instintivas. Deste modo, cada objeto é marcado ou sinalizado como positivo ou negativo.

Estes marcadores somáticos ou emocionais sinais não tomam decisões, mas orientar as decisões por ajudarem a centrar a atenção sobre determinados aspectos do ambiente e reforçar assim a qualidade do raciocínio e, teoricamente, a adequação das nossas respostas.

Uma imagem de um corpo e mente integrados, ligados entre si pela emoção e sentimento funções do cérebro. Emoções, que são inconscientes, criar estados físicos, mas sentimentos, que são conscientes, na maioria das vezes surgem a partir de mapas neurais, que são baseadas no corpo repetidas estados.

Sentimentos em seguida são cognitivos, uma vez que dependem de atividades e funções dentro do cérebro. O cérebro tem como emoção e sentimento influenciando cada função, assim que cognição já não pode ser examinada sem o seu grupo, a emoção.

Sobre o Autor
•PhD em Administração de Empresas pela Flórida Christian University (EUA) •PhD em Psicologia Clínica pela Flórida Christian University (EUA) •Psicanalista e Diretora de Assessoria Geral da Sociedade de Psicanálise Transcendental. •Mestre em Administração de Empresas pela USP. •Especialista em Estratégias de Marketing em Turismo e Hotelaria pela USP, MBA em Gestão de Pessoas e Especialista em Informática Gerencial. •Psicanalista voluntária na Casa de Apoio à Criança Carente com Câncer e na Universidade da Terceira Idade. •Professora da FGV do Rio de Janeiro e de mais 03 universidades. •Empresária no ramo moveleiro •Responsável e Membro do Conselho Editorial da Revista Empresa Familiar. •Coordenadora do grupo de Excelência de Empresa Familiar do Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA. •Diretora da DS Consultoria S/S Ltda, especializada em Empresas Familiares. •Conciliadora, Mediadora e Árbitra Empresarial. •Membro do Conselho Editorial e responsável pela Revista Empresa Familiar. •Autora do livro O Perfil do Empreendedor e co-autora do livro Empresa Familiar: Conflitos e Soluções, juntamente com Domingos Ricca, Roberto Gonzalez e José Bernardo Enéas Oliveira. •Vários artigos publicados na área de Administração, Tecnologia da Informação e Psicanálise em revistas especializadas.

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