Como o os pais "empurram" seus filhos `as drogas Brasília, DF

Infelizmente os filhos não nascem ao mundo juntamente com um manual de instruções, que fale como os pais devem tratá-los, o que eles pensam, qual será o seu temperamento, seus valores, aspirações, frustrações, alegrias e visão de vida e mundo.A grande maioria dos pais tentam... tentam muito acertar na criação e educação dos filhos, mas também a maioria falha.

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Como o os pais "empurram" seus filhos `as drogas

A grande maioria dos pais tentam... tentam muito acertar na criação e educação dos filhos, mas também a maioria falha.

Falha porque não querem enxergar ou porque "acreditam" que seus filhos são perfeitos, os melhores de todo o mundo... o amor cega!!!

Tipos de pais e sua maneira de criarem seus filhos para a vida:

1. O pai que proporciona tudo ao filho, não importando o sacrifício que isso lhe traga.

O filho que tem tudo... basta expressar o desejo de ter alguma coisa, lá estão os pais lhe oferecendo, não importando o sacrifício que façam, o mais importante é ver o sorriso momentâneo do filho quando está em posse do que desejava tanto.

Esta criança crescerá uma pessoa com a certeza que o mundo e as pessoas lhe darão tudo que desejar, os pais criam em seu inconsciente que "tudo vem fácil" e que será assim pelo resto da vida.

Por outro lado, o filho que tem tudo, que não recebe um não, se frustra porque não tem que lutar ou brigar por nada... seu inconsciente faz uma imagem distorcida do que realmente é o amor. O amor não tem um significado importante, assim como nada em sua vida. Ele não sabe o que é a palavra Não de verdade, e quando recebem um não dos pais ou das pessoas, sempre arranjam um "jeito" de conseguirem o que querem. São persuasivos, convincentes e não há o que não consigam.

Quando crescem... tudo na vida é cinza, isto é, não tem muita graça, nada é intenso na vida dele, nos sentimentos, no trabalho, na faculdade e nos relacionamentos amorosos.

Então, ele descobre inconscientemente que o mundo e sua vida é monótona, não há emoção, todos os seus sentimentos são mornos, sua vida é morna.

Até que ele descobre algo que pode lhe trazer várias cores a sua vida, sensações que nunca sentiu, ver o que nunca viu, amar intensamente mesmo que seja por algumas horas.

E se entrega a este prazer momentâneo, afinal, é somente quando ele sentir necessidade ou desejar, quando não quiser mais, ele sairá do uso da droga que lhe proporciona tudo aquilo que jamais teve em sua vida.

Para seu engano, nosso inconsciente e nossas almas sempre querem mais. É o mesmo que uma pessoa comer arroz e feijão a vida inteira e um dia alguém lhe dá para experimentar um prato francês maravilhoso, uma dádiva dos deuses. Quando ele conhece o que é grandioso, diferente e dá-lhe um prazer que nunca sentiu, jamais irá querer voltar ao arroz e feijão.

Acostumamos-nos com tudo... até com o sofrimento, até que um dia nos apresentam a alegria, o prazer, a vida, a beleza, um outro mundo. Nunca mais vamos voltar a termos a vida anterior. Pois temos um referencial de comparação.

Um ser humano só sabe o que é bom ou ruim, quando há outra coisa semelhante para se comparar.

Comparando o que ele tinha antes com o que ele tem agora, não há a menor dúvida que irá ficar com o que possui hoje. Sem falar que nossa estrutura física vira dependente porque nosso cérebro só trabalha por repetição, dificilmente conseguimos criar outros padrões de pensamento. Estamos sempre repetindo o que fizemos anteriormente.

2. Os pais que amam seus filhos, mas jamais expressam seus verdadeiros sentimentos

Este pai expressa amor no olhar, às vezes em algumas palavras carinhosas, mas nunca abraça de verdade, beija com todo o coração e fala com a alma "Meu filho eu te Amo".

Quando perguntamos a eles: Você já disse ao seu filho que você o ama?

A resposta eu já sei décor... "Eu não preciso dizer, ele sabe".

Eu respondo sem hesitar, não ele não sabe... não tem bola de cristal, as pessoas não sabem de verdade o que se passa no coração das outras se elas não falarem com a alma. Ele pode sentir, pensar, mas no fundo não tem certeza. Aliás, na vida dele, ele nunca tem certeza de nada. Muitas vezes nem de quem ele é e qual o propósito dele neste mundo.

Questiona-se algumas vezes: o que eu estou fazendo aqui, se eu nascesse ou não, não faria a menor diferença ao mundo!!

Geralmente, torna-se possessivo com as pessoas que ama (amigos, namorada (o), etc.), porque quando encontra alguém que expressa verbalmente amor por ele, ele se agarra com o coração, porque não se acha digno de ser amado tanto assim.

Então, sofre com os abandonos mais que os outros, sofrem com as perdas, a mágoa é maior para ele, vive remoendo o que passou, o amor que perdeu ou o avô / avó, tio / tia que o amava de verdade... coloca em seu inconsciente que a única pessoa que o amou de verdade está morta e que nunca mais terá um amor verdadeiro como aquele.

Busca o amor incessantemente, busca preencher o vazio que este sentimento deixou dentro de sua alma. Então, é apresentado a alguma coisa que preencha seu vazio, que se sinta pleno e completo, nem que seja por algumas hora, a Senhorita Droga que preenche o vazio de todos as almas que a buscam, só que por pouco tempo e cobra um preço muito caro, a vida de quem ela dá toda esta plenitude.

3. Pais que não amam, não se importam, não se sentem pais, não nasceram para serem pais.

São pessoas que só pensam nelas e em seu bem estar, em preencher também seus vazios e suas vidas banais, o filho muitas vezes veio por acaso ou porque a sociedade exige ou ele acha "bonitinho" ter uma criança.

O filho muitas vezes é um estorvo para ele, atrapalham seus planos, sua vida, seus afazeres, seus amores. Quando não os abandona, vivem em plena guerra dentro de casa, falando e ouvindo palavras que ninguém gostaria de ouvir, muito menos uma criança.

Quando perguntamos por que foram pais, as respostas quase sempre são as mesmas: "Eu era muito novo(a), aconteceu, não tive como evitar, não era isso que eu sonhava para minha vida, etc.)".

Como vocês acham que uma criança assim se sente? Ela sabe desde a barriga da sua mãe que "aconteceu" e não foi desejado, um presente de Deus, apenas "aconteceu", como qualquer outro fato acontecido na vida das pessoas.

Um dia ele é apresentado a alguém que o quer de verdade, que o faz sentir-se pleno, desejado, um verdadeiro "super herói" que veio para fazer a diferença ao mundo, talvez salvar a humanidade.

A primeira coisa que este "super herói" faz é não conseguir se salvar, muito menos aos outros.

Entrega-se à fantasia, a uma vida e um sentimento que nunca soube, que jamais pensou em sentir, um ser humano completo, nem que seja por poucas horas.

4. Pais que acham que quanto mais severos forem, melhor seus filhos serão.

Sua palavra de ordem é "Não", adoram policiar as palavras, atitudes, educação, escola, roupas, amigos, música que houve e tudo mais que os filhos fazem. Como eternos carcereiros que estão com a responsabilidade de tomar conta de um preso a qualquer custo.

Estes filhos sonham com a liberdade, olham e analisam os outros pais e sempre se perguntam: "porque meus pais não s"ao assim", eu realmente gostaria de ser filho deles ou eu nasci na família errada.

Um belo dia, ele finalmente encontra a "Senhora Liberdade", que lhe dá tudo o que sonha, voa por caminhos jamais vistos, por verdadeiros paraísos, onde não há opressão ou a palavra não... se entregam a esta liberdade momentânea de corpo e alma e nunca mais querem voltar para a prisão em que viviam.

Senhores pais, eu poderia escrever aqui páginas e páginas de casos que me deparo como psicanalista e psicóloga clínica todos os dias. Jovens que chegam a mim, não somente com um vazio imenso em seu coração, vida, futuro e alma. Com a certeza de que jamais preencherão este vazio que aumenta a cada dia em que acordam depois de estarem drogados.

Sentem-se não como seres humanos, mas como a escoria da família, do mundo e do universo.

Chegam sem estima alguma, sem paz, sem vida, sem esperança de um futuro. Olho nos olhos e vejo sempre a mesma coisa: "um olhar sem brilho, sem alma". Alguém de vocês já prestou atenção em uma pessoa morta com os olhos abertos, não há brilho, não há vida... é assim que eles chegam até mim, Mortos!!!

Quem sabe um dia os pais se conscientizarão que não são perfeitos, que erram, erram muitas vezes mais que os filhos, mas que também não se preocupam tanto em acertar, porque para eles, o modo que educam e agem com seus filhos está totalmente correto. Que ninguém pode interferir na educação dos filhos, o filho é dele e ele sabe educá-lo melhor que ninguém. Ninguém Serve para dar conselhos ou educar de melhor forma.

Ninguém se Droga se não tiver uma tristeza profunda ou um imenso vazio na alma.

VOCÊS FORAM, SÃO E SERÃO SEMPRE UM FRACASSO COMO PAIS!!!

Ninguém é infalível, mas pelo menos tentamos acertar, buscar informações, conversarmos com nossos filhos de peito aberto e principalmente dizer a ele que você não é perfeito e como ser humano falha... e que ele pode ajudá-lo a melhorar como pai ou mãe. Que sempre podemos recomeçar, seja de que ponto paramos nesta vida.

Sobre o Autor
•PhD em Administração de Empresas pela Flórida Christian University (EUA)
•PhD em Psicologia Clínica pela Flórida Christian University (EUA)
•Psicanalista e Diretora de Assessoria Geral da Sociedade de Psicanálise Transcendental.
•Mestre em Administração de Empresas pela USP.
•Especialista em Estratégias de Marketing em Turismo e Hotelaria pela USP, MBA em Gestão de Pessoas e Especialista em Informática Gerencial.
•Psicanalista voluntária na Casa de Apoio à Criança Carente com Câncer e na Universidade da Terceira Idade.
•Professora da FGV do Rio de Janeiro e de mais 03 universidades.
•Empresária no ramo moveleiro
•Responsável e Membro do Conselho Editorial da Revista Empresa Familiar.
•Coordenadora do grupo de Excelência de Empresa Familiar do Conselho Regional de Administração de São Paulo - CRA.
•Diretora da DS Consultoria S/S Ltda, especializada em Empresas Familiares.
•Conciliadora, Mediadora e Árbitra Empresarial.
•Membro do Conselho Editorial e responsável pela Revista Empresa Familiar.
•Autora do livro O Perfil do Empreendedor e co-autora do livro Empresa Familiar: Conflitos e Soluções, juntamente com Domingos Ricca, Roberto Gonzalez e José Bernardo Enéas Oliveira.
•Vários artigos publicados na área de Administração, Tecnologia da Informação e Psicanálise em revistas especializadas.

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