Como tornar-se um bom palestrante Brasília, DF

Para tornar-se um bom palestrante,basta lembrar de alguns procedimentos básicos quer explicaremos neste artigo.Uma das técnicas é a criação de vínculo com o público,através do interesse em comum,simpatia e credibilidade.

Alencar Instalações
(61) 3245-2104
CRS 513 BL B s 203 en 9
Brasília, DF
 
Altaide Eletricista
(61) 3274-1603
SCLRN 708 BL C ap 101 en 16
Brasília, DF
 
Circuitu´s Instalações e Reformas
(61) 9333-2430
CLN 406 BL A lj 8
Brasília, DF
 
Francisco Bombeiro Hidráulico Eletricista
(61) 3233-3684
SHCES Q 303 BL C Comércio lj 47
Brasília, DF
 
Marcelo Eletricista
(61) 3355-6395
QN 3 CJ 5 c 22
Brasília, DF
 
S.o.s Pague Menos Elétricos e Hidráulicos
(61) 3347-2002
SCLRN 704 BL C lj 20
Brasília, DF
 
Apoio Telecom
(61) 3223-2331
SDS BL Q s 307
Brasília, DF
 
Elétrica Hidrowat
(61) 3340-1841
SCLRN 716 BL A lj 21
Brasília, DF
 
Divino Instalações Elétricas
(61) 9998-1466
QI 8 cj D
Brasília, DF
 
Elétrica e Hidráulica Sadan
(61) 3399-5976
QS 14 c 3 cj 10B
Brasília, DF
 

Como tornar-se um bom palestrante

Lembra daquela piada que você considerava um quebra-gelo infalível?

De repente, ninguém riu. Como foi possível? É simples: na era da customização, nada mais é infalível. As mensagens precisam atrair, motivar e convencer. E não há uma maneira uniforme de fazê-lo.

Da mesma forma que ninguém motiva ninguém (no máximo cria condições para que as pessoas se automotivem), ninguém atrai ou convence ninguém. As pessoas se deixam atrair e se permitem convencer à medida que se estabelecem vínculos de simpatia, interesse e credibilidade.

E o que gera vínculos? Depende. Das pessoas, da cultura da organização e do público-alvo, do momento. Cabe ao palestrante (ou facilitador do seminário) estar bem equipado. Veja o que você pode fazer:

Informações - Conhecer a empresa não basta. É importante saber o momento pelo qual a empresa está passando, a razão da palestra ou seminário e como ele é percebido pelas pessoas presentes. A oportunidade de aprendizado é um castigo ou um prêmio? É vista como tempo bem empregado? O que aconteceu logo antes? Imagine, por exemplo, uma palestra que é parte de uma convenção. Se a convenção é um momento de celebração, a receptividade será completamente diferente de uma palestra proferida logo após uma bronca do CEO.

Perfis - Procure traçar o perfil do público-alvo. Não se limite a profissão, cargo e nível de escolaridade. Há muitos modelos que elucidam perfis psicológicos. O Center for Creative Leadership, por exemplo, acredita em 4 perfis básicos, que são:

REALISTA - Pessoa que aprecia os dados e as informações, é "pé no chão" e racional.


ESTRUTURAL - Valoriza a ordem, o controle e a precisão.

AFETIVO - Preocupa-se com sentimentos, emoções, entusiasmo, prazer e principalmente pessoas.

VISIONÁRIO - Tem uma mente transformadora. Está sempre de olho no futuro e valoriza a iniciativa, a inovação e a fantasia.

Conhecendo o perfil de seu público, você pode elaborar sua palestra ou seminário realçando os aspectos aos quais ele será mais sensível, a saber:

REALISTA -. Esse público não vai se deixar levar pelo seu humor ou simpatia. Se você fizer muita preleção, ele pode achar que está perdendo tempo. Dê exemplos concretos sobre o resultados obtidos com o conteúdo que você está trazendo. Faça-o perceber rapidamente quais são os ganhos de estar lá.

Capriche nas informações, estatísticas, casos.

ESTRUTURAL - Precisa em primeiro lugar respeitá-lo. Ao se apresentar, dedique um bom tempo ao seu currículo. Como o estrutural gosta de ordem e sequência, uma explanação sobre os objetivos e etapas da palestra ou seminário será bem vinda. Procure colocar seu conteúdo em etapas também, abuse do passo-a-passo.

AFETIVO - Seja simpático e interativo. Conte piadas, proponha jogos, discussões em pequenos grupos e dinâmicas. Use pouca exposição oral.

VISIONÁRIO - Faça perguntas intrigantes. Abuse de imagens - tanto desenhos como metáforas, lendas e parábolas. Provoque o raciocínio e a fantasia. Não seja dogmático nem conclusivo. Humor, só se for refinado.


A maioria das pessoas é forte em duas dessas variáveis e nem tanto nas outras duas. Você pode deduzir seus perfis em função de suas profissões e/ou da cultura da organização.

Evidentemente, você não pode se ater a só uma metodologia, para não cansar o público. É óbvio também que o ser humano é mais complexo do que uma tipologia, por isso você pode e deve ousar um pouco, mas lembre-se:

Use a Intuição - Confie no que sua voz interna que está lhe dizendo. É por meio da intuição que captamos as pessoas, portanto a chance de erro é pequena.

Vá aos Poucos - Se, por exemplo, você quiser usar humor, comece com alguma coisa engraçadinha, não com uma piada longa. Se o público rir é porque está com vontade de rir, e se não rir, você não vai ficar sem graça.

Esteja Atento aos Sinais - O público dá sinais o tempo todo. Preste atenção neles. Não se atenha apenas aos que estão nitidamente gostando. Procure conquistar os demais.

Um Grupo Não é um Bando de Pessoas - Ele tem uma dinâmica própria. Pessoas podem ter comportamentos e apreciações diferentes do que teriam individualmente quando estão em grupo.

O Meio É a Mensagem - Lembra-se do velho mote? Além de considerar o perfil do seu público, a forma precisa ser coerente com o conteúdo. A mensagem é o mais importante, mas não se separa de seu estilo nem da sua metodologia.

Sobre o Autor
Gisela Kassoy é especialista em Criatividade e Inovação e atua com consultoria, palestras, seminários e como facilitadora de grupos de geração de idéias.

Artigos.com