Como viver bem a dois Brasília, DF

A vida conjugal não pode prescindir de conflitos, até mesmo, porque os relacionamentos não correspondem à fusão em um, mas a união de duas pessoas, cada uma com sua própria história de vida, formas de estar singulares, que porém, podem assemelhar-se e, é bom quando isso acontece em um relacionamento.

Maria da Graca dos Santos
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Como viver bem a dois

O desapaixonar, quase sempre, não representa o término de um romance, na verdade ao passar o estado de paixão pode vir o desejo sereno de permanecer ao lado do outro, o que configura o segundo passo do relacionamento. Um passo mais próximo da realidade, porque a paixão nos remete a romance e, todo romance é revestido de fantasias e idealizações.

Não é sem motivo que o romance constitui o eixo dos contos de fada e, em todo conto de fada o término se dá com a conquista do ser amado, e o resto? Bem, o resto não daria uma história tão mágica, pois relacionamento está mais próximo da realidade, da qualidade de relacionar-se, interagir, trocar, onde existem duas pessoas, no caso do relacionamento afetivo-sexual, que convivem com suas diferenças e aqui não estou falando da condição de como lidam com essas diferenças, mas que há conflito e divergências é fato.

Não quero dizer que sucessivas discussões sejam marca indispensáveis dos relacionamentos, mas a relação não pode prescindir de conflitos, até mesmo, porque os relacionamentos não correspondem à fusão em um, mas a união de duas pessoas, cada uma com sua própria história de vida, formas de estar singulares, que porém, podem assemelhar-se e, é bom quando isso acontece em um relacionamento, quando duas portas se abrem para compartilhar, quando existe sintonia, planos em comum, para que cada um possa conhecer o lugar do outro, se interessar pelo mundo do outro e trocar. Esse passo configura o amadurecimento individual e, reflete na qualidade da relação, pois se abrir para relacionar-se é estar também aberto a experimentar estar com o outro e todas suas vicissitudes, esse outro a quem por algum motivo escolhi, diferente dos laços da relação familiar instituída na qual somos inseridos.

Encarar crises, saber driblar a rotina pós-moderna que descolore a vida, admitir que estar com o outro não é trabalhoso, mas demanda energia, no sentido psicanalítico, podemos chamar de catexia, que na teoria freudiana é um investimento libidinal que está na base das transformações da pulsão sexual, é energia vital. E o que é o relacionamento afetivo-sexual, senão um fluxo constante de tramas que solicitam energia criativa! Amadurecer é compreender que quem ama também encara viver sem a fantasia e o desassossego da paixão, mas com a realidade e os percalços do amor, afinal além de conviver é preciso vivenciar e, muitas vezes fazer concessões, sem, no entanto, deixar se exaurir o desejo! E aqui me refiro ao desejo no sentido de energia psíquica que nos mobiliza a realizar algo, a encontrar prazer nas coisas que realizamos e a buscar prazer nas relações que desenvolvemos, sem pressa ou pretensão, pois o movimento da busca por si só já traz uma dinamicidade para a vida! 

Sobre o Autor
Psicóloga

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