Conferindo os cuidados com suplementos alimentares Cuiabá, Mato Grosso

Veja abaixo os cuidados com os suplementos alimentares e as vitaminas. A ingestão exagerada de vitaminas e outros nutrientes sob a forma de suplementos alimentares causa prejuízos à saúde, principalmente as vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K, vitaminas que não são solúveis em água), que podem causar efeitos contrários ao esperado e até algumas doenças. A quantidade de vitamina C presente em uma dessas pastilhas efervescentes tão conhecidas é absurdamente maior do que a necessidade diária.

Jubert Sanches Cibantos Filho
(65) 3623-4023
Rua General Neves 111
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Cirurgia Plástica

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Carlos Alberto A Maranhao
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Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Cirurgia Plástica

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Dra Maria do Socorro Cirurgiã Plástico
(65) 3623-8521
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Cuiabá, Mato Grosso

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Med K Prod e Serv Médico Hospital e Laboratorial
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Cuiabá, Mato Grosso

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AR Distribuidora de Medicamentos e Produtos Hospitalares Ltda
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Cuiabá, Mato Grosso

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Magno Stefani Cezar
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Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Cirurgia Plástica

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Henrique S Laboissiere
(65) 3623-2079
av das Flores, 843 s 34 Jardim Cuiabá
Cuiabá, Mato Grosso

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Tiago, José S
(65) 3623-5986
r Cândido Mariano, 990 Quilombo
Cuiabá, Mato Grosso

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Draúzio Antônio Medeiros
(65) 3624-3713
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Cuiabá, Mato Grosso

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Clínica Magno Cézar
(65) 3623-5122
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Cuiabá, Mato Grosso

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Conferindo os cuidados com suplementos alimentares

Publicidade Nos últimos anos o padrão de consumo alimentar na população brasileira tem sofrido mudanças significativas , principalmente no que se refere ao aumento do consumo de lipídios e diminuição percentual no consumo de carboidratos.

Esta situação leva ao crescimento dos casos de obesidade e a conseqüente busca das academias de ginástica para queimar as "gordurinhas indesejáveis".

Sabe-se que o número de academias tem aumentado de maneira importante na última década.

Segundo Rui Dammenhain, especialista em vigilância sanitária , com 10 anos de experiência na área, e que foi diretor da vigilância sanitária da Capital paulista, alguns estudos revelam que muitas pessoas praticavam exercícios físicos regularmente . " Na cidade de São Paulo , por exemplo o total de academias de ginástica passou de 600 para mais de 3000 , na última década, isto sem contar com as academias dentro de grandes empresas".

Junto com toda esta atividade física , tão importante para uma boa saúde, um fator causa preocupação: o aumento da ingestão de suplementos alimentares e vitaminas

A ingestão exagerada de vitaminas e outros nutrientes sob a forma de suplementos alimentares causa prejuízos à saúde, principalmente as vitaminas lipossolúveis (A, D, E e K, vitaminas que não são solúveis em água), que podem causar efeitos contrários ao esperado e até algumas doenças.

Por serem solúveis apenas em gorduras, elas são de difícil excreção, e quando estão em excesso no organismo, boa parte não é expelida, acumulando-se no fígado e no tecido adiposo. A própria vitamina A, que faz parte desse grupo e atua na pele e na visão, pode ser tóxica , se usada em altas doses, causando, neste caso, dor de cabeça e alteração da visão, ou seja, sintomas combatidos por ela mesma quando consumida de forma correta.

O problema mais grave tem relação com o consumo de vitamina C, isso porque a sua ingestão fora da dieta alimentar já se tornou normal e, para muitos, obrigatória. Porém, essa substância pode causar cálculo renal e desconforto gástrico se consumida em excesso.

A quantidade de vitamina C presente em uma dessas pastilhas efervescentes tão conhecidas é absurdamente maior do que a necessidade diária. A quantidade desejável de consumo de vitamina C é de 90 miligramas por dia. Para ter idéia de valor , um copo de suco de laranja tem 60 miligramas dessa vitamina, o que ratifica a idéia de que a quantidade de nutrientes que ingerimos na dieta alimentar, desde que esta seja balanceada, é suficiente para abastecer o organismo.

A indicação de suplementos alimentares não pode ser feita sem a investigação da saúde e dos hábitos do paciente, para checar se ele realmente tem carência de algum tipo de substância essencial, explica Rui Dammenhain.

Estes produtos devem ser registrados junto a ANVISA - Agência Nacional de vigilância Sanitária, porém a venda não é regulamentada e pode-se comprar produtos sem nenhum tipo de indicação nas inúmeras lojas espalhadas pelo Brasil e até pela internet , complementa.

Ele ainda afirma que o hábito de utilizar certos suplementos, mesmo sem indicação médica, pode ser associado à intensa propaganda dos laboratórios farmacêuticos, que incentivam o uso através de promessas de aumento da disposição e diminuição do stress, o que na maioria dos casos não é verdadeiro e pode até ter conseqüências opostas as esperadas.

Apenas em casos de subalimentação e desnutrição pode ser necessário sua reposição por meio de complexos alimentares. Em outras situações, porém, o consumo de "vitaminas em cápsulas" - bastante comum no mercado - deve ser melhor orientado.

Cada dia mais as pessoas acreditam que a saúde seja comprável, sendo a venda de suplementos dietéticos crescente; nos Estados Unidos este mercado já ultrapassou a cifra de 6,5 bilhões de dólares em 1996 (englobando principalmente vitaminas e minerais).

No Brasil , os gastos com suplementos, representam média mensal de cerca de R$65,00 para os homens e de R$45,00 para mulheres. A maioria dos consumidores de suplementos alimentares e vitamínicos são homens , e os suplementos mais consumidos são os aminoácidos ou outros concentrados protéicos e o consumo maior foi o diário.

Existe pouca informação sobre o consumo de suplementos pelo público em geral, principalmente quando se fala de seus efeitos potenciais e colaterais

A fonte mais utilizada de recomendação de suplementos foi a de instrutores e professores de academias, seguida de amigos , auto-indicação, nutricionista e médico ..

O usuário ainda se encontra mal informado sobre o conteúdo dos suplementos e as conseqüências de sua ingestão. Muitos desses produtos geram grande controvérsia sobre seus efeitos, principalmente à longo prazo, o que leva a crer que este assunto pode ser tratado como um problema de saúde pública.

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Fonte: Maxpress – INBRAVISA

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