Postos de vacinação Belém, Pará

Antes de vacinar sua família, saiba quais são as contra-indicações. A vacina anti-amarílica possui algumas restrições que devem ser observadas antes da aplicação. Confira também a relação dos possíveis efeitos colaterais.

Valter Santos
(91) 3229-0532
Rua dos Pariquis 3001 - Sala 1105
Belem, Pará
Especialidade
Cirurgia Plástica

Dados Divulgados por
Victor Aita
249-0292
Jose Bonifacio 984 - a
Belem, Pará
Especialidade
Cirurgia Plástica

Dados Divulgados por
Clínica Perfecta
(91) 3276-9080
av Papa João Paulo II, 1358, Marco
Belém, Pará

Dados Divulgados por
Clínica Aymoré
(91) 3242-0886
Rua João Balbi, 273
Belém, Pará

Dados Divulgados por
Belplástica
(91) 3249-0652
r Pariquis, 3001 sl302, Cremação
Belém, Pará

Dados Divulgados por
Eduardo Ruy Chaves
(91) 3222-0860
Tv Quatorze de Marco 1206
Belem, Pará
Especialidade
Cirurgia Plástica

Dados Divulgados por
Lastênia Menezes, Dra
(91) 3259-2662
av Cons Furtado, 2865 S 6, São Braz
Belém, Pará

Dados Divulgados por
Clínica Octávio Wanzeller
(91) 3249-5777
av Cons Furtado, 2391 sl 1406
Belém, Pará

Dados Divulgados por
Clínica Barros
(91) 3222-3777
Rua Diogo Moia, 296
Belém, Pará

Dados Divulgados por
Clínica Álvaro Gomes
(91) 3223-6735
Rua Municipalidade, 1655
Belém, Pará

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Postos de vacinação

Editoria: Vininha F. Carvalho11/1/2008

Utilidade Pública : Febre amarela - contra-indicações da vacina

Em geral não existem maiores contra-indicações na aplicação da vacina da febre amarela, mas algumas orientações especificas devem ser observadas para evitar problemas com sua aplicação.

Os transplantados que fazem uso de medicamentos imunossupressores e os portadores de HIV/AIDS devem OBRIGATORIAMENTE consultar o médico para saber se podem receber a vacina da febre amarela.

Já os portadores de hepatite B ou C devem aplicar a vacina imediatamente, pois por possuírem um fígado danificado a febre amarela pode ser muito perigosa para esses indivíduos, mas lembrando que cada caso e diferente no dano existente no fígado sendo aconselhável consultarem o médico, pois o mesmo conhece as particularidades do quadro clinico completo do paciente.

Contra-indicações gerais

1) Crianças menores de 6 meses de idade são susceptíveis a eventos adversos graves (encefalite);

2) Portadores de imunodeficiência congênita ou adquirida ou neoplasia maligna, como na leucemia ou linfomas. No caso de HIV/AIDS deverá existir indicação médica especifica para sua aplicação.

3) Pacientes sob tratamentos com imunossupressores (corticóides, quimioterapia antineoplásica, radioterapia, transplantados, etc.);

4) Em mulheres grávidas como regra geral nenhuma vacina viral atenuada deve ser administrada na gravidez. Caso não haja possibilidade de adiar o deslocamento para áreas endêmicas, e considerando-se o alto risco de exposição, recomenda-se neste caso a vacinação;

5) Pessoas com história de reação anafilática (alérgicas) após ingestão de ovo.

Situações em que se recomenda o adiamento da vacinação.

1) No caso de doenças febris graves, sobretudo para que seus sinais e sintomas não sejam atribuídos ou mesmo confundidos com os possíveis eventos adversos da vacina;

2) Pacientes em tratamento com medicamento imunossupressor (até três meses após a suspensão de seu uso).

Vacinação simultânea e intervalo entre as vacinas virais

1) Não há contra indicação em relação à vacinação simultânea com outras vacinas disponibilizadas pelo Programa Nacional de Imunização (PNI) como também não se observa maior incidência de eventos adversos nestas situações;

2) Recomenda-se agendar um intervalo de pelo menos 2 semanas entre as vacinas virais atenuadas (sarampo, rubéola, caxumba), exceto em situações especiais (por ex. vacinação de bloqueio contra o sarampo).

Eventos Colaterais e Adversos

1) Cerca de 2 a 5 % dos vacinados poderão apresentar após o 6º dia, febre, dor de cabeça;

2) Reações imediatas de hipersensibilidade são raras (incidência menor a 1 caso a cada 1.000.000 de vacinados).

3) A encefalite é raríssima, dados da OMS (1994) referem mais de 200 milhões de vacinas aplicadas com a descrição de 17 casos de encefalites temporalmente associados (4 casos em crianças menores de 4 meses).

Conhecendo a febre amarela e a vacina

Causada por um vírus do gênero Flavivírus, a doença tem como sintomas febre alta, dor de cabeça e lombar, náuseas, vômito, prostração e calafrios.

No Brasil, utiliza-se a vacina produzida na Fundação Oswaldo Cruz - Bio Manguinhos, que contém, além da linhagem vacinal atenuada, sacarose e glutamato como estabilizadores. A vacina contra a febre amarela é constituída de vírus vivos atenuados, derivados da linhagem 17D, cultivados em ovos embrionados de galinha.

A vacina contra a febre amarela é administrada pela via subcutânea e a manifestação mais freqüentemente referida é a dor no local de aplicação, de curta duração e auto-limitada. A ocorrência de abscessos está muitas vezes relacionada com infecção secundária ou com erros na técnica de manuseio ou aplicação da vacina.

A vacina confere imunidade em cerca de 95% dos vacinados sendo bem tolerada e raramente associada com eventos adversos graves. O início da proteção é a partir do 10º dia. O Regulamento Sanitário Internacional preconiza a revacinação a cada dez anos. A vacinação contra febre amarela é muito importante para os viajantes. Quem for passar por áreas de risco precisa ir a um posto de saúde antes de arrumar as malas

A vacina contra a febre amarela é cultivada em ovos embrionados de galinha e o seu uso está contra-indicado em pessoas com história de reação anafilática (reação de hipersensibilidade imediata), que ocorre habitualmente na primeira hora após a exposição ao alérgeno (ingestão de ovo), constituída de uma ou mais das seguintes manifestações: urticária, sibilos, laringoespasmo, edema de lábios, hipotensão e, eventualmente, choque.

Fonte: Carlos Varaldo / Grupo Otimismo
Fonte Link: http://www.hepato.com

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