Lojas de grãos Fortaleza, Ceará

A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou o Plano de Monitoramento pós liberação comercial do milho geneticamente modificado (OGM). Ambos eram condicionantes da liberação comercial do milho realizada em maio passado, quando a Comissão aprovou o milho tolerante ao glufosinato de amônio. Leia mais no artigo abaixo.

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Colégio Militar do Corpo de Bombeiros do Ceará
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Escola de 1 Grau Professor Onelio Porto
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Lojas de grãos

Publicidade Brasília/DF - A Comissão Técnica Nacional de Biossegurança (CTNBio) aprovou o Plano de Monitoramento pós liberação comercial do milho geneticamente modificado (OGM) e o Plano de Coexistência, na tarde de hoje (16) em sua 105º reunião ordinária. Ambos eram condicionantes da liberação comercial do milho realizada em maio passado, quando a Comissão aprovou o milho tolerante ao glufosinato de amônio (Liberty Link), da empresa Bayer CropScience Ltda.

Os dois planos valem para todas as solicitações de milho que tramitam na Comissão. E servem para orientar as empresas de como preparar especificamente cada plano, que deverá ser elaborado com base em metodologias científicas.

Já o plano de coexistência estabelece as distâncias de isolamento a serem observadas entre cultivos comerciais de milho (OGM) e cultivos de milho não geneticamente modificado, para permitir a coexistência entre os diferentes sistemas de produção no campo.

Para permitir a coexistência, a distância entre uma lavoura comercial de milho (OGM) e outra de milho não geneticamente modificado, localizada em área vizinha, deve ser igual ou superior a 100 (cem) metros ou, alternativamente, 20 (vinte) metros, desde que acrescida de bordadura com, no mínimo, 10 (dez) fileiras de plantas de milho convencional de porte e ciclo vegetativo similar ao milho (OGM).

A Comissão aprovou também a liberação comercial de mais uma variedade de milho OGM, o milho Guardian resistente a insetos da ordem Lepidoptera, que foi protocolada na Comissão, em 1999, pela multinacional Monsanto do Brasil Ltda.

"Todos os pareceres já estavam prontos; o assunto já tinha sido discutido à exaustão, por isso foi votado. Eu sou um cientista, acredito no que estou fazendo", explicou o presidente da CTNBio, Walter Colli.

Os dois processos serão encaminhados ao Conselho Nacional de Biossegurança (CNBS), composto por 11 ministros para a aprovação final da liberação comercial.

Ainda aguardam parecer técnico da CTNBio cinco solicitações de liberação comercial de milho.

Fonte: Ministério da Ciência e Tecnologia

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