Amaranto Joinville, Santa Catarina

Conheça os benefícios do grão amaranto e porque ele entrou para o grupo de alimento funcional. O grão de amaranto possui cerca de 15% de proteína (valor superior ao do trigo e do milho) cuja qualidade biológica pode ser comparada à do leite. Em relação às gorduras, o amaranto possui alta porcentagem de ácidos graxos insaturados, considerados essenciais.

Bem a Jeito Bar e Restaurante
(48) 3333-9979
r João Motta Espezim, 612, Saco Dos Limões
Florianópolis, Santa Catarina

Dados Divulgados por
Estação 261 Gastronomia, Eventos e festas - Catering
(48) 3282-9944
av das raias 261 Jurere internacional
florianopolis, Santa Catarina
 
Acor Restaurante e Bar Ltda
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r Waldemar Melo Dias, 93, Praia Dos Açores
Florianópolis, Santa Catarina

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Ancoradouro Ingleses Restaurante
(48) 3249-5695
Estr D João Becker, 355, Ingleses
Florianópolis, Santa Catarina

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Boca a Boca Restaurante
(48) 3234-4718
av Das Rendeiras, 1184, Lagoa Da Conceição
Florianópolis, Santa Catarina

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Na báia sabor e arte
(48) 9925-8362
praia da pinheira
palhoça, Santa Catarina
 
Ancoradouro Restaurante
(48) 3369-6060
Bc Stefani Becker, 335, B Balneario
Florianópolis, Santa Catarina

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Bar do Alemão
(48) 3240-5380
r NS Aparecida, 360,Jardim Atlântico
Florianópolis, Santa Catarina

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Bar e Restaurante Maryjo
(48) 3249-1116
r Orlando Chaplim, 17, Barra Da Lagoa
Florianópolis, Santa Catarina

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Barba Azul Restaurante
(48) 3232-5691
av Das Rendeiras, 1628, Lagoa Da Conceição
Florianópolis, Santa Catarina

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Amaranto

Equipe Portal Orgânico
Renata Cavalieri

A planta Amaranto é originária do Peru. Amaranthus caudatus é um pseudocereal originário da região dos Andes e já era cultivado pelas civilizações Inca e Asteca há mais de 2000 anos. Era considerado um alimento sagrado e dele eram aproveitado as sementes, folhas e caules.

Com a chegada dos espanhóis o seu cultivo foi disseminado pela Europa, África e Ásia. Atualmente é cultivado principalmente no México, América Central e nos territórios andinos da América do Sul.

Graças à sua capacidade de crescer bem em solos áridos e pobres, onde não se desenvolvem outros tipos de cereais, o amaranto vem sendo usado como alimento em regiões de deserto da Austrália e da África e em regiões montanhosas como o Nepal, locais onde é consumido preferencialmente como hortaliça e grão.

O amaranto já está sendo cultivado no Brasil desde 1996, por uma iniciativa da Embrapa. A planta se adaptou bem, principalmente às condições climáticas do cerrado onde é plantada na entressafra de outras culturas para a recuperação do solo.

O grão de amaranto possui cerca de 15% de proteína (valor superior ao do trigo e do milho) cuja qualidade biológica pode ser comparada à do leite, já que é rico em lisina, um aminoácido essencial e limitante em outros cereais. Também apresenta alto teor de fibras solúveis (4,2g em 100g) em comparação a outros cereais como o trigo (2,3g em 100g), o milho (2g em 100g) e a aveia (1,9g em 100g). Em relação às gorduras, o amaranto possui alta porcentagem de ácidos graxos insaturados, considerados essenciais.

O amaranto pode ainda ser utilizado como fonte de zinco, fósforo e cálcio, elemento pouco encontrado em vegetais além de ser uma alternativa de consumo para quem tem doença celíaca, desencadeada por uma proteína presente no trigo, já que não foi verificada nenhuma reação adversa à sua ingestão.

Pesquisas recentes também têm mostrado que o amaranto é capaz de reduzir os níveis de colesterol em animais de laboratório. Em coelhos que tiveram os níveis de colesterol aumentados por dieta, o amaranto foi capaz de reduzi-los novamente em até 50% no caso do colesterol total e 55% da fração LDL do colesterol que, em excesso, pode se acumular nas paredes dos vasos sangüíneos.

O experimento foi conduzido no Laboratório de Bioquímica e Propriedades Funcionais dos Alimentos da Universidade de São Paulo (USP), que também pesquisa as propriedades funcionais de outros alimentos.

Embalagens comestíveis a base de Amaranto?

As embalagens biodegradáveis são uma das mais recentes alternativas que vêm despertando o interesse de pesquisadores brasileiros. As tradicionais embalagens de plásticos sintéticos, embora garantam a proteção desejada para diversos tipos de produtos, causam sérios problemas ao meio ambiente por não serem biodegradáveis.

Na Unicamp, o assunto é estudado por uma equipe do Laboratório de Engenharia de Processos da Faculdade de Engenharia de Alimentos (Fea), composta pela professora Florencia Cecília Menegalli e pelas pós-graduandas Delia Rita Tapia Blácido e Eliane Colla. A partir da farinha de amaranto (planta encontrada na América Latina e consumida como alimento), Delia Rita chegou a um biofilme comestível. "Estudamos a viabilidade de desenvolvimento do produto, além de incentivar o cultivo do amaranto no país", explica Florência. A pesquisa rendeu a dissertação de mestrado "Elaboração e caracterização de biofilmes à base de farinha de amaranto", orientada por Florencia, co-orientada pelo professor Paulo Sobral da USP, campus de Pirrassununga. Além desta pesquisa, o projeto também ganhou força dentro do Programa de Cooperação Cyted, que reúne países como Portugal e Espanha no incremento de biofilmes de origem natural. "Os biofilmes à base de amaranto têm excelentes propriedades de barreira à umidade e à migração de solutos importantes para a conservação dos alimentos".

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Fonte: Renata Cavalieri

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