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Conheça abaixo quais são os benefícios da cerveja. A cerveja é produzida a partir de malte de cevada e o malte é rico em ácido fólico e outras vitaminas do complexo B, que são importantes no equilíbrio nervoso, na digestão e no metabolismo dos glúcidos. O ácido fólico é particularmente importante na prevenção da anemia, ou seja, da capacidade de oxigenação dos tecidos, mas também na prevenção de doenças cardiovasculares e cancro.

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Equipe Portal Orgânico
Chef Renato Caleffi

Historiadores acreditam que o homem começou a fermentar a cerveja por volta de 5.000 a.C., nas atuais regiões do Iraque e do Egito. A cevada, grão ainda utilizado na fermentação da cerveja, era abundante naquela região. Mas, outras civilizações desenvolveram diferentes formas de fabricar cerveja utilizando os grãos mais comuns das suas regiões: as tribos africanas usam broto de milho, milhete e sorgo; os russos transformam pão de centeio em uma cerveja pouco alcoólica chamada kvass; os chineses e japoneses usam o arroz; o índios da América Latina, o milho.

Apesar de algumas populações continuarem a usar seus métodos tradicionais, a produção de cerveja atualmente é um processo técnico que começa com a maltagem, convertendo o amido do grão em açúcar para a fermentação. Para isso, o grão é germinado a fim de ativar as enzimas que vão transformar o amido em açúcar. Os métodos variam de acordo com o tipo de cerveja. Em determinado ponto, a germinação é interrompida, os brotos são removidos e o grão maltado é então preparado para a moagem. O malte é aquecido devagar para que as enzimas convertam o amido em um caldo açucarado chamado mosto. Deixa-se os grãos assentarem e em seguida o mosto é aquecido e filtrado através deles, sendo recolhido nas caldeiras de fervura.
O lúpulo por sua vez (uma flor seca extraída da planta de mesmo nome), é adicionado ao mosto fervido e coado. Deixa-se então o mosto assentar para que a proteína que escurece a cerveja possa ser removida. O líquido clarificado é então fermentado com levedura e envelhecido. Os resíduos da levedura podem ser usados como suplemento nutritivo (levedo de cerveja) ou adicionados à alimentação do gado.

Os métodos específicos de fermentação influenciam a qualidade nutritiva da cerveja. A branca alemã, weisse bier, por exemplo, é turva porque retém muitas das vitaminas B encontradas na levedura de cerveja, que são removidas para fazer a cerveja clara. As cervejas africanas não são filtradas, por isso retêm muitos dos nutrientes encontrados nos grãos, raízes e tubérculos, seus principais ingredientes. O tipo de levedura usada por cervejeiros americanos contem selênio, um mineral antioxidante, e cromo, um mineral que ajuda no metabolismo dos carboidratos.

Geralmente, o valor nutritivo atribuído à cerveja é exagerado já que muitos dos nutrientes do grão são perdidos no processo de fermentação.
O silício, que existe na cerveja sob a forma de ácido silícico, contribui diretamente para a saúde e força dos ossos e, se for ingerido em boas doses até cerca dos 35 anos, pode prevenir o aparecimento de osteoporose em idades mais avançadas.
É ao malte que se devem os minerais presentes na cerveja. O potássio e o sódio são dois minerais que interferem na pressão arterial e o fato de ambos estarem presentes na cerveja num grau de concentração proporcional faz com que ajudem a regular a pressão. O magnésio, por sua vez, é importante no metabolismo dos músculos.

A cerveja é produzida a partir de malte de cevada e o malte é rico em ácido fólico e outras vitaminas do complexo B, que são importantes no equilíbrio nervoso, na digestão e no metabolismo dos glúcidos. O ácido fólico é particularmente importante na prevenção da anemia, ou seja, da capacidade de oxigenação dos tecidos, mas também na prevenção de doenças cardiovasculares e cancro.

A água, constituinte majoritário da cerveja (cerca de 90% nas cervejas correntes), é muito importante para a sua qualidade e determinante para a composição química. Beber cerveja é, pois, uma forma de adquirir água, substância essencial à vida, e um bom meio de saciar a sede ingerindo um teor relativamente baixo de álcool.

A maioria das 150 calorias encontradas em uma lata comum de cerveja provém dos açúcares, enquanto apenas vestígios de proteína permanecem depois da fermentação e da coagem. Uma garrafa pequena de cerveja contém 10% da RDA (Ingestão Dietética Recomendada) para folato, niacina, vitamina B6, fósforo e magnésio.

O consumo moderado de cerveja, avaliado em 15 trabalhos envolvendo 208 036 pessoas, mostrou redução aproximada de 20% no risco vascular. Por outro lado, não foi possível notar diferenças entre distintas quantias de ingestão de cerveja e risco vascular em 7 estudos que avaliaram juntos 136 382 pessoas.

Vale ressaltar que não adianta conter maior ou menor teor nutritivo se no processo é adicionado excesso de corantes, conservantes e aditivos.

O consumo de álcool tem sido associado positivamente à adiposidade central e dentre os estudos que avaliaram o consumo de cerveja, quase todos encontraram associação positiva com acúmulo de gordura abdominal. A cerveja Heineken é a cerveja que possui menor teor calórico e seu relativo teor nutricional é potencializado pela ausência de conservantes e aditivos artificiais.

Chegou-se à conclusão que, se bebida de forma moderada, a cerveja pode trazer inúmeros benefícios ao organismo. Em primeiro lugar a cerveja é diurética. Para quantidades iguais de água e cerveja ingeridas, o organismo excreta mais quando se bebe cerveja. Por outro lado, serve para saciar a sede já que pelo fato de conter mais de 90% de água, a cerveja pode contribuir para as necessidades diárias de água do corpo humano, que são de 1,5 a 2,5 litros. Outros estudos revelam que pode ser benéfica para doentes com problemas coronários ou mesmo para pessoas propensas a terem cancro da mama ou do sistema digestivo. Finalmente, é muitas vezes recomendada por nutricionistas como elemento essencial para uma dieta equilibrada e saudável.

A cerveja contém fibra alimentar solúvel. Além de favorecerem o regular funcionamento dos intestinos, as fibras têm uma ação benéfica ao diminuírem o tempo de digestão e absorção dos alimentos. As fibras são ainda benéficas porque contrariam a absorção de gorduras prejudiciais, designadamente, o mau colesterol.

De acordo com Fragrell (1999), devido aos antioxidantes naturais da cerveja, o seu consumo pode aumentar os níveis do HDL colesterol (colesterol bom). Assim, se consumida com moderação ajuda no combate às doenças que acometem o coração.

De acordo com Carper (1995), a levedura de cerveja aumenta as defesas do organismo, regula a função intestinal e melhora a textura da pele, dos cabelos e das unhas.

Um estudo realizado pelo Departamento de Nutrição e Gastrenterologia do King's College, em Londres, sugere que o silício, um dos minerais que compõe a cerveja, favorece o processo de formação dos ossos e, logo, poderá ter benefícios na prevenção da osteoporose. Um estudo científico que já foi apresentado em Portugal pelo Dr. Jonathan Powell, do Departamento de Nutrição e Medicina do King's College de Londres. O estudo identifica os efeitos do silício na estrutura óssea e os alimentos e bebidas que têm mais silício.
A conclusão principal é que «o silício promove o colágeno dos ossos, conferindo-lhes força e flexibilidade», esclarece o investigador principal do estudo. Este trabalho envolveu a observação de mais de 1200 homens e 1500 mulheres, entre os 30 e os 87 anos, tendo sido verificado que a densidade óssea da anca e da coluna vertebral aumentavam com a ingestão de ácido silícico. De acordo com Jonathan Powell, «beber um copo de cerveja por dia fornece aproximadamente seis miligramas de silício, que é cerca de 20% da dose diária recomendada». Sendo assim, «o benefício máximo seria atingido com dois ou três copos de cerveja por dia», concluiu o especialista, sem deixar de advertir para o fato de que o consumo abusivo de qualquer bebida alcoólica é completamente desaconselhado. O silício aumenta a densidade óssea e a força do fêmur e que, em animais, a falta de silício resultava em ossos fracos e com deformação.

O silício possui maior biodisponibilidade quando presente na cerveja.
As principais fontes alimentares deste mineral são a água mineral, a cerveja, os cereais, bem como alguns frutos e vegetais. «A cerveja se destaca claramente de todos estes alimentos e bebidas, na medida em que contém doses elevadas de silício, mas também porque esse silício é biodisponível, ou seja, está sob a forma de ácido silícico, que é facilmente assimilado pelo organismo»

Verificou-se ainda que «a ingestão de quantidades adequadas de silício até perto dos 35 anos, idade em que se atinge o pico de maturação óssea, pode ajudar a prevenir a ocorrência de osteoporose em idades mais avançadas».
Um aspecto interessante é que este efeito varia com o gênero - os homens beneficiam mais do silício do que as mulheres - e está também dependente de fatores hormonais, pelo que as mulheres no pós menopausa já não usufruem da ingestão de silício.

A cerveja Pilsen é de origem republicana Checa; coloração clara, teor alcoólico médio e fermentação baixa. Tanto a Eisenbahn quanto a Heineken são do tipo Pilsen sem teores de aditivos e corantes, elaboradas com conservantes naturais.

A Heineken é obtida pela combinação de água advindo de processos ecológicos e manejos sustentáveis; alto teor de lúpulo e levedura, logo possui alto teor de antioxidantes naturais, contribuindo com melhora do sistema imunológico e imuno-gastrointestinal.

Segundo Teixeira (2003), o álcool também é conhecido como fator de risco por lesar a mucosa gástrica. Estudos epidemiológicos sugerem que o álcool possui papel fundamental na carcinogênese, especialmente para cânceres de boca, faringe, laringe, esôfago e estômago, devido ao fato de ter efeito maior nos tecidos diretamente expostos durante o consumo e por agir sinergeticamente com o tabaco (fumo). Portanto, não se deve associar ao fumo, pois se transformam em bombas atômicas; notadamente pode-se inverter ou minimizar os impactos com ingestão de alimentos funcionais e que protejam a mucosa intestinal, tais como preparações gastronômicas ricas em amido resistente da banana verde não aclimatizada, gel de linhaça....Tais técnicas não alteram a palatatividade ou as percepções gustativas da comida ou do aperitivo, do bolinho...Neste momento a gastronomia funcional e orgânica se faz aliada para viver com hábitos normais e saudáveis, sem neuroses e frustrações do homem moderno que vive com a sensação de prazer e culpa.
Não obstante, numerosos estudos científicos têm vindo a provar que uma ingestão moderada e periódica de álcool, seja através de vinho, cerveja ou outra bebida alcoólica, tem efeitos benéficos para a saúde, com especial de destaque na prevenção de acidentes cardiovasculares, como por exemplo, ataques de coração e algumas formas de trombose.

Estudos divulgados no IV Simpósio sobre Saúde e Cerveja, que ocorreu no mês de maio em Bruxelas, revelaram que o consumo moderado de cerveja pode acarretar benefícios à saúde, como prevenção de doenças cardiovasculares, redução do risco de infarto e melhora a resposta imunológica contra infecções e alergias.

Já um outro estudo indica que a cerveja possui prolactina em sua composição, substância com propriedades anti-inflamatórias, além de ajudar na luta contra alergias e a osteoporose.
Outros estudos apresentados no Simpósio sobre Saúde e Cerveja mostravam que as pessoas que bebem dois copos de cerveja ou de vinho possuem uma agilidade mental melhor do que os abstêmios, e que os consumidores moderados de cerveja são mais felizes, se suicidam menos e faltam menos ao trabalho. Por último, um estudo mostrou que um dos componentes da cerveja, o xantohumol, pode ajudar a prevenir alguns tipos de câncer e que essa substância exerce um papel antioxidante muito importante e, em alguns casos, mais eficaz que a vitamina E. Outros benefícios dignos de nota são fornecidos por outro ingrediente essencial na composição da cerveja - o lúpulo. Responsável pelo aroma e amargor, caracteristicos da cerveja, e tão apreciados por matar a sede, o lúpulo e seus derivados também agiriam como antibiótico natural, além de outras propriedades medicinais, entre elas:

∗ A cerveja é livre de microorganismos patogênicos, que não sobrevivem nela;
∗ Possui compostos com ação antiinflamatória;
∗ Possui compostos sedativos que combatem o estresse e induzem o sono;
∗ Possui flavonóides com potente ação antioxidante;
∗ Possui compostos amargos (lúpulo) que estimulam o trato digestivo, pelo aumento da produção de ácidos, estímulo do fluxo de sangue, facilitando a digestão e estimulando o apetite, principalmente benéfico para pessoas com dificuldades nutricionais;
∗ Possui compostos com ação diurética e efeitos benéficos nos problemas de bexiga.

Um estudo realizado pela Sociedade Espanhola de Dietética e Ciências da Alimentação, exclusivamente para os poderes do lúpulo, em um grupo de 50 freiras enclausuradas em três conventos da região, que levam uma vida regrada, com alimentação saudável e totalmente balanceada. Comparados os exames clínicos e bioquímicos das freiras antes e depois da experiência, constatou-se redução média de 8% nos níveis de colesterol e redução ainda mais significativa de triglicerídeos, o que contribui bastante na prevenção de doenças cardiovasculares. A conclusão da doutora Victoria Valls é que o consumo de doses moderadas de cerveja pode perfeitamente ajudar na prevenção das chamadas doenças da idade, que acontecem a partir da oxidação. A conclusão deve ser considerada sob o enfoque de uma vida saudável, equilibrada e com hábitos de ingestão de alimentação balanceada e orgânica, preferencialmente, sem conservantes e aditivos em excesso.

TIPOS DE CERVEJA

As cervejas podem ser classificadas pelo teor de álcool, de extrato, pelo malte e de acordo com o tipo de fermentação: alta e baixa. Existe ainda uma classificação pela legislação brasileira. Uma cerveja de alto teor alcoólico pode ter no máximo 7% (menos que o vinho, que tem, em média, 12%, e da cachaça, que tem entre 40% e 50%). O teor de extrato, por sua vez, pode determinar a quantidade de calorias e, junto com o tipo de malte, a cor da cerveja. As denominações "baixa fermentação" e "alta fermentação" referem-se à posição em que fica o levedo no tanque, no final da fermentação.
A primeira fase do processo produtivo ocorre na chamada sala de fabricação, onde as matérias-primas (malte e adjuntos) são misturadas em água e dissolvidas, para que se obtenha uma mistura líquida açucarada chamada mosto, que é a base para a futura cerveja.
Os processos envolvidos são:
- Moagem do malte e dos adjuntos;
- Mistura com água;
- Aquecimento para facilitar a dissolução;
- Transformação do amido em açúcar pelas enzimas do malte.
- Filtração para separar as cascas do malte e dos adjuntos
- Adição do lúpulo;
- Fervura do mosto para dissolução do lúpulo e esterilização;
- Resfriamento.

O processo de produção do mosto baseia-se exclusivamente em fenômenos naturais, tendo grande semelhança com o ato de cozinhar. A fase fundamental é a transformação de amido em açúcar por meio das enzimas do malte.
O malte, ingrediente essencial à elaboração de cerveja, deriva de um tipo especial de cevada chamada dística que, depois de submetida às operações de limpeza, seleção, calibragem, pesagem, lavagem e molha, germinação, suspensão da germinação em estufa, desgerminação (ou corte das radículas), estufagem (à temperatura mais ou menos alta segundo os tipos de cerveja a obter), está pronta a ser utilizada. A cerveja Heineken possui malte puro, portanto, é elaborada a partir de uma cevada e técnicas coerentes com o conceito orgânico.

BIBLIOGRAFIA
M. Grønbæk, U. Becker, D. Johansen, A. Gottschau e P. Schnohr
Fonte: Annals of Internal Medicine; 133(6): 411-419, 2000. (http://www.annals.org)
Carper, J. Alimentos: o melhor remédio para a boa saúde. Rio de Janeiro: Campus, 1995.
Fragrell, B.; De Faire, U.; Bondy, S. et al. Jounal of Internal Medicine. The effects of light to moderate drinking on cardiovascular diseases. 246: 331-340. 1999.
Kaup, Z. O. L.; Merighi, M. A. B.; Tsunechiro, M. A. Revista brasileira de ginecoogia e obstetrícia. Avaliaçäo do consumo de bebida alcoólica durante a gravidez. n. 23, p. 575-580, out. 2001.
Machado, P. A. N.; Sichieri, R. Revista de saúde pública. Relação cintura-quadril e fatores de dieta em adultos. n.36, p. 98-204, abr. 2002.
Teixeira, J. B. A.; Nogueira, M. S. Revista latino americana de enfermagem. Câncer gástrico: fatores de risco em clientes atendidos nos serviços de atenção terciária em um município do interior paulista. n. 11, p. :43-48, jan.-fev. 2003.
Weiss, S. E. Alimentos saudáveis, alimentos perigosos. Rio de Janeiro: Reader's, 1998.
http://www.abcdocorposalutar.com.br/artigo_print.php?codArt=549
-COREN-SP.julho/agosto 2006.nº64| 01

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Fonte: Chef Renato Caleffi

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