Faculdades particulares Fortaleza, Ceará

Conheça quais são os cursos superiores que mais tem evasão escolar. Alunos de ciências da computação, matemática e administração estão entre os que mais abandonam o ensino superior, diz pesquisa com dados do Ministério da Educação. A evasão média nessas áreas é de 28%. A média nacional é de 22% - percentual que tem variado pouco nesta década.

Easy Way Intercâmbios
(85) 9608-4689
Av. Santos Dumont, 3060 Sala 515
Fortaleza, Ceará
 
Escola de 1 Grau Doná Luiza Tavora
(85) 279-1274
r Frei Caneca, 379, Presidente Tancredo Neves
Fortaleza, Ceará
 
Escola de 1 Grau Parsival Barroso
(85) 286-2858
vl Assis, 1076, Jacarecanga
Fortaleza, Ceará
 
Escola de 1 Grau Hermenegildo Firmeza
(85) 225-3885
r Gabriel Fiuza, 360, Vila Peri
Fortaleza, Ceará
 
Escola de 1 Grau Madre Tereza de Calcuta
(85) 231-1837
r Guilherme Moreira, 75, Fátima
Fortaleza, Ceará
 
Palestrante André Morrevi
(85) 8701-9080
Rua Otoni Façanha de Sá 09
Fortaleza, Ceará
 
Escola de 1 Grau Martins de Aguiar
(85) 281-2025
vl Bertoldo, 470, Joquei Clube
Fortaleza, Ceará
 
Escola de 1 Grau Padre Arimatela Diniz
(85) 294-5000
r 0081, 3, Prefeito José Walter
Fortaleza, Ceará
 
Escola de 1 Grau Belarmina Campos
(85) 234-3424
r Dom Manuel, 840, Passare
Fortaleza, Ceará
 
Escolinha Sonho Meu
(85) 485-5047
r Dom Lustosa, 6, Jangurussu
Fortaleza, Ceará
 

Faculdades particulares

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Alunos de ciências da computação, matemática e administração estão entre os que mais abandonam o ensino superior, diz pesquisa com dados do Ministério da Educação.  A evasão média nessas áreas é de 28%. A média nacional é de 22% - percentual que tem variado pouco nesta década.

O líder do ranking, com 38%, é o curso que une turismo e hotelaria. Mas, quando separados, a taxa de evasão cai para 27% (hotelaria) e 24% (turismo).

O indicador abrange o número de alunos que deixou de se matricular de um ano para outro. As taxas referem-se à média de cinco anos, presentes no Censo da Educação Superior (2007 é o mais recente).

Para o aluno, abandonar o curso significa perda de tempo com a graduação incompleta e de dinheiro (com mensalidades). Para o mercado, significa menos formados qualificados, às vezes em áreas deficitárias.

Pesquisadores dizem que um dos motivos para alunos abandonarem os cursos é a falta de informação na hora da escolha no vestibular. Segundo eles há frustração com o conteúdo do curso e com as perspectivas do mercado de trabalho.

Especificamente sobre ciências da computação, matemática e administração, é citado o ensino deficitário das matérias de exatas no ensino básico. São essas disciplinas que mais sofrem com a falta de professores, aponta levantamento do MEC.

"Ciências da computação, por exemplo, é um curso muito puxado. O aluno quando entra tende a achar que vai fazer games, mas se depara com um conteúdo pesado de cálculos e contas. Fica difícil acompanhar", afirmou o autor do levantamento, Oscar Hipólito, ex-diretor do Instituto de Física da USP de São Carlos e consultor do Instituto Lobo.  Ainda segundo ele, a área de computação oferece muitas oportunidades de emprego, o que atrai mais o estudante do que a permanência no curso.

Já nos cursos da área de serviços (caso de turismo e hotelaria), há uma baixa expectativa de empregabilidade.

Para Hipólito, a explicação para o curso de turismo e hotelaria liderar o ranking, mas, separados, ficarem em 9º e 5º deve-se ao fato de que ao unir as duas disciplinas o curso ficou sem foco.

No outro extremo, medicina é o curso com o menor índice de abandono do país - 5%.

Qualidade

A evasão nas instituições privadas é mais alta que nas públicas (25% e 12%, respectivamente). Para Hipólito, as mensalidades são apenas um aspecto que explica a diferença.

"Se o curso é bom, o aluno vai fazer de tudo para continuar, pede ajuda para pagar mensalidade. Mas se ele encontra professores ruins, bibliotecas fracas, na primeira dificuldade financeira ele desiste", disse.

Para o presidente da Anup (associação nacional das universidades particulares), Abib Salim Cury, a dificuldade é de financiamento dos alunos.

"O Fies é insuficiente. Ele não atende o número suficiente e ainda há uma dificuldade adicional: o aluno entra no curso no início do ano e só pode conseguir os recursos no meio", afirmou Cury. "Com a crise econômica, a evasão só vai aumentar."

O MEC diz que deve alterar algumas regras do Fies (Financiamento Estudantil). Uma das mudanças será a possibilidade de pedir financiamento a qualquer momento do ano.

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