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Analise como as informações tendenciosas afetam o púplico. O economista Antônio Lopes de Sá disserta sobre a capacidade de interpretação de matérias e notícias veiculadas nos meios de comunicação. “Existem hoje indústrias de informação que conduzem preferências, opiniões, inspiram medo, geram guerras, convulsões sociais e mais”, ele opina.

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Desenvolva o senso crítico

Antônio Lopes de Sá



Toda informação merece reflexão, ou seja, deve passar pelo crivo de nosso raciocínio.
Aceitar, simplesmente o que veicula um jornal, o rádio, a televisão, um balanço, uma instrução normativa, um edital, seja o que for, é uma forma de “submissão” e um risco permanente.


O ser “submisso” renuncia ao mais sagrado dos direitos e que é o da “liberdade de pensamento”.
A grande doação do destino da capacidade de pensar é um direito, mas, também um dever perante nossa própria consciência.


O julgamento que fazemos das coisas é o que nos capacita a ser úteis e tal função é a da própria razão de existir.
Quando deixamos de exercer o raciocínio nos entregamos em mãos de terceiros, estes nem sempre honestos.
Os bons exemplos devem ser modelos, mas, mesmo eles precisam ser examinados à luz das circunstâncias no curso da evolução.


Até mesmo o que se apresenta como “modernidade” deve merecer a suspeição conveniente, pois, pode estar envolvido em banalidade.
Especialmente deve ser restritivo perante nossa aceitação o que se reconhece como “consenso”.
Há mais de dois milênios e meio Buda advertia que não se deve crer em algo apenas porque muita gente acredita.


O “consensual” pode ser efeito de um conjunto de idéias derivadas de seres incapazes; sobre isso o grande pensador Lyotard, dos mais expressivos da atualidade, muito advertiu em sua “Condição pós-moderna”.
O fato de muitos aceitarem um procedimento não o faz verdadeiro por isso.
A maioria dos médicos, a tida como “elite médica” ao tempo de Pasteur lecionava sobre a “geração espontânea” e isso era “consenso” na época.


Pasteur, sozinho, voz isolada, insurgiu-se contra o consensual referido e foi o gênio do mesmo que deu origem a Microbiologia, provando que “não existia” a referida geração.
Povos inteiros na antiguidade consagraram sacrifícios de seres humanos, escravidão, pilhagens, tudo por “consenso”.
Houve época em que por “consenso” se admitia que o sol girava em torno da Terra.


O mal da crença no consensual, mesmo com todos os defeitos comprovados, ainda não serviu de lição a humanidade, ou seja, a maioria dos homens ainda não aprendeu a distinguir “verdade” de “consensualidade”.


Existem hoje “indústrias de informação” que conduzem preferências, opiniões, inspirar medo, geram guerras e convulsões sociais e mais.
Portanto, a cautela, a proteção em relação ao risco da má informação, estará sempre em analisá-la, buscar conhecer a realidade, duvidando sempre do que com muita justificativa se apresenta, de forma insistente.

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