Dicas para administrar seus funcionários Macapá, Amapá

Uma coisa o líder deve sempre ter em mente, ele é muito pouco sem a colaboração da sua equipe. Aprenda a acrescentar a palavras " nos " no seu dia dia e veja a mudanca. Leia este artigo e veja algumas tecnicas.

Sind Trab Ensino Est Amapá Sinteap
(96) 222-3573
tv Raimundo Alvares da Costa, 366, Santa Rita
Macapá, Amapá
 
Sind Arrumadores
(96) 222-1281
av Mendonça Junior, 268, Central
Macapá, Amapá
 
Sind Bancários Amapá
(96) 222-0697
tv São José, 2169, Laguinho
Macapá, Amapá
 
Sind dos Condutores e Trab em Emp de Transp R
(96) 222-3858
av Pres Vargas, 1321, Centro
Macapá, Amapá
 
Sind Empres Transp AP Setap
(96) 222-7988
av Pres Vargas, 34
Macapá, Amapá
 
Sind Trab Emp Tel Oper Mesa Telef AP Sinttel
(96) 222-3388
av Iracema Carvão Nunes, 645, Central
Macapá, Amapá
 
Sind Marc e Serralheiros Amapá
(96) 242-5188
av Diogenes Silva, 1604, Trem
Macapá, Amapá
 
Sind dos Vigilantes do Estado do Amapá
(96) 242-3171
av Caramuru, 1926, Beirol
Macapá, Amapá
 
Sind Policiais Civis Estado Amapá
(96) 223-7310
av Procópio Rola, 726, Central
Macapá, Amapá
 
Sind Emp no Com
(96) 222-1036
av Iracema Carvão Nunes, 644, Central
Macapá, Amapá
 

Dicas para administrar seus funcionários

Como você usa os verbos no seu dia-a-dia profissional? Por exemplo, o verbo "fazer", usa sempre eu faço ou nós fazemos. O verbo "ser", comumente usa eu sou, ou "nós somos". O verdadeiro líder, não tem dificuldade de conjugar além da primeira pessoa. Afinal, os apoios eficientes da equipe sempre vem, quando há a força sinérgica, muito concentrada em "nós".

Veja bem como isso funciona na prática. Juarez, chefe do Departamento Comercial de uma média empresa, disse pra sua equipe, em junho de 2007; "eu tenho tudo pra conquistar duas novas empresas até novembro. Eu sou expert no assunto e não terei problemas". É claro que foi difícil ele encontrar apoio da sua equipe para que chegasse ao seu objetivo, o "eu" falou mais alto. Até o prazo determinado novas contas não foram incluídas na carteira da empresa e ele perdeu o cargo para Hélio, seu liderado, que assumiu a liderança com outra postura.

Em novembro de 2007, Hélio reuniu a equipe e disse. "Pessoal nós temos tudo pra conquistar três novos clientes. Nós somos preparados e não teremos problemas para atingir esta meta". O incrível é que ele influenciou a todos com seu otimismo e compartilhamento. Antes do Natal do mesmo ano, ele já havia acrescentado na carteira da empresa, não três, mas quatro novos clientes, o dobro do que Juarez prospectou sem obter êxito.

Por nenhum momento Hélio deixou de lado o seu poder pessoal, mas teve atitude diferente, outra postura e usou em especial para o convencimento da equipe a técnica do "nós", que é quase sempre infalível para que todos passassem a seguir a mesma causa e a mirar num objetivo em comum. Foi um bom líder e um bom vendedor. Vendeu sua imagem de competência, com talento especial e recebeu estima, respeito e comprometimento da equipe. Um resultado ainda mais espetacular para sua carreira, do que o almejado comercialmente.

Usei o exemplo de Juarez e Hélio, mas poderia citar tantos outros, que na realidade reforçam o mesmo sentido, o reconhecimento da competência profissional coletiva, dos que são comprometidos com o resultado que se almeja. Há no mundo empresarial muita indiferença e individualismo. Neste contexto reforçar o eu, ao invés de nós, não ajuda a ultrapassar barreiras que podem separar o líder dos seus liderados. Uma coisa o líder deve sempre ter em mente, ele é muito pouco sem a colaboração da sua equipe. Ou seja, ele precisa de apoio efetivo e eficiente dos que estão a sua volta para acertar no alvo.

Assim como a falta de hábito de usar o nós, há outra coisa que atrapalha o caminho do líder: o excesso de ordem, e o pior, os ultimatos. Sandra Regina da Luz Inácio, PhD em Administração de Empresas pela Flórida Christian University (EUA), diz que: "Os ultimatos só devem ser usados em último recurso. São mais típicos de ditadores do que de verdadeiros líderes". E ela coloca também a importância da técnica do "nós", que me inspirou este artigo, no sentido de substituir você por nós. Exemplificando, ela diz que ao invés de dizer para sua secretária: "Ponha-me esta carta no correio, se faz favor". Poderia dizer: "Temos de enviar esta carta hoje, pode encarregar-se disso?". Ela recomenda que substituindo o imperativo "você" pelo "nós", solicita a colaboração voluntária da outra pessoa, baseada em interesses comuns. O que ela tem a convicção de que esta é uma maneira muito mais eficaz de fazer as coisas. Sobre o seu ponto de vista é interessante usar "nós" com mais freqüência possível.

Temos vários estilos de liderança, e vários desafios impostos no caminho do líder, por outro lado, é aquele que compartilha das suas ações com a equipe, o que poderá atingir o maior grau de sucesso. A interação entre todos os membros da equipe e a interdependência em torno dos resultados é um quesito fundamental ao trabalho que se propõe executar. A técnica do "nós" é importante neste processo. Pense nisso!!!

Pedro Nadaf é secretário de Estado de Indústria, Comércio, Minas e Energia e presidente do Sistema Fecomércio/Sesc/Senac-MT. E-mail: p.nadaf@terra.com.br

Pedro Nadaf

Pedro Nadaf

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