Distribuidores de água mineral Brasília, DF

Quando tomamos um simples copo d’água, devemos nos lembrar que o precioso líquido que estamos ingerindo existe desde o início dos tempos. Aprenda como você pode ajudar a manter essa distribuição. Se não salvarmos nossos recursos hídricos, além da falta da energia elétrica, além dos apagões, teremos a falta d‘água, a falta de alimentos e como consequência a miséria, as doenças e a morte.

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Editoria: Vininha F. Carvalho18/10/2006

A água nossa de cada dia

Quando tomamos um simples copo d’água, devemos nos lembrar que o precioso líquido que estamos ingerindo existe desde o início dos tempos, foi reciclado pela Natureza por alguns milhões de vezes.

Essa mesma água pode ter sido usada para apagar o incêndio ateado em Roma por Nero, ou banhado a rainha Cleópatra no Egito, pode mesmo, quem sabe, ter banhado Jesus em seu batismo no Rio Jordão.

Lembramos fatos como esses para recordar que a Natureza não cria, nem fabrica a água, ela recicla, reutiliza o precioso líquido.

Por que, por exemplo, nós humanos não imitamos a Natureza, não criamos uma rotina de reaproveitamento das águas servidas para usos menos nobres, tais como, irrigar jardins, dar descargas em vasos sanitários, lavar carros, etc.? Se assim procedêssemos, estaríamos aliviando a “sangria” das nossas já tão escassas reservas hídricas.

A Natureza está doente, suas veias, por onde passa o tão precioso líquido, os rios e lagos, estão secando e se não reagirmos rapidamente, a médio e longo prazo estaremos vivendo num deserto, pois sem água não há vegetação.

Primeiramente, teremos a escassez de energia elétrica, sentida imediatamente. Depois a falta d’água em nossos lares e a seguir a escassez de alimentos. A fome, já tão conhecida de boa parcela da humanidade, virá a seguir.

Precisamos perenizar nossos rios, as artérias de nosso país, abastecendo-os com água limpa, livre de metais pesados e de resíduos pestilentos. Como executar essa gigantesca tarefa?

Combatendo severamente o desperdício:

Eliminando a poluição ambiental, os lixões, as usinas de compostagem e os aterros sanitários.

Não atirando na atmosfera gases tóxicos que são arrastados pelas chuvas para os mares, rios e lagos.

Recuperando nossas florestas, começando pelas matas ciliares, ao longo dos rios e lagos. Estas inibem o assoreamento, além de funcionarem como armazenadoras de água, fixando-a ao solo, evitam as enchentes, minimizam a evaporação e mantém as raízes vegetais úmidas. Uma árvore de porte médio, mantém em retenção até dez litros d’água, funcionando como “reservatório emergencial”, equilibrando e mantendo um ambiente agradável no entorno da mesma.

Se assim não procedermos, teremos nossos recursos hídricos cada vez mais escassos e a desertificação será irreversível.

A ausência da vegetação permite que o solo seja “lavado” pelas águas pluviais, retirando os seus nutrientes naturais e sem eles não haverá vida vegetal e sem o vegetal não há fixação da água e sem água não há vida.

Esse é o momento:

Se não salvarmos nossos recursos hídricos, além da falta da energia elétrica, além dos apagões, teremos a falta d‘água, a falta de alimentos e como consequência a miséria, as doenças e a morte.

Antonio Germano Gomes Pinto - É bacharel em Química, licenciado em Química, químico industrial, engenheiro químico, especialista em Recursos Naturais com ênfase em Geologia, especialista em Tecnologia e Gestão Ambiental, professor universitário e autor de duas patentes registradas no INPI e em grande número de países.

Fonte: Antonio Germano Gomes Pinto
Fonte E-Mail: aggpinto@hotmail.com

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