Estudando as Peculariedades da Comunicação Brasília, DF

A comunicação é composta por alguns elementos,tendo os fundamentais(emissor,receptor e mensagem) e outros não menos importantes,como código,canal de comunicação e referentes.Façamos a análise e exemplificação de cada um deles.

Apoio Telecom
(61) 3223-2331
SDS BL Q s 307
Brasília, DF
 
S.o.s Pague Menos Elétricos e Hidráulicos
(61) 3347-2002
SCLRN 704 BL C lj 20
Brasília, DF
 
Circuitu´s Instalações e Reformas
(61) 9333-2430
CLN 406 BL A lj 8
Brasília, DF
 
Francisco Bombeiro Hidráulico Eletricista
(61) 3233-3684
SHCES Q 303 BL C Comércio lj 47
Brasília, DF
 
Marcelo Eletricista
(61) 3355-6395
QN 3 CJ 5 c 22
Brasília, DF
 
Alencar Instalações
(61) 3245-2104
CRS 513 BL B s 203 en 9
Brasília, DF
 
Altaide Eletricista
(61) 3274-1603
SCLRN 708 BL C ap 101 en 16
Brasília, DF
 
Elétrica Hidrowat
(61) 3340-1841
SCLRN 716 BL A lj 21
Brasília, DF
 
Divino Instalações Elétricas
(61) 9998-1466
QI 8 cj D
Brasília, DF
 
Elétrica e Hidráulica Sadan
(61) 3399-5976
QS 14 c 3 cj 10B
Brasília, DF
 

Estudando as Peculariedades da Comunicação

O processo de comunicação envolve alguns elementos fundamentais, sendo que cada um deles desempenha papel preponderante para que a comunicação aconteça de forma efetiva.O emissor (que é o elemento que emite); o receptor (o que recebe) e a mensagem (que é o conjunto de informações transmitidas), são os três elementos fundamentais da comunicação.

Alguns outros elementos, não menos importantes, também devem ser utilizados para que a comunicação aconteça. Para que isto ocorra devemos escolher um código (que é a combinação de signos utihzados na transmissão de uma mensagem), um canal de comunicação (por onde a mensagem é transrmtida: televisão, rádio, jornal, revista, cordas vocais, ar, etc), não perdendo de vista o contexto, ou seja a situação a que a mensagem se refere, também chamado de referente.

Contextualizando estes elementos, tendo nos extremos o emissor e o receptor, pode-se facilmente concluir que há uma necessidade premente de adaptar o código, ou seja, o emissor tem que utilizar um código que o receptor consiga interpretá-lo ou decodificá-lo e emitir uma resposta.

Quando falamos em código, a questão nos remete a uma questão prática da comunicação: a necessidade adaptação da linguagem ao publico. Um dos exercícios mais interessantes que fiz na faculdade foi o de contar historinhas para crianças. Isto me fez ver na prática, a necessidade de adaptação do linguajar normalmente utilizado no dia-a-dia para uma linguagem que propiciasse às crianças o entendimento das historinhas. Na verdade, foi necessário bem mais do que a expressão verbal, utilizando a expressão corporal como ferramenta para me fazer entender.

Aquela experiência, aliada à outras decorrentes da atividade profissional, me permite afirmar de forma concreta, que muitos bons projetos e ótimas idéias deixam de ser aproveitadas todos os dias, por que o (s) interlocutor (es) não teve o mesmo entendimento do (s) apresentador (es). Faltou a adaptação da linguagem para o público alvo, ou seja, não posso falar com lingagem técnica para um público que não esteja acostumado aos termos.

Como vivemos num país de dimensões continentais e com população tão diversificada, é possível que existam muitas diferenças na linguagem de estado para estado ou de região para região. De forma geral, sabe-se também que a população interiorana utiliza linguagem com suas peculiaridades.

De modo particular, não posso utilizar no lugarejo onde nasci o mesmo linguajar que utilizo no cotidiano, muito embora não seja comum usar termos técnicos, pois certamente os meus receptores teriam problemas para entender a minha mensagem. Aí cabe uma pergunta, que muitas vezes já me foi feita durante os cursos e palestras que ministro: qual é a linguagem correta? A resposta é a seguinte: de modo geral, a linguagem correta é aquele em que os meus interlocutores me compreendem, e portanto, estabeleço uma comunicação eficaz; é a linguagem coloquial.

Mas cuidado, isto não permite abusar com a língua portuguesa sob o manto da máxima de que "vale tudo", pois os cidadãos com formação de nível médio e universitária tem o compromisso de falar e escrever na linguagem padrão, que nada mais é do que a língua portuguesa culta.

Sobre o Autor
O Conferencista Toni Corrêa é Bacharel em Secretariado Executivo Bilíngüe e Jornalista Profissional, Cerimonialista filiado ao CNCP - Comitê Nacional do Cerimonial Público, Radialista e Escritor, com especializações em Comunicação e Gestão de Pessoas e Processos, sendo especializando em Metodologia Intelectual.

Atuou em várias emissoras de rádio, jornal e televisão nos Estados do Paraná e Santa Catarina, tendo também atuado em várias funções na administração pública, assessoria de imprensa, secretaria executiva e cerimonial.

Possui quatro obras publicadas, as quais encontram-se à disposição através deste site, no formato e-book.

Tem experiência como palestrante de Oratória, Cerimonial e Protocolo, Etiqueta e Organização de Eventos, além de larga experiência na área de Secretariado, tendo desenvolvido trabalhos para grandes empresas em todo o Brasil e com as mais altas autoridades do Brasil e do Mercosul. Os temas são apresentados em formato de curso, com duração de 16 horas/aula ou no formado de palestra, com duração de 1h30min.

Foi um dos organizadores do Enfrute que há cerca de 10 anos reúne técnicos, pesquisadores e produtores de frutas em Fraiburgo, Estado de Santa Catarina, constituindo-se num evento de nível internacional, tendo sido organizador do II Encontro dos Municípios Turísticos do Mercosul.

De forma sintética, a experiência do Conferencista se resume em:

25 anos de experiência na área de Cerimonial e Protocolo

15 anos de experiência com as rotinas de Secretariado Executivo

15 anos de experiência ministrando cursos de Expressão Verbal - Oratória

15 anos de experiência ministrando cursos e palestras de Cerimonial e Protocolo

10 anos de experiência como organizador de Eventos


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