Museus Fortaleza, Ceará

"O tiranossauro rex pode ter sido um animal grande, mas tinha sentidos sensoriais semelhantes aos de animais muito menores e mais ágeis", definem os pesquisadores. Conheça outras características e curiosidades sobre esse animal pré-histórico. Uma análise microscópica da vértebra do tiranossauro rex induziu novas conclusões acerca dos seus movimentos.

Clínica veterinária Dr. Bruno Lacerda
(88) 3511-7265
Rua São Paulo 1305
Juazeiro do Norte, Ceará
 
Educandário 21 de Julho
(85) 291-1011
av Bernardo Manuel, 13039
Fortaleza, Ceará
 
Colégio Santa Cruz
(85) 245-1464
r Caio Prado, 152, Parangaba
Fortaleza, Ceará
 
Inst em Busca do Saber
(85) 213-5181
vl Dezoito, 337, Genibau
Fortaleza, Ceará
 
Colégio Capital
(85) 252-3919
r Gonçalves Ledo, 1246, Praia De Iracema
Fortaleza, Ceará
 
Escolinha Arco Iris
(85) 295-2712
r Saturno, 578, Dias Macedo
Fortaleza, Ceará
 
Centro Educacional Santa Rita Sc Ltda
(85) 479-5909
r II, 321, Antônio Bezerra
Fortaleza, Ceará
 
Ana G Prado
(85) 263-2524
r Pedro Toledo, 147, Vicente Pinzon
Fortaleza, Ceará
 
Centro Educacional Snoop
(85) 272-3246
r Fiscal Vieira, 3842, Joaquim Tavora
Fortaleza, Ceará
 
Colégio Kerigma Jr
(85) 227-9601
r Professor Francisco Gonçalves, 225, Dionisio Torres
Fortaleza, Ceará
 

Museus

Editoria: Vininha F. Carvalho5/5/2006

Estudo afirma que tiranossauro rex era ágil e rápido

O tiranossauro rex pode ter sido um animal grande, mas tinha sentidos sensoriais semelhantes aos de animais muito menores e mais ágeis, segundo um estudo apresentado nesta semana em uma conferência em Saint Louis, nos Estados Unidos.A descoberta contraria outros estudos que indicam que o tiranossauro tinha apenas uma capacidade limitada de movimento.

Lawrence Witmer, da Universidade de Ohio, usou técnicas de tomografia computadorizada para reconstruir o formato do cérebro do animal, incluindo seu ouvido interno, que tem relação não somente com a audição, mas também com o equilíbrio.

A estrutura do ouvido interno sugere que o animal tinha audição e equilíbrio excelentes.

“O ouvido interno provê pistas muito importantes sobre o comportamento”, disse Witmer. “Ele revela diversos tipos de movimento; por exemplo, o quão ágeis eles eram.”

“O tiranossauro rex tem o ouvido interno de animais muito menores e mais ágeis. Ele tinha um sentido de equilíbrio e balanço muito elevado.”

O pesquisador disse que a espécie de dinossauro também usava movimentos rápidos dos olhos e da cabeça para rastrear suas presas.

Estudo contestado:

As descobertas de Witmer, porém, são contestadas por Jack Horner, um especialista em tiranossauros rex, que descreve seus movimentos como pesados e desajeitados.

O animal possuía um tendão forte que tornaria seu corpo muito rígido, restringindo a capacidade de movimento, segundo ele.

“Ele era rígido do pescoço até o rabo”, disse Horner à BBC. “Ele não era um dançarino.”

Horner e seus colegas fizeram análises microscópicas da vértebra do dinossauro e encontraram tecidos remanescentes relacionados com o tendão que dava sustentação para a cabeça e o pescoço.

Como a quantidade encontrada na vértebra é proporcional ao quão rígido o tendão teria sido, os pesquisadores deduziram que ele deve ter sido muito rígido.

“Acho que teríamos que repensar os modelos dos dinossauros e pensar neles como seres muito rígidos. Eles não eram tão fluidos como pensávamos”, disse Horner.

Eles teriam necessitado de muito espaço para se movimentar para evitar cair para trás, segundo ele.

Apesar da evidência de que o tiranossauro rex tinha movimentos rápidos dos olhos para buscar suas presas, Horner considera que seu estudo aponta para um animal coletor, não predador.

O tiranossauro era encontrado em um número relativamente grande – os grandes predadores são comparativamente raros – e também tinha dentes especializados em esmagar ossos.

“Você não precisa de dentes para esmagar ossos se vai matar outro animal, porque você pode só tirar a carne e deixar o resto”, disse ele.

Horner e Witmer apresentaram suas pesquisas contraditórias em um debate sobre o tiranossauro rex em um encontro da Associação Americana para o Avanço da Ciência.

Fonte: BBC

Clique aqui para ler este artigo na Animalivre