Estudo sobre hidro-alcoólicas de própolis Cuiabá, Mato Grosso

A preparação de extratos de própolis é conhecida desde os anos 50 através de trabalhos publicados na Itália e Rússia. Demonstram a ação bactericida e anti-inflamatória , sendo que existe uma variação quanto à proporção de flavonóides e flavonas em diferentes extratos que são obtidos de diversas florações. Saiba mais abaixo.

Carlos Alberto A Maranhao
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Especialidade
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Estudo sobre hidro-alcoólicas de própolis

Nos últimos anos, vem se observando um crescente interesse pelamedicina complementar no controle de doenças, visando, assim, orestabelecimento do equilíbrio como fonte de saúde. Atualmente, em todoo mundo, tem-se aproveitado dos recursos naturais na terapêuticamedicamentosa com resultados satisfatórios. Uma das recomendações daOrganização Mundial de Saúde (OMS) é a de fazer investigações sobresistemas de medicina tradicional, principalmente, trabalhos para aidentificação de remédios eficazes de origem mineral, vegetal eanimal.A preparação de extratos de própolis é conhecida desde os anos50 através de trabalhos publicados na Itália e Rússia, que demonstram aação bactericida e antiinflamatória , sendo que existe uma variaçãoquanto à proporção de flavonóides e flavonas em diferentes extratos quesão obtidos de diversas florações. Proposição A pesquisa objetivou verificar a ação de 3 extratos hidro-alcólicos de própolis, produzidos em diferentes regiões do Brasil e avaliar a sua efetividade “in vitro” sobre bactérias associadas com as doenças periodontais e peri-implantites. Material e métodos Foram selecionadas cepas ATCC (1) de Actinobacillus actnomycetemcomitans (A.a.) e Porphyromonas gingivalis sendo as mesmas semeadas em agares seletivos, associados com as diferentes soluções hidro-alcoólicas de própolis pela técnica do pour-plate e incubadas por 48 horas, o mesmo procedimento foi adotado para as culturas controle que não apresentaram adição de extratos de própolis. Resultados Os resultados demonstraram uma inibição de Unidades Formadoras de Colônias (UFCs) em todas as amostras, sendo que os resultados foram anotados em fichas próprias.Observou-se a redução de 22% das UFCs de A.a. para o extrato I, 17% para o extrato II e 21% para o extrato III e a redução de 39% UFCs de P. gingivalis para o extrato I, 26% para o extrato II e 38% para o extrato III. Conclusões Concluímos, portanto, que a indicação dos referidos extratos pode ser feita pelo implantodontista com o objetivo de inibir o desenvolvimento de doenças orais durante as semanas de ósseo integração (2) (3) ,pois a própolis como antibiótico “natural” e agente cicatrizante oferece significativa vantagens com seu uso, que dizem respeito ao baixo custo do produto, a facilidade no manuseio, ação antibiótica, a rapidez na reparação tissular e, também, de se constituir em produto sem contra-indicações. 1-Lang NP, Wilson TG, Corbet EF. Biological complications with dental implants: their prevention, diagnosis and treatment.Med Oral Patol Oral Cir Bucal. 2004;9 Suppl:69-74; 63-9. 2-Tanner A, Maiden MF, Lee K, Shulman LB, Weber HP. Dental implant infections. Clin Oral Implants Res. 2000;11 Suppl 1:146-55. 3- Duarte, Cesário Antonio; Kfouri, Luciana da Silva. Ação da própolis sob forma de bochechos: na formação da placa bacteriana e gengivite / Propolis mouthrinsing action on plaque and gengivitis formationRGO (Porto Alegre);47(2):82-4, abr.-jun. 1999.

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