Fibromialgia: dores constantes e cura incerta Caucaia, Ceará

O artigo fala de uma doenca que atinge a maioria da populacao: as dores. Se voce e daqueles que tem dores em pontos especificos do corpo pode estar com fibromialgia, síndrome ainda um tanto desconhecida. Leia mais no artigo abaixo.

Francisco de Assis A Teixeira
3246-4805
R Carlos Vasconcelos 2530
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Cirurgia Plástica

Dados Divulgados por
Marcos Augusto Melo Soares
3254-5354
R Joao Cordeiro 1508
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Cirurgia Plástica

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Lucia Regina A Gois Penaforte
3264-5813
R Nunes Valente 2105
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Cirurgia Plástica

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Glauco Soares de Almeida
(85) 3246-0591
Av. Antônio Sales 990
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Cirurgia Plástica

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Hermano Jose Sales Rocha
3246-1133
Av Antonio Sales 990
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Cirurgia Plástica

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Humberto Gomes Moreira Couto
3242-3411
R Republica do Libano 747
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Cirurgia Plástica

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Ageu Galdino Brasil Junior
3241-4444
R Atilano de Moura 530
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Cirurgia Plástica

Dados Divulgados por
Marcus Vinicius Ponte S Filho
3257-7474
R Joao Lobo Filho 250
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Cirurgia Plástica

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Roberto Cesar Lima Chaves
3087-9434
Av Antonio Sales 3443
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Cirurgia Plástica

Dados Divulgados por
Emilianne Monteiro Coelho
3486-6088
Av Dom Luis 1233
Fortaleza, Ceará
Especialidade
Cirurgia Plástica

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Fibromialgia: dores constantes e cura incerta

Se você sente dores constantes em pontos específicos do corpo, principalmente nas costas, tem fadiga e indisposição constantes, seguidas de dor de cabeça e insônia, é bom ficar atento pois isso pode indicar algo muito mais sério do que um suposto estresse. Os sintomas citados acima são típicos da fibromialgia, síndrome ainda um tanto desconhecida, com fatores causadores e cura ainda incertos.

A doença será tema do V Congresso Médico do Rio Grande do Norte, que será realizado entre os dias 23 e 26 próximos, na Associação Médica do RN, reunindo especialistas potiguares e de outros estados. A fibromialgia será tema da palestra do reumatologista paranaense Valderílio Feijó de Azevedo, na próxima sexta-feira, dia 25.

Segundo o médico, a fibromialgia é causada por diferentes fatores, isolados ou combinados, como doenças graves, traumas emocionais e físicos ou mudanças hormonais. Antes, pela pouca informação sobre a sintomatologia da síndrome, muitos pacientes eram considerados psicossomáticos ou depressivos. “Atualmente, sabe-se que é uma forma de reumatismo associada à sensibilidade do indivíduo frente a um estímulo doloroso. Provavelmente, a causa da doença é multifatorial e por isso o tratamento também é multifatorial”, diz o reumatologista.A síndrome ataca principalmente as mulheres.

Segundo ele, o tratamento pode ser farmacológico, à base de analgésicos e antidepressivos, e não farmacológico: hidroterapia, hidrogisnástica, programa de exercícios individualizados, fortalecimento muscular. “Porém há casos em que uma terapia cognitivo-comportamental também pode ser bastante útil em alguns pacientes.”

Não há uma forma específica de se prevenir da fibromialgia. O mais indicado é desenvolver um estilo de vida saudável, com alimentação equilibrada e balanceada, prática regular e sistemática de atividades físicas, vida social e familiar ativa, tudo isso alternado com períodos de descanso reparador, com sono de qualidade.

Medicina complementar

O tratamento baseado na chamada Medicina Complementar tem ajudado a muitos portadores de fibromialgia a controlar os sintomas da síndrome, principalmente a acupuntura e a homeopatia; mas outros recursos como ioga, reiki, tai chi chuan e florais também são bastante usados e com resultados bastante positivos. O médico e professor de Fitoterapia da UFRN, Jorge Boucinhas considera os resultados da medicina complementar tão bons quanto os da tradicional, mas acredita que o melhor mesmo é associar os dois tipos de tratamento. Mas ele demonstra certa predileção pela acupuntura. Segundo o médico, é grande o número de pessoas que hoje sofrem com a síndrome. Em seu consultório, a incidência é constante e crescente. “O paciente de fibromialgia hoje em dia é um usuário comum dos ambulatórios clínicos em geral e da medicina complementar em especial”, comenta. Especialistas têm percebido um aumento real de casos de fibromialgia. Boucinhas considera essa questão controversa. “Alguns acham que o aumento dos casos é um fenômeno episódico. Outros acreditam que se trata mais de uma questão de informação do que de diagnóstico.”

Rejane Paiva: “Passava uma semana na cama sem conseguir me levantar”

TRIBUNA DO NORTE — Como começaram os sintomas? O que você sentia inicialmente?

REJANE PAIVA — Começou quando eu estava com 35 anos, na minha terceira estafa. Eu sempre trabalhei com massoterapia; primeiramente na área estética e depois com a área de tratamento com massoterapias orientais, que agora eu trabalho. Para mim, foi terrível. Comecei a sentir o corpo dolorido, mas a princípio pensei que era fadiga crônica. Tive que diminuir radicalmente meu ritmo de trabalho, pois trabalhava de manhã, de tarde e de noite. Tive que cortar em 50% mas mesmo assim as crises continuaram. Aí, entraram os antidepressivos, os analgésicos, mas mesmo assim as crises ainda continuavam. Teve um momento até que eu pensei que eu tivesse que parar com meu trabalho. Aí eu comecei então a entrar na medicina alternativa, medicina complementar, hoje; fazendo tratamento com massagens de shiatsu, ioga e meditação, e deu uma estabilizada.

TN — As dores eram constantes?

RP — Sim. Eu passava uma semana de cama. Nos três primeiros dias eu não conseguia levantar, pois da planta do pé ao alto da cabeça existiam dores terríveis. Pisava no chão e parecia que tinha uma porção de pregos, o couro cabeludo, tudo doía. Acho que a única musculatura que não doía era a do abdome, mas o restante do corpo todo doía. E o pior é que existia um sofrimento dentro dessa dor, de angústia, de pesar, de tristeza muito forte. Eu acho que os médicos ainda não sabem se é a depressão que puxa a dor ou o contrário.

TN — Você já tinha ouvido falar de fibromialgia antes? Já conhecia?

RP
— Não, nada. Tanto é que passei três anos sentindo já os primeiros sintomas, depois que fui perceber, e tratava com dipirona, com analgésicos. Tomei tanto que hoje tenho alergia a dipirona e ácido acetilsalicílico (AAS). Não posso tomar mais que entro em processo alérgico. Depois de três anos nessa angústia, eu procurei um médico homeopata e ele diagnosticou como fibromialgia. Isso foi há cinco anos. Aí a gente começou a tratar com homeopatia e com algumas vitaminas, mas mesmo assim, continuava. Na verdade, o processo teve um retrocesso muito grande com o autoconhecimento.

TN — Você sentiu que as terapias alternativas, complementares, realmente foram importantes?

RP — Foram muito importantes. Hoje, basicamente, eu cuido, porque não fiquei curada ainda, mas eu me mantenho bem — há muito tempo não tenho crises — com meditação, com a prática do ioga, respiração, com as massoterapias. E venho trabalhando normalmente. Esse processo de autoconhecimento foi muito importante pois me fez ver que, na verdade, essa dor que estava sendo transmitida para o corpo era dor da alma, de traumas, complexos, que existiam na minha infância. A partir do momento que entrava em contato com eles, ou com alguma coisa que já existia em mim, que estava presa e eu não sabia, e vinha à tona, diminua mais ainda a dor. Era sintomático. Na verdade, era uma dor que estava na alma.

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