Tratamento de dipilidiose Rio Branco, Acre

"Dipilidiose é uma zoonose que frequentemente não exibe sintomas clínicos", descreve o veterinário Gerson Bertoni Giuntini. Entenda como acontece a transmissão da tênia em cães, gatos ou humanos. O veterinário também explica como evitar que o seu cão seja reinfestado pela Dipylidium caninum.

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Tratamento de dipilidiose

Editoria: Vininha F. Carvalho27/7/2007

Dipilidiose é uma zoonose que frequentemente não exibe sintomas clínicos

Dipilidiose é uma zoonose provocada pelo parasita Dipylidium caninum. É um verme que vive no intestino delgado, extremamente comum em cães e, em menor extensão em gatos e outros carnívoros silvestres.

Embora o parasitismo por Dipylidium caninum seja considerado pouco patogênico nos cães (capaz de provocar doença) a prevalência, isto é, a freqüência de ocorrência deste verme em algumas regiões pode chegar ao redor de 60% de cães infectados.

O Dipylidium caninum pertence ao grupo dos cestódeos, o qual compreende as chamadas tênias, que são vermes chatos, por apresentarem o corpo achatado dorso-ventralmente.

Estes vermes possuem o corpo com a forma segmentada, cuja cabeça, conhecida como escólex, se fixa no intestino do hospedeiro (cão) e seu corpo é dividido em segmentos, denominados de proglotes, segmentos estes que se assemelham a sementes de pepino, os quais destacam-se destes cestóides e são eliminados com as fezes.

As proglotes podem ser observadas nas fezes a olho nu isoladamente ou em grupos e são ativas, porque se movem lentamente sobre ou próximo às fezes recém-evacuadas ou na região próxima ao ânus do cão ou do gato (região perineal).

Em tempo seco as proglotes ressecam e contraem-se rapidamente e podem não ser detectadas. Porém, quando rompidas no meio ambiente, elas liberam os ovos que ficam confinados em cápsulas ovígeras, cápsulas estas contendo mais de 20 ovos.

Principalmente as pulgas e em menor escala também os piolhos mastigadores, desempenham um importante papel no ciclo biológico do Dipylidium caninum, pois funcionam como hospedeiros intermediários.

As larvas das pulgas ao ingerir os ovos de Dipylidium caninum das fezes dos cães, originam uma larva cistecercóide que irá se alojar nas pulgas adultas. Os cães se infectam com o Dipylidium caninum ao se coçarem e se lamberem, pois acabam ingerindo as pulgas infectadas.

Os seres humanos também podem se infestar com a forma adulta de Dipylidium caninum através da ingestão acidental de pulgas parasitadas, neste caso com maior incidência em crianças.

Os sintomas mais comuns em crianças são de desconforto, dores abdominais, irritabilidade nervosa, diarréia e prurido anal. Entretanto, o que é mais freqüente na infestação humana é de não exibir sintomas clínicos.

A prevenção da dipilidiose humana é melhor conseguida através da utilização de vermífugos específicos e principalmente no controle das pulgas, pois um cão já vermifugado que venha a ingerir uma pulga infectada acaba por se reinfestar por Dipylidium caninum.

Sem um bom controle das pulgas, mesmo que se faça um tratamento com vermífugos adequados para as formas adultas do cestódio, quando o proprietário observa as proglotes nas fezes do seu cão ou gato, traz geralmente poucos benefícios na prevenção da dipilidiose humana e de seus animais, pelo fato das pulgas fazerem parte do ciclo biológico deste verme e serem as responsáveis por sua transmissão.

Fonte: Dr. Gerson Bertoni Giuntini - Biólogo, Engenheiro Agrônomo e Veterinário
Fonte Link: http://www.policlinicaveterinaria.com.br

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