Leite e água para controlar oidio Rio Branco, Acre

Uma solução de 5% de leite de vaca e 95% de água já pode ser utilizada para controlar o oídio. Doença que ataca diversas culturas, causando a morte das plantas e prejuízos aos agricultores. Veja mais no artigo abaixo.

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Leite e água para controlar oidio

Publicidade Uma solução de 5% de leite de vaca e 95% de água já pode ser utilizada para controlar o oídio - doença que ataca diversas culturas, causando a morte das plantas e prejuízos aos agricultores. A afirmação é de Wagner Bettiol, pesquisador da Embrapa Meio Ambiente, vinculada ao Ministério da Agricultura e do Abastecimento, que desenvolveu o método e já o testou em culturas de pepino e abobrinha, com controle de praticamente 100% da doença. O oídio é causado por um fungo chamado Sphaerotheca fugilinea, que se parece com um pó branco nas folhas de variadas culturas. "Os fungicidas químicos indicados para o combate ao oídio são caros, cerca de R$ 135 o litro, enquanto o leite custa R$ 0,13 o litro", enfatiza. Além disso, a solução é totalmente inócua ao meio ambiente, não causando nenhum impacto ambiental, mas não se pode dizer o mesmo dos fungicidas utilizados para o controle da doença.

Bettiol concluiu que a alternativa era eficaz, após testar várias dosagens. Ele ensina que para uma solução de 100 litros, por exemplo, são necessários 95 litros de água e 5 litros de leite. O novo método já vem sendo testado também em campo, pois muitos chacareiros que plantam hortaliças e legumes no chamado cinturão verde da Grande São Paulo estão usando a solução de leite cru para controlar o oídio.

O pesquisador vai, em breve, testar o produto em outras variedades de plantas cultivadas, já que o oídio ocorre também em culturas importantes, como feijão, soja e trigo. Bettiol também pretende identificar a substância do leite que seria o princípio ativo da solução que combate o fungo.

Os resultados de seu experimento foram publicados na forma de artigos nas revistas inglesas NewScientist e Crop Protection, duas importantes publicações científicas prestigiadas em todo o mundo. Ele diz que tem recebido telefonemas e contatos de jornalistas dos Estados Unidos e da Alemanha, interessados na pesquisa. No Brasil, de acordo com Bettiol, o interesse pela pesquisa foi menor em comparação com o exterior, pois suas apresentações em congressos científicos não despertaram maiores atenções. O pesquisador acredita que o interesse internacional pela pesquisa se deve à demanda por produtos orgânicos, que vem crescendo cada vez mais nos Estados Unidos e na Europa. O consumo de produtos cultivados sem agrotóxicos nesses dois mercados já movimenta algo em torno de U$ 6 bilhões por ano.

Fonte: Embrapa - CNPMA

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