Novo tratamento para ficar mais jovem Cuiabá, Mato Grosso

O preenchimento facial com ácido hialurônico tornou-se o segundo procedimento estético mais realizado nos Estados Unidos. O ácido tem a função de reter água, hidratar e conferir volume à pele e contorno facial. Veja mais no artigo abaixo.

Carlos Alberto A Maranhao
Av 31 - de Marco 889
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Cirurgia Plástica

Dados Divulgados por
Magno Stefani Cezar
Av. Presidente Marques 437
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Cirurgia Plástica

Dados Divulgados por
Draúzio Antônio Medeiros
(65) 3624-3713
av Isaac Póvoas, 1124
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Maria do Socorro Dra. Cirurgiã Plástica
(65) 3623-8521
r Cmte Costa, 1496 Centro
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Tiago, José S
(65) 3623-5986
r Cândido Mariano, 990 Quilombo
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Jubert Sanches Cibantos Filho
(65) 3623-4023
Rua General Neves 111
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Cirurgia Plástica

Dados Divulgados por
Clínica Magno Cézar
(65) 3623-5122
av Pres Marques, 441 Santa Helena-Quilombo
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Dulciyara Lopes, Drª
(65) 3023-9001
Tv Léo Edilberto Griggi, 75 Goiabeiras
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Henrique S Laboissiere
(65) 3623-2079
av das Flores, 843 s 34 Jardim Cuiabá
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Med K Prod e Serv Médico Hospital e Laboratorial
(65) 3626-3997
av José Rodrigues do Prado, 252 Santa Rosa
Cuiabá, Mato Grosso

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Novo tratamento para ficar mais jovem

Entre os anos de 2003 a 2007, o preenchimento facial com ácido hialurônico tornou-se o segundo procedimento estético mais realizado nos Estados Unidos. Só no ano passado foram realizados quase 1,5 milhões de procedimentos com a substância, que ficou atrás apenas das aplicações de botox (toxina botulínica tipo A). Segundo os médicos, no Brasil, o cenário se repete e o preenchimento com ácido hialurônico aparece entre um dos procedimentos mais realizados nos consultórios médicos.

O dermatologista Otávio Macedo, membro da Academia Americana de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Dermatologia (SBD), comenta que este crescimento expressivo pode ser explicado principalmente pela segurança e eficácia do ácido hialurônico. “A substância é produzida naturalmente pelo organismo, por isso os riscos de alergia são quase nulos”, explica.

O ácido tem a função de reter água, hidratar e conferir volume à pele e contorno facial. Com o passar dos anos e devido o processo de envelhecimento, a quantidade desta substância diminui, e, assim, aparecem as rugas e flacidez.

O fato de ser uma substância de efeito temporário e reabsorvível pelo organismo é considerado mais uma vantagem do ácido hialurônico em relação a outros preenchedores. Para os especialistas, as substâncias temporárias permitem que os resultados do procedimento sejam aperfeiçoados a cada nova aplicação, de acordo com as novas necessidades e expectativas.

“Costumo dizer aos meus pacientes que permanente é o preenchedor e não o preenchimento”, diz Humberto Ponzio, dermatologista membro da SBD e professor associado da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. “Um procedimento permanente realizado hoje, após alguns anos poderá se posicionar de forma diferente e muitas vezes indesejada”, avalia. Afinal, o envelhecimento é um processo dinâmico.”

Além disso, atualmente já existem preenchedores de ácido hialurônico que oferecem durabilidade de até um ano – duração que até pouco tempo variava de seis a nove meses. “Se existe uma substância segura, com boa durabilidade e resultados naturais, por que se expor a substâncias permanentes, que podem trazer resultados indesejáveis permanentes?”, questiona o Humberto.

Os especialistas alertam, por exemplo, sobre o uso do PMMA (polimetilmetacrilato), substância não-absorvível e permanente, utilizada para preenchimento facial e bioplastia. “Recomenda-se cautela no uso desta substância para evitar efeitos indesejáveis a curto e longo prazo, ou mesmo resultados estéticos não satisfatórios que também serão permanentes”, diz Otávio Macedo.

Clique aqui para ler este artigo no Guia da Plastica