Plástica em excesso é doença Cuiabá, Mato Grosso

O número cada vez maior de pessoas que se submetem a alguma intervenção estética. Pessoas que vivem achando defeitos diante o espelho e logo correm para uma clinica pode tar passando por uma doença associada a estes processos: o transtorno dismórfico corporal. Veja mais abaixo.

Jubert Sanches Cibantos Filho
(65) 3623-4023
Rua General Neves 111
Cuiaba, Mato Grosso
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Cirurgia Plástica

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Carlos Alberto A Maranhao
Av 31 - de Marco 889
Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Cirurgia Plástica

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AR Distribuidora de Medicamentos e Produtos Hospitalares Ltda
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Henrique S Laboissiere
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Cuiabá, Mato Grosso

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Med K Prod e Serv Médico Hospital e Laboratorial
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Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
Cirurgia Plástica

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Draúzio Antônio Medeiros
(65) 3624-3713
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Cuiabá, Mato Grosso

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Tiago, José S
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Dulciyara Lopes, Drª
(65) 3023-9001
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Cuiabá, Mato Grosso

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Maria do Socorro Dra. Cirurgiã Plástica
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Plástica em excesso é doença

O número cada vez maior de pessoas que se submetem a alguma intervenção estética – cirurgias plásticas, bronzeamentos artificiais, aplicações de botox®, etc. – tem provocado também o aumento de uma doença associada a estes processos: o transtorno dismórfico corporal. As vítimas do problema são aquelas pessoas que não se cansam de encontrar defeitos ao espelho (na maioria das vezes, inexistentes) e, para corrigi-los, perseguem compulsivamente um padrão estético inatingível. Descrito em 1987 pela Associação Americana de Psiquiatria, o distúrbio, nos casos mais graves, causa ansiedade e depressão profundas – e pode levar a pessoa a deformar-se nas mãos de cirurgiões inescrupulosos.

Os perigos do excesso de plásticas e outras intervenções são tema da reportagem de VEJA. A revista revela um estudo inédito conduzido pela médica Luciana Conrado, com 350 pacientes da dermatologia do Hospital das Clínicas, de São Paulo. A pesquisa constatou que 14% deles apresentavam sintomas de dismorfia. Nos consultórios dos plásticos, a incidência fica em torno de 10%.

Há vítimas da doença que chegam a submeter-se a nove cirurgias de nariz. Existem ainda aquelas que praticam uma espécie de turismo médico, batizado pelos especialistas de "doctor shopping": rodam de consultório em consultório em busca de sugestões sobre o que deveriam mudar em sua imagem. "É uma seqüência sem botão de desligar: o paciente sempre acha que o que fez é pouco", diz o psicanalista Niraldo de Oliveira Santos, da divisão de psicologia do Hospital das Clínicas. "Para ele, o corpo é um rascunho onde tudo pode ser experimentado."

Como ninguém faz nove plásticas de nariz sem que haja um cirurgião disposto a cometer excessos, tem-se aí um duplo problema. "É a pior combinação: o paciente que quer fazer tudo somado ao médico sem escrúpulos que o submete a procedimentos incontáveis e desnecessários", diz o dermatologista Guilherme de Almeida, do hospital Sírio-Libanês, de São Paulo.

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