Portadores de HIV tem tratamento estético grátis Cuiabá, Mato Grosso

A lipodistrofia é um efeito colateral causado pelo uso de medicamentos antirretrovirais, drogas usadas em pacientes soropositivos, que inibem a reprodução do vírus HIV no sangue. O paciente com HIV pode perder músculo e gordura e desenvolver sulcos profundos, principalmente na face. Saiba mais no artigo abaixo.

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Portadores de HIV tem tratamento estético grátis

O Espírito Santo tem agora um centro de referência para tratamento da lipodistrofia. O Ministério da Saúde (MS) publicou portaria, no último dia 20 de janeiro, credenciando o Hospital Santa Casa de Misericórdia de Vitória - e mais sete unidades em todo o Brasil - para a realização de cirurgias e procedimentos em pacientes com diagnóstico de HIV/Aids e lipodistrofia, pelo Sistema Único de Saúde (SUS).

A lipodistrofia é um efeito colateral causado pelo uso de medicamentos antirretrovirais, drogas usadas em pacientes soropositivos, que inibem a reprodução do vírus HIV no sangue.

À associação desses medicamentos com fins terapêuticos é dado o nome de Terapia Antirretroviral (TARV), popularmente conhecida como "coquetel", conforme explicou a coordenadora do Programa de DST/Aids da Secretaria de Estado da Saúde (Sesa), Sandra Fagundes.

Aproximadamente 10% dos pacientes que se submetem à TARV desenvolvem a lipodistrofia. Trata-se de alterações da massa corpórea em pessoas soropositivas provocadas pela perda ou ganho de gordura corporal.

"O paciente com HIV pode perder músculo e gordura e desenvolver sulcos profundos, principalmente na face, como se tivesse emagrecido muito", exemplificou a coordenadora.

Correção

Para corrigir esse problema, existe uma série de cirurgias e procedimentos, que até 2005, podia apenas ser encontrada na rede privada. A intervenção mais comum é o Preenchimento Facial com Polimetilmetacrilato.

De alta complexidade, o procedimento vai custar ao SUS, em média, R$ 400,00 por pessoa. Segundo Sandra Fagundes, a cirurgia é o retorno da auto-estima e melhoria da qualidade de vida para o paciente.

"É o resgate da pessoa pela sociedade, já que a lipodistrofia pode levar ao isolamento pelo desconforto estético", comenta. De acordo com ela, o objetivo é atender a toda a demanda para este tipo de procedimento. O Espírito Santo possui atualmente 2.700 pacientes com diagnóstico de HIV/Aids e que fazem uso de medicamentos antirretrovirais. Portanto, a estimativa é que 270 podem desenvolver o problema.

Portarias

O Hospital Santa Casa de Misericórdia e o Hospital Universitário Cassiano Antônio de Moraes (Hucam) começaram a realizar as cirurgias reparadoras em 2005, quando o MS divulgou uma portaria determinando o tratamento da lipodistrofia por meio do SUS.

Desde então, já foram realizadas, nas duas unidades, 190 procedimentos. A diferença entre a portaria publicada em 2005 e a deste ano é que esta credencia a Santa Casa de Misericórdia de Vitória para as cirurgias. "Agora, a unidade terá a obrigatoriedade de oferecer o serviço para o paciente", explica Sandra.

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