Calda bordalesa Rio Branco, Acre

A Calda Bordalesa é uma das formulações mais antigas e mais eficazes que se conhece, tendo sido descoberta quase por acaso no final do século XIX na França. Logo, percebeu-se que as plantas tratadas estavam livres de antracnose. Entenda mais no artigo abaixo.

J. Felix Ferreira
(68) 3026-1037
r Rio de Janeiro, 1854, Qd D 9 Cs 2, Base
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
D Lago
(68) 3026-2495
r Rubens Carneiro, s/n, Sn, Abrahão Alab
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Cometa Restaurante Ltda
(68) 3224-2115
r Quintino Bocaiúva, 223, Centro
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Elcimar F. Ferreira
(68) 3223-3857
etr Usina, 1321, Aviário
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
F . Moura Felix - Me
(68) 3227-7182
r Rio de Janeiro, 1564, Floresta
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
E. C. Vieira - Me
(68) 3223-3857
r Hugo Carneiro, 227, Bosque
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
D. M. S. Borges - Me
(68) 3226-6655
av Nações Unidas, 2123, Estação Experimental
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
F. Junior Vieira de Oliveira
(68) 3026-1046
r Deodoro,Mal, 159, Sl 244, Centro
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
I. J. Schaefer -me
(68) 3228-4088
av Getúlio Vargas, 3242, Vl Ivonete
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
A. Palu Junior
(68) 3224-1998
r Quintino Bocaiúva, 1452, Bsq
Rio Branco, Acre

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Calda bordalesa

Um pouco da história

A Calda Bordalesa é uma das formulações mais antigas e mais eficazes que se conhece, tendo sido descoberta quase por acaso no final do século XIX na França, por um agricultor que estava aplicando água com cal para evitar que cachos de uva de um parreiral próximo de uma estrada fossem roubados. Logo, percebeu-se que as plantas tratadas estavam livres de antracnose.

Estudando o caso, um pesquisador chamado Millaradet descobriu que o efeito estava associado ao fato do leite de cal ter sido preparado em tachos de cobre. A partir daí, foram desenvolvidas pesquisas para chegar à formulação mais adequada da proporção entre cal e sulfato de cobre.

Como preparar a calda bordalesa

A formulação a seguir, é para o preparo de 10 litros; para obter outras medidas, é só manter as proporções entre os ingredientes.

a) Dissolução do sulfato de cobre:

No dia anterior ou 4 horas antes do preparo da calda, dissolver o sulfato de cobre. Colocar 100 g de sulfato de cobre dentro de um pano de algodão, amarrar e mergulhar dentro de um vasilhame plástico com um litro de água morna.

b) Água e cal

Colocar 100 g de cal em um balde para capacidade para 10 litros. Em seguida adicionar 9 litros de água, aos poucos.

c) Mistura dos dois ingredientes

Adicionar, aos poucos, e mexendo sempre, o litro da solução de sulfato de cobre dentro do balde de água com cal.

d) Teste da faca

Para ver se a calda não ficou ácida, pode-se fazer um teste, mergulhando uma faca de aço comum bem limpa, por 3 minutos na calda. Se a lâmina da faca sujar, isto é, adquirir uma coloração marrom ao ser retirada da calda, indica que está ácida, devendo adicionar mais cal na mistura; se não sujar, a calda está pronta para uso.

Usos da calda bordalesa

A calda bordolesa é recomendada para o controle, entre outras doenças e parasitas, de míldio e alternaria da couve e do repolho, alternaria do chuchu, antracnose do feijoeiro, pinta preta e queima do tomate, murchadeira da batata, queima das folhas da cenoura, etc. Também é utilizada em frutíferas, como figueira, parreira, macieira etc.

Em mudas pequenas e em brotações novas, deve-se aplicar esta calda mais diluída, misturando-se 1 parte da calda bordalesa, para 1 parte de água.

Para mofos da cebola, do alho e mancha da folha da beterraba (cercosporiose), usa-se uma diluição de 3 partes de calda para 1 parte de água.

Convém lembrar que a calda bordalesa perde a eficácia com o passar do tempo, por isso deverá ser utilizada até, no máximo, 3 dias depois de pronta.

Evitar aplicar em épocas muito frias, sujeitas a ocorrência de geadas.

Bibiografia: PAULUS, G. MÜLLER, A.M. BARCELLOS, L.A.R.
Agroecologia aplicada: prática e métodos para uma agricultura de base ecológica. Porto Alegre:EMATER-RS, 2001

Fonte: Equipe Portal Orgânico

Clique aqui para ler este artigo na Portal Agricultura