Propaganda Uruguaiana, Rio Grande do Sul

Propaganda é qualquer ação de negócio para promover um produto ou serviço. Esta é uma parte essencial na administração de qualquer negócio, grande ou pequeno. A propaganda tanto conquista novos consumidores para seu negócio, como mantém os clientes atuais, afirmando a qualidade dos produtos e serviços oferecidos pela sua empresa.

Person Publicidade Ltda
(51) 3311-7799
r Pinheiro Machado, 40, Independência
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Dados Divulgados por
CN PUBLICIDADES & PROPAGANDAS
(51) 3451-1537
R.FLORIANO PEIXOTO,728
SAPUCAIA DO SUL, Rio Grande do Sul
 
Fera Mídia Agencia Digital
5130437844 (paginas do termo não encontrada)
av. Jose Loureiro da silva, 1408 sl.301
Gravataí, Rio Grande do Sul
 
Agencia Humanidade
(55) 3244-4977
Avenida Almirante Tamandaré, 1387
Santana do Livramento, Rio Grande do Sul
 
Pcom Comunicação e Marketing
(51) 3035-2473
Benjamin Constant, 378
Novo Hamburgo, Rio Grande do Sul
 
Restaurante Bombordo
(51) 3517-0700
Av. Guaiba, 2941
Porto Alegre, Rio Grande do Sul
 
CONCURSO MISS MISTER TURISMO VIAMÃO RS
(51) 9679-7122
RUA BENTO GONÇALVES 891
VIAMÃO, Rio Grande do Sul
 
Competence Comunicação e Marketing Ltda
(51) 3014-4500
av Plínio Brasil Milano, 1775, Higienópolis
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Dados Divulgados por
Lance Propaganda Promoção e Representação Ltda
(51) 3338-3889
av Protásio Alves, 3884, Petrópolis
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Dados Divulgados por
Agea Publicidade e Propaganda Ltda
(51) 3748-3100
tr Paz, 30, An 3 Sl 303, Farroupilha
Porto Alegre, Rio Grande do Sul

Dados Divulgados por
Dados Divulgados por

Propaganda

EM ARTIGO publicado neste espaço no dia 8 de junho, o ministro da Comunicação Social, jornalista Franklin Martins, afirmou que o governo Lula gasta “em torno de R$ 1 bilhão ao ano” com publicidade e que esse é o mesmo patamar de gasto do governo Fernando Henrique Cardoso.

Teria sido prudente o ministro se, antes de escrever, olhasse o site da secretaria que dirige -e que o desmente. Lá está: em 2009, a soma dos contratos do governo (administração direta e indireta) com agências de publicidade é de R$ 1.374.359.194,90.

E a lista não menciona contratos de publicidade de oito ministérios e muitos órgãos. Pelo menos três deles -Ministério das Cidades (R$ 120 milhões), Ministério da Previdência Social (R$ 26 milhões) e Secretaria Especial da Pesca (R$ 21 milhões)- têm contratos firmados.

O ministro tampouco considerou os aditivos -só o Ministério da Agricultura aditou R$ 10,3 milhões em 2009, revela o Siafi (Sistema Integrado de Administração Financeira). Ele ainda esqueceu de computar os generosos patrocínios culturais e esportivos que o governo Lula distribui, em grande parte, a apaniguados. São R$ 867,3 milhões em 2009, que, somados ao bolo publicitário, elevam a conta para R$ 2,4 bilhões -duas vezes e meia o “em torno de R$ 1 bilhão” alardeado pelo ministro.

Um estudo sobre a evolução da despesa com publicidade da administração direta no período 1996 a 2009, feito pela liderança do PSDB na Câmara com base no Siafi, mostra que o total executado, a preços corrigidos pelo INPC, entre 1996 e 2002 (governo Fernando Henrique Cardoso), foi de R$ 1.270,6 milhões, e, entre 2003 e 2009 (governo Lula), de R$ 2.173,1 milhões. Lula gastou 92,5% a mais.

Com sua compulsão por propaganda, Lula concentrou no Palácio do Planalto os recursos para publicidade institucional. Com isso, a rubrica deu saltos: R$ 188,2 milhões em 2003, R$ 289,5 milhões em 2004, R$ 331,4 milhões em 2005 e R$ 274,3 milhões em 2006. Caiu em 2006 porque a lei limita os gastos publicitários em anos eleitorais à média dos três anos anteriores. Mas, no primeiro semestre do ano eleitoral de 2006, Lula gastou R$ 476.774.103,89, 68% do que a lei permitia no ano todo. Exagero acidental? Os números são eloquentes e revelam que os gastos com publicidade do governo Fernando Henrique Cardoso foram muito menores do que os do governo Lula.

Computando apenas a administração direta, em média, o governo Lula gasta simplesmente o dobro do que gastou o governo Fernando Henrique, atestando a marca maior do seu chefe -a obsessiva compulsão pela propaganda, que é a essência de sua ação política.

O ministro Franklin Martins diz que 70% da publicidade do governo vem de empresas estatais que concorrem no mercado, sugerindo que elas têm foco comercial e não atuam para alavancar a ideologia oficial lulo-petista. Falso. Os Correios e a Petrobras não competem com ninguém.

Ademais, nunca na história deste país a publicidade oficial foi tão controlada pela Presidência. Ninguém aprova uma peça ou um plano de mídia de qualquer setor do governo sem a bênção do ministro Franklin.

O conceito ufanista da propaganda “comercial” das estatais é a chave para combiná-la com efeitos da propaganda oficial, seja de forma direta, seja com reprovável caráter subliminar. A campanha da Petrobras para festejar a suposta autonomia petrolífera, por exemplo, foi conjugada com a intensa “comemoração” do governo, otimizando a duplicidade oficialista. A campanha da Caixa para o programa Minha Casa, Minha Vida foi outro exemplo de “mídia casada”, ao usar slogans e chavões lulistas.

Por último, o governo Lula usa dois truques maliciosos. Em 2003, 499 veículos recebiam propaganda do governo. Em 2008, esse total foi para 5.297. Ao redirecionar a publicidade para milhares de pequenos jornais e rádios, Lula mirou na dependência publicitária de boa parte desses pequenos veículos para acertar na escravização dos espaços editoriais -pequenos veículos do interior remoto são mais suscetíveis à pressão política do poder federal do que a imprensa tradicional, que compunha a lista dos 499.

Outro truque foi maximizar as tiragens dos jornais, auditadas ou não, como “critério técnico” para justificar a distribuição de verbas publicitárias a veículos sindicais, como o “Jornal da CUT”. Escandalosamente partidarizados, esses “jornais” disputam publicidade com a imprensa independente de forma desigual. Não são imprensa livre, não buscam a pluralidade de fontes, exaltam uma só ideologia -o lulo-petismo-, não auditam suas tiragens e ainda são financiados pelo imposto que você, cidadão, recolhe com o seu suado trabalho.

José Aníbal

A Revista Ecoturismo defende a pluralidade das receitas de publicidades do governo Lula. Com isto, tem-se um país mais democrático, com uma mídia que não recebe tratamento diferencial apenas porque tem uma tiragem de 1 milhão de exemplares ou de 60 mil, como é o caso da Revista Ecoturismo. Como diz o Artigo 5 da Constituição Federal,”Todos são iguais perante a lei, sem distinção de qualquer natureza [...]“.

A pluralização das receitas de mídia permite aos pequenos editores a oportunidade de desfrutar de um direito de toda imprensa e não apenas dos gigantes que é a publicidade do governo. E quanto ao comentário do Sr. Deputado Federal pelo PSDB, José Aíbal, de que com estas verbas a imprensa de pequeno porte se vende para o Governo Federal foi de extremo mal gosto. Deixando claro que a linha editorial de um veícuilo de respeito, como é o caso da imensa mairia das pequenas edições no Brasil não se vendem por dinheiro e honram as suas linhas editoriais acima de tudo.

Clique aqui para ler este artigo na Revista Ecoturismo