Próteses mamárias em alta Ipatinga, Minas Gerais

O show business banalizou os seios fartos como forma de vaidade e apelo sexual. O certo é que algo a mostrar na "comissão de frente" é necessariamente indicado para casos de baixa estima. Veja mais no artigo abaixo.

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Próteses mamárias em alta

Araçatuba - O show business banalizou os seios fartos como forma de vaidade e apelo sexual, embora muito antes, nas definições populares esta fartura fosse sinônimo de aptidão maternal.

O certo é que algo a mostrar na "comissão de frente" é necessariamente indicado para casos de baixa estima, em mulheres com hipomastia (pouco desenvolvimento do volume mamário) e nos casos da recuperação da mama por mutilação.

Com o custo estacado há alguns anos, a colocação de silicone nas mamas derrubou mitos como problemas a longo prazo e se estabeleceu como apetrecho preferido das mulheres descontentes com a proporção mamária.

De acordo com o cirurgião-plástico Márcio Botteon, de Birigüi, é exatamente o volume da prótese que tem aumentado nos últimos dez anos. "Atualmente tornou-se muito raro colocar prótese de silicone com menos de 220 mililitros, a maioria opta por colocar de 260 a 300 mililitros", diz.

O uso da prótese de silicone é permitido para pacientes acima de 16 anos, período no qual a mama já está formada. Não existe limite máximo para a colocação da prótese, ela pode ser aplicada em pacientes que não tenham problemas auto-imunes ou com o uso de silicones.

Para as mulheres que passaram por uma mastectomia radical, o mais indicado é uma cirurgia com rotação de retalho muscular, que pode ser retirada tanto das costas como do abdome.

"Não há reconstruções em casos de retirada total do músculo, tem que haver ao menos a camada de proteção para esta prótese", informa Botteon, "desde que não tenham sido extraídos a pele, a glândula mamária e o músculo peitoral maior, deixando a pele em contato direto com a costela não há problemas".

Para pacientes que não tenham tido problemas com a mama, não há contra-indicações. "Até diabéticos que apresentem exames laboratoriais saudáveis podem ser operados", garante.

As clientes que mais recorrem ao aumento no volume das mamas têm de 25 a 35 anos e nunca amamentaram, mas apresentam hipomastia. Outras são aquelas que amamentaram, mas tiveram uma atrofia mamária devido à gravidez.

A cirurgia não acontece sem uma bateria de exames laboratoriais, como o hemograma, que irá constatar se a paciente tem anemia ou alguma infecção, e a mamografia, geralmente solicitada em mulheres que tenham histórico de câncer de mama na família.

As vias de acesso por onde se aplica a prótese de silicone são variáveis, podendo ser na aréola (a pele mais escura que cerca o mamilo), pela axila ou pela dobra inferior dos seios. "Eu sempre dou preferência para a incisão via areolar, onde a cicatriz fica mais imperceptível. Pela axila, apesar de não haver cicatriz na mama, o deslocamento no músculo peitoral maior causa dor e incômodo no pós-operatório", indica o cirurgião.

O método de inserir e posicionar o implante dependerá da anatomia de cada paciente e da recomendação do médico, é este posicionamento correto que garante um bom resultado estético. São duas as posições, entre a glândula mamária e o músculo peitoral maior ou na frente das costelas e atrás deste músculo. "A prótese é colocada atrás do músculo apenas naquelas pacientes que não possuem glândula mamária. Se ela for colocada atrás da glândula, a prótese fica muito visível e conseqüentemente artificial", aconselha.

A mesma prescrição é indicada para os casos de flacidez. "Quando a paciente tem flacidez, se colocar atrás do músculo, a prótese fica alta e fica a pele flácida em baixo, com um aspecto de mama caída".

DÚVIDAS FREQUËNTES - O cirurgião afirma que, independente da posição da prótese, qualquer nódulo ou tumor, por menor que seja, é facilmente identificado pelo auto-exame nas mamas. "Tumores, cistos ou nódulos sempre se localizam na glândula mamária, ela sempre fica na frente da prótese. Isso não inibe nenhum tipo de exame, a prótese não mascara nenhum tumor de glândula mamária", esclarece Márcio.

A amamentação é outra dúvida freqüente. Segundo o profissional, a prótese não interfere no aleitamento materno. "O mesmo acontece com o medo de perder a sensibilidade da mama, isso não existe, em certos casos até aumenta. É raro, mas pode até haver uma paresia, que é a perda de sensibilidade transitória no período de, no máximo, três meses", completa.

A anestesia nestes casos costuma ser local e a cirurgia dura em média uma hora e meia. A paciente recebe alta no mesmo dia.

LIVRE ARBÍTRIO - A paciente pode escolher o tamanho da prótese também durante a cirurgia. "Já houve casos em que a cliente não quis ser sedada, no momento da operação, para se certificar do tamanho que havia escolhido", conta.

Mas, normalmente, o volume da prótese é escolhido durante as consultas. "A paciente simula o tamanho desejado através de um molde que é colocado atrás do sutiã, ela coloca a blusa e tem uma idéia de como vai ficar", explica Botteon.

A novidade nas próteses de silicone é a garantia delas, que agora têm validade vitalícia nos materiais importados. "Se daqui a 30 anos, por exemplo, a paciente tiver qualquer problema com a prótese, a importadora garante a troca".

As mulheres que não se contentarem com o tamanho escolhido têm até seis meses para substituí-la por uma prótese maior ou menor. "Apesar do tamanho ser moldado no pré-operatório, há mulheres que se arrependem, daí esta garantia de seis meses".

Conforme o cirurgião, a troca é opcional, não é obrigatória por envelhecimento de material. "Esse papo de que a prótese tem que ser trocada a cada 10 anos não existe mais", confirma.

RISCOS APARENTES

Um hematoma e/ou infecção por conta da cirurgia são algumas das reações que podem se manifestar em até 48 horas. A rejeição ao material do qual é confeccionada a prótese apresenta sinais na segunda semana após a colocação. "São casos raros, mas que podem acontecer. A rejeição, por exemplo, na teoria está estimada em torno de 3%, mas na prática isso não ultrapassa 1% dos casos". Quando há rejeição, a prótese é retirada e a importadora responsável a troca por outra com outro material e num prazo de aproximadamente seis meses ela é recolocada. As possibilidades de vazamento, segundo o cirurgião, acontecem quando há um trauma bastante relevante, como em acidentes automobilísticos, onde há um impacto contra o peitoral. Fora esta hipótese, ele considera o risco "quase impossível". "Mesmo que haja vazamento, o material não oferece risco. As próteses possuem três camadas de proteção, o silicone é bastante coesivo, não esparrama com facilidade e nem pede urgência na troca. Mesmo depois de ser constatado em exame, pode esperar o tempo que quiser para reconstituí-lo", informa. Apesar destes riscos, o médico ressalta que o material não oferece perigo para a saúde.

Para Botteon, a interferência do corpo humano na prótese é a formação de uma cápsula fibrótica, como reação ao corpo estranho. "A prótese fica contida dentro dessa cápsula, mesmo que ela se rompa não tem problema porque o silicone é um gel bem coesivo", finaliza.

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