Psicólogos Infantis Araçatuba, São Paulo

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Clínica Psicológica Integrare
(11) 4474-2513
Rua Dom Duarte Leopoldo e Silva, 92 - Centro - Santo André - SP
Santo André, São Paulo
 
Consultório de Psicologia e Neuropsicologia
(11) 2564-4933
Av. Dom Pedro II, 1641 sala133
Santo André, São Paulo
 
NANCI NICOLAU - Psicóloga Santo André
(11) 9222-4361
Av. Portugal, 1007 - Conj. 59 L
Santo André, São Paulo
 
Iraci Celisia Teodoro
(11) 3447-3385
r Nathanael Tito Salmon, 365, Centro
Osasco, São Paulo

Dados Divulgados por
NPKA - Núcleo Psicológico Kátia Aragão
(11) 9901-6611
Cx Postal 177
São Paulo e Mogi das Cruzes, São Paulo
 
Cefapi Fonoaudiologia e Psicologia
(11) 4516-2476
r Guido Monteggia 97, Jd Rosina
Mauá, São Paulo

Dados Divulgados por
Geórgia Mauad
(17) 3227-8769
Rua Emilia J. J. Castro, 170
São José do Rio Preto, São Paulo
 
Carla Conceição Rezende Silva
(11) 2443-1878
r Olinda de Albuquerque,Da, 71, Jd São Paulo
Guarulhos, São Paulo

Dados Divulgados por
Núcleo de Metafísica
(19) 3254-0463
Rua Lotário Novaes, 129
Campinas, São Paulo
 
Marcelly Brito - Psicologia Infantil e Adolescente
(11) 8673-1864
Rua Moacir Piza, 74
São Paulo, São Paulo
 
Dados Divulgados por

Psicólogos Infantis

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A., oito anos, é um garoto como tantos outros. Vai à escola, vê desenho animado, gosta de brincar... Tudo como qualquer outro. Mas por que os meninos da escola de A. implicam e agridem o garoto? Porque as pessoas cochicham quando o vêem? A. tem somente um ponto que o diferencia das outras crianças: Ele tem gestos e voz semelhantes às das meninas. E os que o agridem estão, sem saber, praticando homofobia.

Afirmar que A. vai se tornar um adulto homossexual é impossível. Mas, segundo o psicólogo e sexólogo Carlos Boechat, o fato das pessoas, seja os colegas da escola, professores ou até os próprios pais, o tratarem com agressividade é motivado por uma suposição da sexualidade da criança, o que leva a uma repreensão motivada por homofobia. A sociedade é homofóbica. O pai tem medo do filho se tornar homossexual , explica o sexólogo.

S.L., 32 anos, mãe da A., que prefere não se identificar em favor da criança,


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