Psicólogos Infantis Vila Velha, Espírito Santo

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CAPSI-Clínica de Atendimento Psicológico Ltda
(27) 3340-6223
av Jerônimo Monteiro, 242, Jaburuna
Vila Velha, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Ana Maria Tinoco Bosi Psicologa CRP 13250
(27) 3299-5389
r Cel Sodré, 585 Sl 6, Centro
Vila Velha, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Antônio de Pádua Valladares Gaudio
(27) 3229-9703
av Champagnat, 689 s 606, Centro
Vila Velha, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Charlene Zanoni e Cibelle Cazelli Psicólogas
(27) 3339-0184
r Carolina Leal, 289 sl 108, Jaburuna
Vila Velha, Espírito Santo

Dados Divulgados por
CLIMPER-Clínicas Médicas e Psicológicas Reunidas Ltda
(27) 3219-5432
r Cristóvão Colombo, 319
Vila Velha, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Raquel Libório Bastos de Siqueira Drª
(27) 3229-9231
av Champagnat, 717 s 204, Centro
Vila Velha, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Detrânsito Clínica de Exames Médicos e Psicológicos
(27) 3389-7621
r José Ribeiro, 15, Sta Mônica
Vila Velha, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Ana Maria Monteiro Borlot
(27) 3229-2030
r Henrique Moscoso, 1019 s 506, Centro
Vila Velha, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Interface's Instituto de Psicologia Ltda
(27) 3229-5398
av Champagnat, 689, Sl 15, Centro
Vila Velha, Espírito Santo

Dados Divulgados por
Cláudio Carneiro de Miranda Psicopedagogo Clínico
(27) 3349-2199
r Cb Ailson Simões, 560 sl 107, Centro
Vila Velha, Espírito Santo

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Psicólogos Infantis

Fornecido por:

A., oito anos, é um garoto como tantos outros. Vai à escola, vê desenho animado, gosta de brincar... Tudo como qualquer outro. Mas por que os meninos da escola de A. implicam e agridem o garoto? Porque as pessoas cochicham quando o vêem? A. tem somente um ponto que o diferencia das outras crianças: Ele tem gestos e voz semelhantes às das meninas. E os que o agridem estão, sem saber, praticando homofobia.

Afirmar que A. vai se tornar um adulto homossexual é impossível. Mas, segundo o psicólogo e sexólogo Carlos Boechat, o fato das pessoas, seja os colegas da escola, professores ou até os próprios pais, o tratarem com agressividade é motivado por uma suposição da sexualidade da criança, o que leva a uma repreensão motivada por homofobia. A sociedade é homofóbica. O pai tem medo do filho se tornar homossexual , explica o sexólogo.

S.L., 32 anos, mãe da A., que prefere não se identificar em favor da criança,


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