A intradermoterapia pode ser feita em diversas áreas do corpo, como na parte interna dos braços, no abdômen, nos "pneuzinhos" laterais da cintura e costas
Não é só com cremes e plásticas que é possível melhorar o aspecto do corpo. A intradermoterapia tem conquistado cada vez mais adeptos no Brasil. O procedimento é um tratamento feito em consultórios especializados, que consiste em introduzir medicamentos diretamente na derme, camada mais profunda da pele, com uma agulha apropriada.
Por meio dessa terapia é possível combater problemas como estrias, gordura localizada e flacidez, dizem os especialistas. As aplicações podem ser feitas em diversas áreas do corpo, como na parte interna dos braços, no abdômen, nos "pneuzinhos" laterais da cintura e costas, no culote, na parte interna dos joelhos, nas coxas e nas bolsas de gordura sob os olhos.
Por outro lado, a intradermoterapia é atacada por alguns médicos. Os especialistas argumentam que as substâncias injetadas com o objetivo de exterminar a celulite, por exemplo, trazem riscos aos pacientes. Dois produtos foram, inclusive, retirados do mercado em 2005: o lipostabil e os polifenóis de alcachofra.
"O produto pode se espalhar pelo organismo”, explica a dermatologista Taciana Dal’Forno. A questão é polêmica. “A quantidade injetada é muito pequena, afastando qualquer possibilidade de problema”, diz Rosana Ferreira e Silva, médica da clínica estética Dicorp, em São Paulo.
A aplicação, que é feita em pequenas doses por toda a região a ser tratada, deve ser realizada por um médico especializado. São necessárias de 10 a 12 sessões para que os resultados sejam satisfatórios, variando de acordo com cada caso. É importante ainda associar o procedimento a atividade física frequente e a uma alimentação equilibrada.
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