Transtornos mentais na adolescência Cuiabá, Mato Grosso

Esse estudo levanta uma série de transtornos que provocam alterações de temperamento no adolescente. Sindrome do pânico, bipolaridade e depressão são fatores comuns entre os jovens entenda o por quê. As pesquisadoras Fernanda Couto e Rafaella Negrão relatam o surgimento desses problemas mentais na adolescência.

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Transtornos mentais na adolescência

TRANSTORNOS MENTAIS NA ADOLESCÊNCIA

FERNANDA PYRAMIDES DO COUTO

RAFAELLA GEVEGY NEGRÃO

rafa_negrao@hotmail.com

 

 

 Transtornos mentais são alterações do funcionamento da mente que prejudicam o desempenho da pessoa na vida familiar, na vida social, na vida pessoal, no trabalho, nos estudos, na compreensão de si e dos outros, na possibilidade de autocrítica, na tolerância aos problemas e na possibilidade de ter prazer na vida em geral.Isto significa que os transtornos mentais não deixam nenhum aspecto da condição humana intocado.

A Adolescência é um período de intensas atividades e transformações na vida mental do indivíduo, o que, por si só, leva a diversas manifestações de comportamento que podem ser interpretadas por leigos como sendo doença. Durante a puberdade, geralmente, a fase inicial das mudanças no aspecto físico é contrária aos modelos de estética ideais. A garota gostaria de já se ver com seios fartos, ancas roliças, etc., e o menino desejaria ter a musculatura desejável, barba, etc. Essa distonia entre o corpo e a aspiração pode desencadear sérias dificuldades de adaptação, uma baixa auto-estima, uma falta de aceitação pessoal, resultando em problemas depressivos, anoréticos, obsessivo-compulsivos, entre outros transtornos.

Os conflitos tendem a agravar-se muitíssimo mais se este jovem estiver inserido numa família que também está em crise. Assim sendo, muitas das manifestações ditas normais da adolescência podem se confundir com doenças mentais ou comportamentos inadequados.

 

Fatores que levam aos transtornos:

 

  • Alterações no funcionamento do cérebro
  • Fatores genéticos
  • Fatores da própria personalidade do indivíduo
  • Condições de educação
  • Ação de um grande número de estresses
  • Agressões de ordem física e psicológica
  • Perdas, decepções, frustrações e sofrimentos físicos e psíquicos que perturbam o equilíbrio emocional

 

Comportamento de um adolescente normal

 

Temos de ter o cuidado inicialmente de avaliar bem o comportamento de um adolescente, antes de se garantir a existência ou não de um transtorno mental. Para tanto é necessário se conhecer um pouco a cerca do que chamamos de "adolescência normal".

Adolescência Normal: A adolescência é a fase da vida em que a pessoa se descobre como indivíduo separado dos pais. Isso gera um sentimento de curiosidade e euforia, porém também gera sentimentos de medo e inadequação. O adolescente vivencia uma fase de intensa confusão de sentimentos, com uma constante mudança de opiniões e metas, e com um comportamento bastante impulsivo.

Ex: Contrariar a vontade dos pais. Esse comportamento opositor aos pais acontece em decorrência da necessidade do adolescente de separar-se dos pais, ser diferente deles, para construir sua própria identidade como pessoa. Ao mesmo tempo, o adolescente pode não se ver capaz ainda de se separar da família, gerando então nele um sentimento de medo.

Embora haja grande quantidade de conhecimento existente hoje sobre esse assunto, é necessário alertar que muitos dos comportamentos atípicos manifestados pelos adolescentes podem apenas ser uma busca por sua identidade, e não uma doença mental específica.

 

Dentre os transtornos mentais mais comuns vistos na adolescência, abordaremos os seguintes:

  • Depressão (Transtorno de Humor)
  • Esquizofrenia (Transtorno Psicótico)
  • Transtorno bipolar de Humor (Transtorno de Humor)
  • Transtorno obsessivo compulsivo (Transtorno Neurótico)
  • Síndrome do Pânico (Transtorno de Ansiedade)

 

 

 

 

 

DEPRESSÃO NA ADOLESCÊNCIA

 

Durante muitos anos acreditou-se que os adolescentes, não eram afetados pela Depressão, já que, supostamente, esse grupo etário não tinha problemas vivenciais. Como se acreditava que a Depressão era exclusivamente uma resposta emocional à problemática existencial, então quem não tinha problemas não deveria ter Depressão.

A Depressão pode interferir de maneira significativa na vida diária, nas relações sociais e no bem-estar geral do adolescente, podendo até levar ao suicídio. Quase todas as pessoas, sejam jovens ou idosas, experimentam sentimentos temporários de tristeza em algum momento de suas vidas. A Depressão é uma doença como tantas outras da medicina. 

            Muitas pessoas apresentam uma primeira crise de Depressão durante a adolescência. Observou-se nas duas últimas décadas um aumento muito grande do número de casos de Depressão com início na adolescência. Talvez seja porque o mundo moderno esteja se tornando cada vez mais complexo, competitivo, exigente, e muitos adolescentes têm dificuldades para lidar com as necessidades de adaptação que se deparam diariamente.

De modo geral os adolescentes se deparam com várias situações novas e pressões sociais, favorecendo condições próprias para que apresentem flutuações do humor e mudanças expressivas no comportamento, como , por exemplo, separação dos pais, violência doméstica,fins de relacionamentos amorosos, alcoolismo de um dos pais, dificuldades econômicas, doença física ou morte.

 

Sintomas

Na busca de uma solução para seus conflitos, os jovens podem recorrer às drogas, ao álcool ou à sexualidade precoce ou promíscua. Angustiados e confusos, podem adotar comportamentos agressivos e destrutivos contra a sociedade. Por isso tem sido comum observarmos o adolescente manifestar sua depressão através de uma série de atos anti-sociais, distúrbios de conduta, e comportamentos hostis e agressivos.

O jovem deprimido confia pouco em si mesmo, experimenta alterações no apetite e no sono, se auto-acusa e tem lentidão dos pensamentos. A baixa auto-estima faz com que veja a si mesmo como sem valor, feio, desinteressante e cheio de falhas pessoais. Levando a prejuízos na saúde, na escola, no relacionamento familiar e social.

Durante um Episódio Depressivo o jovem costuma sentir-se inquieto ou irritado, isolar-se de amigos ou familiares, ter dificuldade de se concentrar nas tarefas, perder o interesse ou o prazer em atividades que antes gostava de realizar, sentir-se desesperançado e ter sentimentos de culpa e perda do prazer em viver e muitas vezes, o adolescente deprimido pode tentar suicídio.

 

  Quem é mais vulnerável à depressão?

Algumas pessoas são mais suscetíveis à Depressão que outras, tal como ocorre com qualquer outra doença. Além disso, a depressão resulta de uma combinação de múltiplos fatores e não de apenas uma causa. (tensões da vida cotidiana, medo do fracasso, discriminação da faixa etária, pressão para realizar inúmeras tarefas, entre outros).

Os fatores genéticos têm importante papel no desenvolvimento de Depressão. A ocorrência de Depressão mais freqüente nas pessoas que têm familiares também com transtornos depressivos. Acredita-se fortemente que a Depressão possa ser causada por um desequilíbrio de substâncias químicas cerebrais denominadas neurotransmissores, notadamente três deles; a noradrenalina, dopamina e, principalmente, a serotonina. Além disso, os neuroreceptores também desempenham importante papel no estado depressivo.

 

Tratamento

O primeiro passo é procurar a experiência de um profissional capacitado para diagnóstico, aconselhamento, tratamento e ajuda. Juntamente com o adolescente, os familiares e o médico podem chegar a uma decisão sobre o tipo mais adequado tratamento para o paciente. Existem vários antidepressivos eficazes que podem ser utilizados no tratamento da depressão na adolescência.

 

 

 

 

 

 

SÍNDROME DO PÂNICO NA ADOLESCÊNCIA

Síndrome do pânico é um distúrbio caracterizado pela ocorrência de freqüentes e inesperados ataques de pânico. O Transtorno foi diagnosticado como doença em 1980, é considerado um transtorno de ansiedade assim como o transtorno obsessivo.

O estresse, muito recorrente na adolescência - fase caracterizada por mudanças físicas, orgânicas, comportamentais, psicológicas e dúvidas – fatores de ordem biológica, psicossociais e predisposição genética e também a ansiedade, favorecem o desenvolvimento da Síndrome do pânico.

Existem fatores que afetam de forma significativa o adolescente, como, por exemplo: divórcio ou separação dos pais, violência urbana, morte de um membro próximo da família, doença ou ferimento grave, gravidez precoce, dificuldades sexuais, morte de um amigo próximo/íntimo, alcoolismo na família, mudança para uma nova escola, ausência e/ou falta de diálogo dos pais, entre outros.

O adolescente pode apresentar queda no rendimento escolar, mudanças de comportamento, retraimento social, evitando situações anteriormente prazerosas (ir a shoppings, cinemas, sair com os amigos, lugares movimentados).

 

Sintomas:

As sensações podem variar, alternando-se entre uma mudança repentina nos batimentos cardíacos, desequilíbrio, falta de ar, tonturas, palpitações e tremores, taquicardia, medo de enlouquecer. Suor excessivo, calafrios , náuseas, desespero e uma sensação contínua de aproximação da morte. Muitas vezes, os transtornos de pânico são passageiros, mas que acarretam grande sofrimento emocional, já que a pessoa teme que o seu organismo entre em colapso e seu estado mental entre em pane.

Existe uma diferença entre ataques de pânico e síndrome do pânico. Ataque de pânico qualquer um de nós pode ter numa situação de perigo e síndrome do pânico é uma situação de medo aguda, de pavor, constante.

No tratamento, recomenda-se, na maioria dos casos, o uso de medicação antidepressiva e quando for necessário, tranqüilizantes como coadjuvantes ao tratamento e Terapia Cognitiva Comportamental (TCC).

 

Tratamento:

Pode ser feito com antidepressivos e acompanhados de terapia com psicólogo.

Vencendo o pânico sem remédios

Confira a história de Rafael Martinez, que conseguiu superar as crises de Síndrome do Pânico sem a utilização de medicamentos.

Por Amanda Ruiz

Sempre muito ansioso, com dificuldades de concentração e considerado hiperativo pelos médicos, Rafael tinha 15 anos quando teve sua primeira crise de pânico. O primeiro sintoma foi a taquicardia: “Eu estava sentado no colégio quando senti meu coração disparar”, conta. “Aquilo me assustou e logo comecei a tremer, o medo faz um sintoma puxar o outro”. Com os sintomas aparecendo com mais intensidade dia após dia, Rafael decidiu contar a mãe. Iniciou-se uma maratona de exames, consultas a médicos e frustrações.Os problemas em casa também começaram a aparecer, os pais de Rafael trabalhavam fora e tinham grandes responsabilidades e, já convencidos de que o filho não tinha nenhum problema físico, chegaram a pensar que ele estava apenas querendo chamar a atenção. Por outro lado, o adolescente sofria em dobro por não ser entendido pelos pais e por não conseguir resolver o problema sozinho: “A pior parte da doença foi não saber a princípio como lidar com ela”, explica. “Eu e meus irmãos tivemos uma criação muito boa, onde cada um deveria saber como resolver seus problemas. Não saber lidar com isso ia contra tudo o que eu havia aprendido. Se eu tivesse um sonho ruim e acordasse assustado, acreditava que se voltasse a dormir, poderia morrer. Passei muitas noites em claro”. A psicóloga ensinou Rafael a canalizar sua ansiedade, uma das causas da síndrome. No seu caso, recomendou exercícios físicos, algo que o deixasse bem cansado e que consumisse suas energias de forma produtiva. Indicou também que, na hora das crises, ele batesse no travesseiro para descarregar a ansiedade e desviar a atenção dos sintomas. No entanto, inicialmente, tais métodos não adiantaram muito para o jovem, que começou a buscar sozinho um método de controlar sua mente. “Escrever foi uma saída. Quando eu estava bem escrevia como estava me sentindo. No momento das crises, procurava ler o que havia escrito e isso me ajudou muito a desviar a atenção dos sintomas e me acalmar. Só a partir daí aprendi que poderia lidar com os ataques. A Síndrome do Pânico é uma doença psicológica. Ela me fez perceber o poder que a mente tem sobre o corpo. Porém, as pessoas têm mania de achar que precisam de algo palpável, como os remédios, para se curar. Na verdade, os medicamentos não tratam a causa do problema, que tem fundo psicológico, e sim, o sintoma físico, o que acaba por não curar a doença”.

TRANSTORNO BIPOLAR DE HUMOR NA ADOLESCÊNCIA

 

O Transtorno Bipolar de Humor é caracterizado por períodos de um quadro depressivo, geralmente de intensidade grave, que se alternam com períodos de quadros opostos à depressão, como a euforia. A pessoa apresentando o quadro de euforia mostra um humor anormal e persistentemente elevado, expansivo, excessivamente eufórico e alegre, às vezes com períodos de irritação e explosões de raiva, contrastando com um período de normalidade, antes da doença manifestar-se. Além disto, há uma auto-estima grandiosa (com a pessoa sentindo-se poderosa e capaz de tudo), com necessidade reduzida de dormir (a pessoa dorme pouco e sente-se descansada), apresentando-se muito falante, às vezes dizendo coisas incompreensíveis (pela rapidez com que fala), não se fixando a um mesmo assunto ou a uma mesma tarefa a ser feita.  Em poucas horas esse quadro eufórico pode virar um quadro depressivo, a pessoa pode chorar, ficar triste, sentindo-se sem valor e sem esperança.

Na adolescência, o quadro clínico costuma surgir a partir dos 15 anos e o pico de incidência, porém, ocorre entre 18 e 25 anos. É difícil fazer o diagnostico já que os adolescentes têm alterações de humores consideradas normais. É nesse período que, em geral, eles estão sob maior estresse, mais inseguros e indefinidos, violentamente bombardeados pelos hormônios. É também nesse período da vida que se expõem mais a comportamentos de risco, a sexualidade explode e as drogas o seduzem. É nesse período, portanto, que fatores ambientais, constitucionais e genéticos interagem favorecendo a eclosão do transtorno bipolar.

 

O que causa a doença bipolar do humor:

Sabe-se que os fatores biológicos (relativos à neurotransmissores cerebrais), genéticos, sociais e psicológicos somam-se no desencadeamento da doença. Não se pode deixar de considerar também que, além da predisposição e vulnerabilidade geneticamente determinadas, certas situações contribuem para a eclosão ou precipitação do problema.

 

Como se diagnostica a doença bipolar do humor:

O diagnóstico deve ser feito por um médico psiquiátrico baseado nos sintomas do paciente. Não há exames de imagem ou laboratoriais que auxiliem o diagnóstico.

Como se trata a doença bipolar do humor:

O tratamento, após o diagnóstico preciso, é medicamentoso, envolvendo uma classe de medicações chamada de estabilizadores do humor, da qual o carbonato de lítio é o mais estudado e o mais usado. Um acompanhamento psiquiátrico deve ser mantido por um longo período, sendo que algumas formas de psicoterapia podem colaborar para o tratamento.

 

Alguns sintomas:

  • Fica aflito demais quando separado da família;
  • Demonstra ansiedade ou preocupação excessiva;Tem dificuldade para levantar-se pela manhã;
  • Fica hiperativo e excitável à tarde;
  • Tem sono agitado ou dificuldade para conciliar o sono;
  • Tem terror noturno ou acorda muitas vezes no meio da noite;
  • Não consegue concentrar-se na escola;
  • Tem dificuldade em organizar tarefas;
  • Reclama de sentir-se aborrecido;
  • Distrai-se facilmente com estímulos externos;
  • Tem períodos em que fala excessiva e muito rapidamente;
  • Tem mudanças de humor bruscas e rápidas;
  • Tem estados de humor irritável; alegres ou tolos;
  • Tem acessos de raiva ou fúria explosivos e prolongados;

Possibilidades de tratamento:

Tratar crianças com transtorno bipolar não é fácil, mas, atualmente, pelo menos é possível. O primeiro passo, em geral, é prescrever medicamentos. Depois vem a psicoterapia individual, a terapia familiar e as mudanças no estilo de vida.

 

 

 

 

 

CONCLUSÃO

 

 

De modo geral, a adolescência favorece as dificuldades de diagnóstico de transtornos mentais, seja pela ocorrência de sintomas atípicos dos transtornos emocionais nessa fase da vida, seja pelos equívocos desses sintomas com a maneira emocional exuberante e típica desta idade.

Pessoas com doença mental muitas vezes se sentem isoladas e deixadas de lado porque outras pessoas as acham difíceis de lidar ou de estar com eles.Estando completamente sem apoio no meio familiar, pode buscar desesperadamente o apoio de um grupo de iguais, o qual, pode ser constituído de jovens problemáticos ou francamente delinqüentes, e podem ate mesmo cometerem suicidio, pois apresentam sentimentos de culpa por sua simples existência podem estar presentes, como por exemplo, sentir-se como se fosse um "fardo para seus pais, para outras pessoas..." Costuma comunicar para pessoas de sua intimidade que "sua vida não tem sentido e que a sua morte seria um alívio para todos" .

A pessoa com transtornos mentais necessita amizade e compreensão como qualquer outra pessoa.

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

BIBLIOGRAFIA

 

  • http://www.inef.com.br/transtorno.htm
  • http://www.abcdasaude.com.br/artigo.php?424

 

Síndrome do pânico

 

  • http://www.vencaopanico.com/www/materias/adolescencia.htm
  • http://noticias.uol.com.br/uolnews/saude/entrevistas/2005/03/23/ult2748u16.jhtm

 

Depressão

 

  • Psiqweb – psiquiatria geral: < http://gballone.sites.uol.com.br/infantil/adolesc2.html>

 

Transtorno Bipolar de Humor

 

  • http://bipolar-online.blogspot.com/2006/09/transtorno-bipolar-na-adolescncia.html

 

  • http://www.jornaldaciencia.org.br/Detalhe.jsp?id=50272

 

  • Ballone GJ - Transtorno Afetivo Bipolar, in. PsiqWeb, internet, disponível em www.psiqweb.med.br, 2005.

 

 

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