Tratamentos Para Os Pacientes Autistas São Luís, Maranhão

O autismo consiste em um transtorno grave do desenvolvimento que compromete principalmente, as interacoes sociais e a comunicacao. Não existe uma abordagem especifica para o cuidado de autistas. Analize este artigo e veja algumas dicas de tratamento.

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Tratamentos Para Os Pacientes Autistas

INTRODUÇÃO

O autismo consiste em um severo transtorno mental que tem como principal característica o comprometimento do desenvolvimento da interação social e da comunicação. A primeira descrição da doença foi feita em 1943 por Léo Kanner.

 Sobre isso, KAPLAN et al descreve o seguinte:

Ele descreveu crianças que exibiam extrema solidão autista, incapacidade para assumir uma postura antecipatória, desenvolvimento atrasado da linguagem, com ecolalia e inversão pronominal. (...) Kanner suspeitava de que a síndrome fosse mais freqüente do que realmente parecia e sugeriu que algumas dessas crianças eram confundidas com outras crianças com retardo mental ou esquizofrenia (KAPLAN et al., 1997).

Segundo o autor acima citado, aproximadamente de duas a cinco crianças entre dez mil são afetadas pelo autismo, sendo que os meninos têm quatro vezes mais probabilidades de serem afetados do que meninas. Além disso, a probabilidade de desenvolvimento do transtorno autista entre irmãos é 50% maior que entre indivíduos sem laços consangüíneos. De acordo com Manual DSM-IV-TR, 2002, a criança autista apresenta inúmeros sinais do transtorno, porém, na maioria dos casos, só é possível concluir o diagnóstico a partir do segundo ano de vida.

 Ainda de acordo com o Manual DSM-IV-TR, 2002 e complementado por KAPLAN et al., 1997, o indivíduo autista poderá apresentar anormalidades do tipo metabólicas, como elevação dos níveis de serotonina, além de anormalidades no eletroencefalograma e convulsões. Pode ser também que o domínio lateral do corpo seja comprometido por se desenvolver tardiamente.

 A criança autista demonstra pouco ou nenhum interesse por estabelecer amizades e contato físico, não tendo também nenhum contato com o ambiente. Se prende ansiosamente à ordem dos objetos que a rodeia, e qualquer alteração em seu ambiente, por menor que seja, pode desencadear crises nervosas e ataques de fúria, levando-a a desenvolver uma outra característica importante do transtorno: a autoflagelação. Assim, a criança bate com a cabeça nas paredes e pode até se morder, pois, na maioria dos casos, ela é indiferente a sensações de dor e calor, além de apresentar completa ausência de medo de perigos reais, o que é um fato preocupante, como informa o Manual DSM-IV-TR, 2002.

 Estas crianças sofrem freqüentemente de distúrbios de alimentação e de sono. Pode ser que surjam falhas do SNC em decorrência de possíveis complicações pré-natais que possam ter ocorrido e que, em decorrência disso, a criança apresente episódios de convulsões como aponta KAPLAN et al., 1997.

 De acordo com MARCELLI, 1998:

As crianças autistas são descritas por sua mãe como bebês especialmente calmos, até “fáceis”: não pedem nada a ninguém, manifestam-se pouco, parecem felizes quando estão sós. Nota-se a ausência de atitude antecipatória: não viram a cabeça para a mãe que entra no quarto, não se agitam quando vão ser pegas no colo, não estendem os braços. As principais marcas do despertar psicomotor do 1º ano são modificadas: ausência de sorrisos (3º mês), ausência de reação de angústia diante do estranho (8º mês). No decorrer do segundo e do terceiro anos o autismo se torna evidente. Não há contato com o ambiente, inclusive com a mãe, que muitas vezes tem o sentimento de não ser “reconhecida” como tal por seu filho. O olhar é vazio, ausente, difícil de fixar-se. Às vezes, ao contrário, nota-se uma extrema vigilância, mas com “um olhar periférico” (MARCELLI, 1998).

Contudo, a evolução é possível à medida que a criança cresce, tanto que alguns indivíduos a partir da adolescência fazem progresso e se interessam por fazer amigos, podendo ter inclusive desejos sexuais como refere CROCETTI e BARONE, 2007. Entretanto, é necessário o tratamento de cada uma das alterações comportamentais, além da avaliação de outros problemas que possam estar interligados, como as dificuldades relacionadas com a higiene e com a insônia. É de suma importância que a família seja incluída no tratamento para que possa compreender a natureza do transtorno e, principalmente, para que possa aliviar sua culpa.

 Além disso, faz-se importante que a criança esteja em contato com os pais no momento do tratamento. Isso porque ela deve sempre ser estimulada à independência, e é importante que os estímulos partam primeiramente dos pais, de modo que a criança perceba isso.

 Sabe-se que essas crianças têm oscilações freqüentes de humor e podem ser agressivas ao toque e às manifestações de carinho. Entretanto, é justamente esse comportamento que justifica a atenção e os cuidados adicionais que a família, o enfermeiro e demais profissionais de saúde devem ter com tais crianças. Sendo assim, o objetivo deste trabalho é apontar as necessidades do paciente autista expondo as peculiaridades de tratamento que este paciente necessita e a importância da adequação dos profissionais de saúde a essas peculiaridades para que haja sucesso no tratamento.

METODOLOGIA

Tendo por base todas essas questões, este trabalho vem apontar as necessidades do paciente autista, expondo as peculiaridades do tratamento de que ele necessita. Para tal, a metodologia utilizada foi a pesquisa bibliográfica, adotando como fontes livros e artigos científicos sobre o assunto. Foram pesquisados oito livros, de edições entre 1997 e 2007, dentre os quais sete citados no trabalho, e também três artigos científicos publicados em revistas eletrônicas de saúde, entre 2000 e 2006, dois por ora citados.

 A busca pelos artigos e livros se deu na cidade de Patos de Minas, estado de Minas Gerais, no período de janeiro a setembro de 2008, por meio da internet, em consulta direta aos sites das revistas Iniciação Científica Cesumar e Revista Brasileira de Psiquiatria usando como palavras-chave Autismo Infantil e Transtorno Autista, e também, diretamente ao acervo da Biblioteca Central "Dr. Benedito Corrêa" do Centro Universitário de Patos de Minas – UNIPAM, através dos livros Síndromes psiquiátricas: diagnóstico e entrevista para profissionais de saúde mental, DSM-IV-TR, e Compêndio de psiquiatria: ciências do comportamento e psiquiatria clínica. O livro Enfermagem pediátrica: distúrbios, intervenções, procedimentos, exames complementares e recursos clínicos, também utilizado neste trabalho, é de acervo pessoal do orientador deste trabalho.

O PAPEL DO PROFISSIONAL DE SAÚDE E TRATAMENTO

O primeiro contato da criança com o profissional provavelmente acarretará certa estranheza por parte da criança, a qual, acostumada ao seu mundo solitário, levará algum tempo para se adequar ao novo ambiente. Sendo assim, o enfermeiro, ao lidar com esses pacientes, deve ser bem mais atencioso aos detalhes, de modo a facilitar seu trabalho e garantir o bem-estar e a segurança do paciente. É necessário adquirir a confiança da criança e da família, demonstrando que realmente quer ajudar no progresso do paciente.

 O reconhecimento precoce dos comportamentos associados ao autismo é de suma importância para implementar intervenções apropriadas e participação da família, tal como aponta WHALEY, 1999.

 Os profissionais devem demonstrar para a criança que são confiáveis, paralelamente, devem procurar descobrir o método mais eficaz para prestar-lhe assistência. Cabe ao profissional acolher, avaliar e prestar assistência à criança e à sua família e, portanto, faz-se necessário que o profissional conheça as peculiaridades do tratamento de que esse paciente necessita.

 Cabe aos profissionais de saúde informar-se sobre as necessidades desses pacientes e das dificuldades que poderão advir durante o tratamento. Um estudo prévio sobre a patologia em si e sobre a história familiar da criança são invariavelmente fundamentais à boa consecução desse tratamento. É importante informar-se acerca do local onde a criança é criada e a forma de relacionamento entre os integrantes da casa, além da avaliação de outros ambientes que a criança freqüenta, posto tanto poderem estimular a criança e facilitar o tratamento ou não interferir em nada, quanto colocar todo o trabalho a perder.

 O contato do profissional de enfermagem com a família é também de suma importância para o progresso do tratamento, a presença dos pais nas consultas é fundamental, por facilitar e intermediar o contato entre a criança e o enfermeiro. Além disso, vale salientar que os sintomas apresentados pela criança, por mais que incomodem as pessoas a sua volta, podem não estar trazendo transtorno algum para ela mesma. Sendo assim, as dificuldades para que ela compreenda o motivo da consulta serão maiores.

 Em caso de hospitalização dessas crianças, por qualquer motivo, a presença dos pais é indispensável. O ideal seria que a criança permanecesse em quarto individual, que não houvesse distrações visuais ou auditivas e que se trouxessem objetos de casa para a criança se sentir mais familiarizada com o ambiente. Os procedimentos devem ser executados com o máximo de cuidado, levando-se sempre em conta que a criança, na maioria dos casos, não permitirá ser tocada. Também poderá recusar alimentar-se ou, ao contrário, comer exageradamente e até ingerir objetos próximos que não sejam comestíveis. Os padrões de sono também são perturbados e isso poderá acarretar dificuldades para a equipe, principalmente noturna, chegando a perturbar outros pacientes do hospital.

 Com relação à entrevista de uma criança, como parte preliminar do tratamento a ser aplicado, ABREU et al. (2006) diz que:

O referido procedimento pode tornar-se longo e conseqüentemente cansativo, tanto para a criança e os pais quanto para o profissional. Para que isso não ocorra, o entrevistador deve então estabelecer claramente os objetivos da entrevista. (ABREU et al. 2006).

Depois de estabelecidas as metas, e da entrevista propriamente dita, o profissional poderá cruzar os dados obtidos e formular pois um tratamento particularmente desenvolvido para aquele paciente. A partir de então, será iniciado o tratamento em conjunto com todos os profissionais envolvidos.

 O tratamento consiste em diminuir os sintomas comportamentais e ajudar no desenvolvimento das funções atrasadas, rudimentares ou inexistentes, tais como linguagem e habilidades de autonomia. Além disso, os pais, freqüentemente com sentimentos de culpa e angústia, precisam de apoio e aconselhamento. O treinamento e a instrução desses pais nos conceitos sobre a doença, juntamente com sua capacidade de modificação do comportamento e resolução dos seus problemas e preocupações, podem produzir considerável evolução na linguagem e nas áreas do comportamento cognitivo e social da criança.

 Em seu artigo, GUZMAN, 2002 aponta que:

Como cada autista apresenta uma característica particular, não se pode estabelecer regras fixas e rigorosas no acompanhamento desses pacientes. Os conhecimentos e teorias surgidas a respeito do assunto devem ser avaliados pelos profissionais da área e adequados a cada caso, antes de serem aplicados. Alguns autores afirmam que o planejamento do tratamento deve ser estruturado de acordo com as etapas de vida do paciente. Portanto, com crianças pequenas, a prioridade deveria ser terapia da fala, da interação social/linguagem, educação especial e suporte familiar. Já com adolescentes, os alvos seriam os grupos de habilidades sociais, terapia ocupacional e sexualidade. Com adultos, questões como as opções de moradia e tutela deveriam ser focadas. (GUZMAN, mar-jul 2002).

Crianças com grande comprometimento da habilidade de comunicação podem necessitar de uma forma de comunicação alternativa. A escolha apropriada depende das habilidades da criança e do grau de comprometimento.

 Em seu artigo, BOSA, 2006, sugere o seguinte plano de cuidados:

Para crianças mais jovens, que são capazes de falar algumas palavras ou emitir sons espontaneamente, programas de linguagem individualizados são importantes para melhorar a compreensão e a complexidade da fala. Chamou-se a atenção para a necessidade de os pais utilizarem estratégias efetivas e consistentes para encorajar a fala e desenvolver as habilidades imaginativas. Por exemplo, os pais podem manter os brinquedos e guloseimas longe da criança, mas à sua vista, utilizando recipientes transparentes, que atraem a atenção da criança. Esta estratégia simples ajuda a criança a ter de se comunicar com os adultos para conseguir o que ela quer. (BOSA, 2006).

KAPLAN et al., 1997 também aponta que:

Aproximadamente dois terços dos autistas adultos continuam apresentando sérios comprometimentos e vivem em completa dependência ou semidependência, vivendo com seus parentes ou em instituições. Apenas de um a dois porcento atingem uma situação normal ou independente com empregos remunerados, e de cinco a 20% atingem um estado normal boderline. O prognóstico melhora se o ambiente e o lar fornecem apoio e são capazes de satisfazer as excessivas necessidades de tal criança. O tratamento é ainda complicado pela rigidez e inflexibilidade da criança no aprendizado de novas habilidades. As habilidades são freqüentemente adquiridas de modo concreto; portanto, a generalização para novas situações é difícil. (KAPLAN et al., 1997)

 Em Enfermagem Pediátrica (2007), recomenda-se que sempre sejam esclarecidas aos pais e outros cuidadores as necessidades de cuidados físicos e a importância da nutrição e de atividades adequadas.

 Além de ser de suma importância a identificação de sinais de estresse ou de enfrentamento excessivo, no caso de qualquer novo achado, encaminha-se para o serviço especializado de apoio.

A enfermeira pode ajudar a reduzir a culpa e a vergonha quase sempre associadas a esse distúrbio ao frisar os conhecimentos adquiridos do ponto de vista biológico, bem como os poucos dados disponíveis sobre a causa do autismo. (WHALEY, 1999)

 Por fim, cabe ao enfermeiro a monitorização da resposta do paciente ao tratamento, avaliação dos padrões de comportamento e estado nutricional, além do acompanhamento no progresso das habilidades de comunicação e interação social.

CONSIDERAÇÕES FINAIS

 

O autismo infantil corresponde a um quadro complexo que exige abordagem dos diferentes profissionais de saúde e que estes visem a questões de desenvolvimento social e comunicativo, estimulando de certa forma a independência da criança.

 Não existe uma abordagem especifica para o cuidado de autistas. Sendo assim, é de suma importância o estabelecimento de etiologias e quadros bem definidos para que, assim, profissionais de saúde possam focar-se na raiz do problema e, a partir de então, estabelecer planos de cuidados exclusivos para cada paciente.

 É imperioso focar em toda a família do paciente, para que esta tenha participação assídua no tratamento da criança. Os cuidadores necessitam de tanto cuidado quanto o paciente, pois é da família que partem os principais estímulos responsáveis pelo desenvolvimento da criança. Para a efetivação desse objetivo, a família deverá ser bem orientada quanto ao tratamento a que a criança será submetida e seu papel enquanto cuidador.

 Não há de fato muitas teorias esclarecedoras sobre o autismo, mas os autores e pesquisadores tentam buscar cada vez mais novos achados que preencham as lacunas que faltam.

 Somente a partir de uma percepção holística da patologia e das peculiaridades que ela possui, o profissional poderá desenvolver um plano de cuidados que, embasado em teorias científicas claras, poderá contribuir para o progresso da abordagem terapêutica de cada paciente.

REFERÊNCIAS BIBLIOGRÁFICAS

ABREU, Cristiano Nabuco de; et al. Síndromes psiquiátricas: diagnóstico e entrevista para profissionais de saúde mental. Porto Alegre: Artmed, 2006.

 BOSA, Cleonice Alves. Autismo: intervenções psicoeducacionais. Revista Brasileira de Psiquiatria, v. 28, p. 47-53, 2006. Disponível em: < http://www.scielo.br/pdf/rbp/v28s1/a07v28s1.pdf > Acesso em: 15 set. 2008.

 CROCETTI, Michael; BARONE, Michael A. OSKI: fundamentos de pediatria. 2 ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.

 _____DSM-IV-TR: manual diagnóstico e estatístico de transtornos mentais. 4. ed. Artes Médicas: Porto Alegre, 2002.

 _____Enfermagem pediátrica: distúrbios, intervenções, procedimentos, exames complementares e recursos clínicos. Tradução de Ivan Lourenço Gomes; revisão técnica de Maria de Fátima Azevedo. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 2007.

 GUZMAN, Helen Messias da Silva. Autismo: questões de tratamento e conseqüências na família. Iniciação Científica Cesumar. v. 4, n. 1, p 63-68, mar.- jul. 2002. Disponível em: < http://www.cesumar.br/pesquisa/periodicos/index.php/iccesumar/article/view/52/17 >.Acesso em: 22 set. 2008.

 KAPLAN, Harold I; et al. Compêndio de psiquiatria: ciências do comportamento e psiquiatria clínica. 7. ed. Artes Médicas: Porto Alegre, 1997.

 _____ Manual para Normalização de Trabalhos Acadêmicos/Centro Universitário de Patos de Minas. Pró-Reitoria de Ensino, Pesquisa e Extensão. 2 ed. rev e ampl. Patos de Minas: Unipam, 2004.

 MARCELLI, Daniel. Manual de psicopatologia da infância de Ajuriaguerra. 5. ed. Artes Médicas: Porto Alegre, 1998.

 WHALEY, Lucille F. Enfermagem pediátrica: elementos essenciais à intervenção efetiva. 5. ed. Rio de Janeiro: Guanabara Koogan, 1999.

Karina Bernardino de Oliveira Santos

Graduada em Enfermagem pelo Centro Universitário de Patos de Minas.

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