Tratamentos para transpiração excessiva Cuiabá, Mato Grosso

Qual é a causa desse distúrbio que afeta tanta gente? A ciência é parca de explicações, mas sabemos com segurança que é um distúrbio fisiológico, e não patológico. Entenda mais no artigo abaixo.

Jubert Sanches Cibantos Filho
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Cuiaba, Mato Grosso
Especialidade
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Tratamentos para transpiração excessiva

O fato de uma pessoa apresentar sudorese excessiva, seja nas axilas, palmas das mãos ou couro cabeludo, traz aflição, angústia e transtornos no relacionamento social. A pessoa que sua em excesso fica constrangida até de oferecer a mão para um cumprimento. Entre as mulheres, é realmente constrangedor colocar uma linda blusa de seda e mesmo em ambiente de temperatura amena sofrer com as marcas de uma transpiração excessiva. Na linguagem médica, o fenômeno é conhecido como hiperidrose -- hiper, de "muito", e hidro, de "líquido". É óbvio que, em condições de forte calor e umidade, todos nós transpiramos excessivamente. O que todos querem saber é porque se transpira tanto sem motivo aparente.

O problema pode ter causa hormonal

É sabido de todos que as mulheres começam a notar os sintomas e sinais da menopausa na quarta e quinta décadas de vida. Nessa fase da vida feminina, os ovários já não ovulam e produzem pouco hormônio feminino. Um dos sintomas mais freqüentes é a sensação de calor no rosto e sudorese intensa no couro cabeludo. Esse tipo de sudorese excessiva é controlado com a reposição hormonal.

Outra situação endócrina que produz excesso de transpiração é o hipertireoidismo, o excesso de hormônios da tireóide na circulação sanguínea. Muito hormônio de tireóide causa forte calor e, conseqüentemente, o corpo aciona as glândulas sudoríparas para produzir suor e dissipar esse calor interno. A solução é tratar o hipertireoidismo com remédios apropriados.

Pessoas com excesso de peso muitas vezes recorrem, sem nenhuma supervisão médica, a formulações duvidosas, com muitos componentes e doses cavalares de hormônios de tireóide, o que pode provocar sudorese excessiva. O problema também pode ocorrer em pessoas com hipoglicemia, ou seja, queda brusca do nível de açúcar do sangue. Tal fenômeno é potencializado pelo consumo de bebidas alcoólicas. Doenças da hipófise e da glândula suprarenal também podem levar à sudorese excessiva, mas são causas muito raras.

Transpiração excessiva pode ser localizada

É a forma mais comum de hiperidrose -- e a que causa maior ansiedade a quem tem o problema. A sudorese se restringe às palmas das mãos (sempre úmida, gotejantes, quentes), às axilas, e às solas dos pés (ou, mais raramente, à face e ao couro cabeludo). Inicia-se, com freqüência, na puberdade, sendo mais comum no sexo feminino. É nitidamente mais intensa após estímulos emocionais, situações de estresse e calor excessivo. É comum ouvir do adolescente que a transpiração das palmas das mãos é tão intensa durante as provas escolares que até dificulta a escrita. O papel da prova fica úmido, aumenta o nervosismo, surge mais transpiração, o estudante sofre com essa ansiedade crescente e a situação de estresse é cada vez mais intensa.

Qual é a causa desse distúrbio que afeta tanta gente? A ciência é parca de explicações, mas sabemos com segurança que é um distúrbio fisiológico, e não patológico. Isso quer dizer que as ordens para a sudorese localizada vêm do centro cerebral chamado hipotálamo, que envia instruções para o estímulo de glândulas sudoríparas por meio do nervo vago. Esse nervo vago, que faz parte do chamado sistema nervoso autônomo, não pára de estimular a transpiração, mesmo depois do centro cerebral superior parar de mandar esses estímulos. Tudo se passa como se houvesse uma contínua e permanente ativação para a sudorese excessiva, muitas vezes surgindo na presença de qualquer perturbação emocional.

As opções de tratamento

Os dermatologistas começam com uma terapêutica local, usando vários anti-perspirantes, como alumínio. Há também os medicamentos chamados anticolinérgicos, que bloqueiam as terminações nervosas. O efeito, porém, é relativamente curto, e alguns problemas -- boca seca, dilatação de pupilas, prisão de ventre -- impedem que se use esse tipo de remédio por muito tempo. Um tratamento muito comum é o que usa a toxina botulínica A, Botox®. As injeções são aplicadas nas axilas para neutralizar as glândulas sudoríparas e o efeito é duradouro, entre 12 e 16 meses. O Botox® não pode ser aplicado nas palmas das mãos.

Há ainda uma cirurgia chamada simpatectomia, realizada por via endoscópica -- um “tubinho” é inserido no tórax, abaixo da axila, e o médico corta o nervo que estimula as glândulas sudoríparas. Às vezes, como fenômeno pós-cirúrgico, causa sudorese do tronco, considerada compensatória pela falta de transpiração axilar. A hiperidrose pode e deve ser tratada pelas suas conseqüências pessoais e sociais. A melhor estratégia é excluir as causas hormonais e gerais antes de partir para os métodos mais invasivos, como Botox® e a cirurgia.

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